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DEU NA GAZETA: Faissal Calil acusa defesa de João Emanuel de má-fé. Ao induzir desembargadora Maria Aparecida ao erro, no caso do Golpe do DVD, advogado Eduardo Mahon teria incorrido, na avaliação do presidente da CCJ, que também é advogado, em litigância de má fé. VEJA EM VÍDEO

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O vereador e advogado Faissal Calil comanda a CCJ e o vereador e advogado João Emanuel será julgado por corrupção e pode ter seu mandato cassado na Câmara de Cuiabá

O vereador e advogado Faissal Calil comanda a CCJ e o vereador e advogado João Emanuel será julgado por corrupção e pode ter seu mandato cassado na Câmara de Cuiabá


ENTREVISTA
Faissal acusa defesa de Emanuel de má-fé
Redação do Gazeta Digital
 
Presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Redação da Câmara Municipal de Cuiabá, o vereador Faissal Calil (PSB) afirmou, em entrevista concedida ao Jornal do Meio Dia, que a defesa do ex-presidente da Casa, João Emanuel (PSD) age movida pela má-fé. Para o parlamentar, a postura do colega, alvo de um processo de cassação, tem criado obstáculos para a apuração dos fatos.
Faissal acredita que a desembargadora Maria Aparecida Ribeiro, que reconsiderou pedido dos advogados de Emanuel e suspendeu a sessão de julgamento, foi induzida ao erro. “E induzir ao erro tem um nome, que é litigância de má-fé”.
O vereador destacou que Emanuel recebeu o vídeo, principal prova do processo, teve acesso aos autos e, agora com a reconsideração se recusa a receber. “Em Plenário ele se referiu ao vídeo, deu detalhes dele e até mesmo afirmou que era tudo montagem. O vídeo é notório”.
Sobre a postura do pessedista após a concessão da suspensão, Faissal entende que cabe uma representação junto a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MT). “Assim que eu dei o prazo de 5 dias para que ele tivesse acesso, os advogados fecharam o gabinete dele e foram embora. Na quarta-feira (16), ao contrário do que deveria ser, o gabinete ficou fechado, enquanto o contribuinte paga a conta. O advogado dele, Eduardo Mahon, se trancou no escritório e não recebeu nenhuma notificação. Eles estão criando obstáculos”.
O presidente da CCJ acredita que a decisão será revertida na próxima semana, após análise do pedido que será feito pelos procuradores da Câmara.

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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