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Golden Gestão de Negócios Imobiliários garante estar quitando dívidas com clientes lesados em compra da casa própria

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goldenImobiliária afirma estar quitando dívidas com clientes lesados em compra da “casa própria”

Golden Empreendimentos era acusada de vender casas e apartamentos que não existem

DOUGLAS TRIELLI
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Proprietário da Golden diz que imobiliária já está resolvendo pendência com clientes.

O proprietário da Golden Gestão de Negócios Imobiliários, Ademir Donatoni, garantiu ao Isso É Notícia que a imobiliária já fez acordo com metade das pessoas que pediam indenização por danos morais no Juizado Especial Cível da Comarca de Cuiabá.
A empresa enfrentava novos processos ajuizados entre agosto e novembro. As supostas vítimas diziam firmar acordo com a imobiliária, repassando o dinheiro inicial solicitado para que em até noventa dias fosse fechado o contrato de venda. Porém, algumas pessoas chegaram a esperar por mais de um ano, sem que a casa fosse recebida.
De acordo com Donatoni, a Golden está procurando as pessoas que se sentiram lesadas para fechar um acordo. “Teve pessoas que já acertamos. Devolvemos o dinheiro de duas pessoas e teremos uma audiência nos próximos dias com o Lucas Ferreira e vamos propor que ele receba a casa, se ele não aceitar, iremos devolver o dinheiro”.
Donatoni explicou que em alguns casos não houve a finalização do acordo, apenas, porque a pessoa estava com o nome no Serasa, mas que, ele próprio, está atendendo um por um para que o caso seja resolvido.
Um dos acordos saiu após uma audiência onde ficou definido que a Golden devolveria R$5,100,00 (Cinco mil e cem reais), a titulo de ressarcimento dos valores pagos, divididos em duas parcelas iguais de R$2,550 (Dois mil quinhentos e cinquenta reais), que seriam adimplidas no último mês.
Donatoni confirmou a informação de que um dos seus gerentes havia praticado um golpe na empresa, sumindo com o dinheiro de seus clientes e com todas as documentações.
“Mas nenhum cliente saiu lesado. Estou com uma ação em cima da pessoa, fiz BO com todos que compraram com ele e todos foram sanados, honramos compromisso. Também somos responsáveis pelos corretores, se der errado arcamos com as responsabilidades”, explicou.
Entenda
Quatro ações foram ajuizadas no Juizado Especial de Cuiabá entre os meses de agosto e novembro.
Uma das acusações vem do auxiliar de escritório, Luiz Fernando Bezerra Duarte, que com interesse de concretizar o sonho da “casa própria”, começou a pesquisar quais imóveis conseguiria adquirir com o poder aquisitivo que possui.
Então, com a indicação da Golden, optou por um imóvel residencial localizado no Condomínio Canãa II, que ainda estava na fase de lançamento e seria entregue em 2013.
A imobiliária, entretanto, ao firmar a proposta de contrato de compra e venda do imóvel, em 03 de outubro de 2012, alertou o auxiliar de escritório que deveria pagar a entrada o quanto antes para assegurar que o imóvel seria dele, tendo em vista que a procura por tais imóveis era grande.
Assim, ele emitiu cheque em nome da Golden e pagou os boletos bancários, respectivamente, o que totalizou o valor de R$ 4.050,00 (quatro mil e cinquenta reais).
Ocorre que, passados mais de 6 (seis) meses de muita procura para que as partes assinassem o contrato de comprova e venda, a imobiliária lhe enviou os boletos para que ele pagasse os valores, o que fora imediatamente feito.
Somente meses depois é que a Golden lhe informou que todas as unidades foram vendidas e que não havia mais imóvel disponível para ele. Ao questionar sobre os valores que já havia pago, a empresa sempre respondeu que repassaria a solicitação ao setor competente e que em breve lhe retornaria com a resposta.

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TJ-SP segue voto do relator, desembargador Augusto de Siqueira, e confirma condenação de réus por atos racistas contra jornalista Maju Coutinho. LEIA INTEIRO TEOR DA DECISÃO

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Por vislumbrar a prática de discriminação, a 13ª Câmara de Direito Criminal do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve a condenação de dois homens por atos de racismo e injúria racial contra a jornalista e apresentadora da TV Globo Maju Coutinho, que é uma mulher negra. Os réus também foram condenados por falsidade ideológica e corrupção de menores.

Um dos acusados foi condenado a cinco anos e três meses de reclusão, e o outro a quatro anos e seis meses, ambos em regime inicial semiaberto. De acordo com a denúncia, usando perfis falsos nas redes sociais, os réus acessaram as páginas da Globo e proferiram injúrias raciais contra Maju Coutinho, como “macaca”, “escrava” e “cabelo bombril”.

Para o relator, desembargador Augusto de Siqueira, ficou plenamente demonstrada a responsabilidade dos réus quanto às injúrias raciais e o racismo. O magistrado disse que as ofensas, por terem sido publicadas nas redes sociais, atingiram um número indeterminado de pessoas, não apenas a apresentadora, configurando o crime de racismo.

“Inegável que os réus desejaram praticar e incitar a discriminação, mediante mensagens contra uma coletividade, com base na raça e na cor da pele. Estavam plenamente cientes de que as publicações tinham conteúdo reprovável, aliás, criminoso, com repercussão negativa, suficiente para a retirada da página do Jornal Nacional do ar, após serem denunciadas”, afirmou.

Para o magistrado, os réus atacaram uma coletividade, não cabendo tipificação única para as condutas. “De outra parte, vale lembrar que não incitaram apenas adolescentes, mas diversos outros usuários a publicações de mensagens de cunho ilícito”, completou Siqueira.

Os dois também foram considerados responsáveis por facilitar a corrupção de menores, por terem formado um grupo com quatro adolescentes para “cometer crimes de falsidade ideológica e, posteriormente, racismo, injúria qualificada e corrupção de menores, com estabilidade de permanência”.

Associação criminosa

Quanto à denúncia por associação criminosa, o relator acolheu o recurso das defesas para absolver os réus. “Não obstante o número elevado de pessoas, dentre as quais, adolescentes, não há certeza de que se reuniram para praticar mais do que os delitos narrados, tampouco tratar-se de grupo estável e permanente”, escreveu.

Para o magistrado, não ficou demonstrado nos autos o “ânimo associativo, estável e duradouro entre, ao menos, três agentes”, necessário para a condenação por associação criminosa. A decisão se deu por unanimidade.

FONTE CONSULTOR JURÍDICO

TJ-SP Segue Voto Do Relator Desembargador Augusto de Siqueira e Confirma Condenação de Réus Por Atos Racist… by Enock Cavalcanti on Scribd

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Maju. Foto: Globo/Mauricio Fidalgo

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