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Stábile não pode viajar para fazer curso de culinária

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Nancy Andrighi não deixa Evandro Stábile ir fazer curso de culinária nos Estados Unidos by Enock Cavalcanti


José Eduardo Alckmin, ex-ministro do TSE é um dos 13 advogados que atuam em favor do desembargador Evandro Stábile, afastado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso acusado de possível envolvimento em esquema de venda de sentença, em Mato Grosso. Não apareceu, até agora, argumento capaz de sensibilizar a Nancy Andrighi, ministra do Superior Tribunal de Justiça e também atual corregedora de Justiça do CNJ

José Eduardo Alckmin, ex-ministro do TSE, é apenas um dos 23 advogados que atuam em favor do desembargador Evandro Stábile, afastado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e acusado, pelo Ministério Público Federal, de possível envolvimento em esquema de venda de sentença. Não apareceu, até agora, argumento capaz de sensibilizar a Nancy Andrighi, ministra do Superior Tribunal de Justiça e também atual corregedora de Justiça do CNJ que comanda os processos resultantes da Operação Asafe, desencadeada em 2010.


O desembargador Evandro Stábile segue mantendo sua sina de sucessivas derrotas judiciais nas altas cortes de Brasilia.
Dessa vez, a ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Nancy Andrighi, negou, na segunda-feira (10), um novo pedido do desembargador afastado do TJMT para viajar para os Estados Unidos. A desculpa, ou o motivo alegado na petição, seria a participação em um insólito curso de culinária em que Stábile estaria inscrito desde o ano de 2013.
Curioso obervar, também, o grande número de advogados arrolados pelo desembargador Evandro Stábile em sua defesa. São nada menos que 23, e voce pode conferir todos os nomes, no destaque em que divulgamos a decisão da ministra Andrighi.

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Justiça determina que União desloque efetivo para comunidade Yanomami

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A Justiça Federal determinou que a União mantenha efetivo armado, de forma permanente, na comunidade Palimiú, na Terra Indígena Yanomami no estado de Roraima, para evitar novos conflitos e garantir a segurança de seus integrantes.

A Polícia Federal informou que uma equipe de policiais está no local desde ontem (13) cumprindo a decisão, junto a integrantes do Exército e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira (12), na Ação Civil Pública ajuizada no ano passado, na qual pediu a total desintrusão de garimpeiros na região. Segundo o MPF, o objetivo é zelar pela segurança da população local e defender possíveis novos ataques por parte de garimpeiros. A decisão e os autos do processo estão sob sigilo.

Na decisão, expedida ontem (13) pela Justiça, foi estabelecido prazo de 24 horas para que a União informasse e comprovasse nos autos o envio de tropa para a comunidade, sob pena de multa. Também foi determinada à Fundação Nacional do Índio (Funai) que auxiliasse as forças de segurança no contato com os indígenas e no gerenciamento das relações interculturais.

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A Funai informou que acompanha, junto às autoridades policiais, a apuração de conflito e que também presta apoio às forças de segurança no local para evitar conflitos e mantém diálogo permanente com a comunidade. “Cumpre ressaltar que o órgão vem mantendo equipes de forma ininterrupta dentro da Terra Indígena, por meio de suas Bases de Proteção Etnoambiental (BAPEs)”, diz a nota.

Histórico

A comunidade Palimiú, localizada no território Yanomami em Roraima, foi alvo de ataque de garimpeiros com armas de fogo na segunda-feira (10). De acordo com informações da Associação Yanomami Hutukara, ao menos cinco pessoas ficaram feridas, sendo quatro garimpeiros e um indígena.

Um relatório assinado por Elayne Rodrigues Maciel, coordenadora da Frente de Proteção Etnoambiental Yanomami e Ye’kuana da Funai, aponta que os indígenas revidaram o ataque e que “não foi possível colher maiores informações sobre o fato, contudo é possível afirmar que este não foi o primeiro conflito naquela região e os indígenas temem novos ataques”.

A Hutukara denunciou que esse é o terceiro ataque em 2021. Na região de Palimiú, as lideranças indígenas já haviam denunciado em abril outro tiroteio por parte de garimpeiros, após a interceptação pelos indígenas de uma carga de quase 990 litros de combustível. Em fevereiro de 2021, a associação chegou a denunciar um conflito na aldeia Helepi, também na região do Rio Uraricoera, envolvendo grupos de garimpeiros armados.

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Policiais federais também foram alvo de disparos no local, na terça-feira (11), quando estiveram na comunidade para apurar o ataque dos garimpeiros. No momento em que a equipe estava prestes a embarcar de volta a Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no Rio Uraricoera efetuando os disparos. A equipe se abrigou e respondeu a agressão. Não houve registro de atingidos de nenhum dos lados.

Edição: Fernando Fraga

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