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CUIABÁ EM POLVOROSA: Vilceu Marchetti, do Escândalo dos Maquinários, ex- homem de ouro de Blairo Maggi, também é alvo da Policia Federal. Busca e apreensão também foi feita na Empreiteira Trimec, na Lotufo Construções, na empreiteira Gemini de Anildo Lima Barros e no escritório do empresário Ricardo Neves

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Éder Moraes, preso e Vilceu Marchetti, alvo de busca e apreensão. A Policia Federal coloca novamente no foco do noticiário policial, algumas das "estrelas" da Era Maggi

Éder Moraes, preso e Vilceu Marchetti, alvo de busca e apreensão. A Policia Federal coloca novamente no foco do noticiário policial, algumas das “estrelas” da Era Maggi


 
PF invade 20 empresas e mansões; veja lista exclusiva
Só num dia, Éder articulou empréstimo de R$ 12 mi a posto no Bic. Dinheiro foi dividido entre grupo político
O juiz da 5ª Vara Federal de Mato Grosso, Jeferson Schneider, determinou no dia 9 de maio o cumprimento de 19 mandados de busca e apreensão, condução coercitiva, e dois de entrega de documentos, na quinta fase da Operação Ararath. O FOLHAMAX teve acesso a decisão na íntegra e aos locais onde a Polícia Federal compareceu com base na decisão de Scheineder.
Além desta decisão, uma outra do ministro do Supremo Tribunal Federal, José Antônio Dias Tofóli, determinou medidas penais contra autoridades que dispõem de foro privilegiado como no caso o governador Silval Barbosa (PMDB), o deputado estadual José Riva (PSD) e ainda o ex-secretário de Fazenda e Copa, Éder Moraes Dias. Além da Assembleia Legislativa e Palácio Paiaguás, os agentes federais cumprimaram mandados no Ministério Público de Mato Grosso, onde promotores e procuradores são suspeitos de direcionar investigações.
Em sua decisão, o juiz federal considera que Éder Moraes, ex-secretário de Fazenda nas gestões de Blairo Maggi (PR) e Silval Barbosa (PMDB), teria cometido diversos crimes contra a administração pública com o objetivo de “obter recursos financeiros para si e terceiros ligados ao seu grupo político”. Os documentos com indícios do suposto esquema foram apreendidos no mês de março, quando a PF esteve na casa do pré-candidato a deputado estadual no condomínio Florais dos Lagos.
LAVAGEM VIA BANCO E EMPRESAS
O próprio investigado “Júnior Mendonça”, em sua delação premiada, confirma que Éder utilizava-se de suas empresas – Globo Factoring e Amazônica Petróleo – para lavagem de dinheiro de origem ilícita. Em 2011, Éder articulou junto ao BIC Banco um empréstimo de R$ 12 milhões para a Amazônia Petróleo sem “qualquer garantia ou abservância das normais míminas de segurança ao sistema financeiro.
A fortuna levantada no banco foi transferida para várias pessoas através da rede de postos de combustíveis. Também foram emitidas cartas de fiança pelo ex-governador Blairo Maggi para que empresários levantassem grandes valores junto a instituição bancária.
CONFIRA A LISTA
Mandados de busca e apreensão
Bic Banco – São Paulo e Cuiabá
Luiz Carlos Cozzeol – Cuiabá
Vilceu Aparecido MArcheti – Primavera do Leste
Ezequiel de Jesus Olveira Lara – Cuiabá
Lince Construtora e Incorporadora – Cuiabá
Ana Cristina Saboia – empresária – Cuiabá
Manuel Jorge de Saboia – empresário – Cuiabá
São Tadeu Energética S.A – Cuiabá
Mauro Carvalho Júnior – empresário – Cuiabá
Ricardo Padilha de Borboun Neves – empresário Cuiabá
Borboun Fomento Mercantil – Cuiabá
Gemini Projetos, Incorporações e Construções – Cuiabá
Anildo Lima Barros – empresário – Cuiabá
Laje Engenharia e Pavimentação LTDA – Cuiabá
José Antonio Felix – empresário – Cuiabá
Trimec Construções e Terraplanagem LTDA – Cuiabá
WTorres Participações e Investimentos, Sol Vermelho Participações e Investimentos, Trimec Equipamentos – Várzea Grande
Wanderlei Fachetti Torres – Cuiabá
Lotufo Engenharia e Construções LTDA – Cuiabá
Entrega de documentos
Banco Daycoval
Banco BMG
 
Com informações do Folha Max

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Justiça determina que União desloque efetivo para comunidade Yanomami

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A Justiça Federal determinou que a União mantenha efetivo armado, de forma permanente, na comunidade Palimiú, na Terra Indígena Yanomami no estado de Roraima, para evitar novos conflitos e garantir a segurança de seus integrantes.

A Polícia Federal informou que uma equipe de policiais está no local desde ontem (13) cumprindo a decisão, junto a integrantes do Exército e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O pedido foi feito pelo Ministério Público Federal (MPF) na quarta-feira (12), na Ação Civil Pública ajuizada no ano passado, na qual pediu a total desintrusão de garimpeiros na região. Segundo o MPF, o objetivo é zelar pela segurança da população local e defender possíveis novos ataques por parte de garimpeiros. A decisão e os autos do processo estão sob sigilo.

Na decisão, expedida ontem (13) pela Justiça, foi estabelecido prazo de 24 horas para que a União informasse e comprovasse nos autos o envio de tropa para a comunidade, sob pena de multa. Também foi determinada à Fundação Nacional do Índio (Funai) que auxiliasse as forças de segurança no contato com os indígenas e no gerenciamento das relações interculturais.

Leia Também:  A FARSA DO MENSALÃO - No dia 21 de novembro, Henrique Pizzolato recebeu sua pena, sem que seu advogado tivesse acesso ao processo 2454, mantido sigiloso por determinação de Joaquim Barbosa e da PGR, que provava que ex-diretor do BB não tomou decisões sozinho – e essa foi a base de todo processo do Mensalão (um petista dentro de banco público desvia dinheiro para suprir esquema de compra de votos no Congresso feito por seu partido)

A Funai informou que acompanha, junto às autoridades policiais, a apuração de conflito e que também presta apoio às forças de segurança no local para evitar conflitos e mantém diálogo permanente com a comunidade. “Cumpre ressaltar que o órgão vem mantendo equipes de forma ininterrupta dentro da Terra Indígena, por meio de suas Bases de Proteção Etnoambiental (BAPEs)”, diz a nota.

Histórico

A comunidade Palimiú, localizada no território Yanomami em Roraima, foi alvo de ataque de garimpeiros com armas de fogo na segunda-feira (10). De acordo com informações da Associação Yanomami Hutukara, ao menos cinco pessoas ficaram feridas, sendo quatro garimpeiros e um indígena.

Um relatório assinado por Elayne Rodrigues Maciel, coordenadora da Frente de Proteção Etnoambiental Yanomami e Ye’kuana da Funai, aponta que os indígenas revidaram o ataque e que “não foi possível colher maiores informações sobre o fato, contudo é possível afirmar que este não foi o primeiro conflito naquela região e os indígenas temem novos ataques”.

A Hutukara denunciou que esse é o terceiro ataque em 2021. Na região de Palimiú, as lideranças indígenas já haviam denunciado em abril outro tiroteio por parte de garimpeiros, após a interceptação pelos indígenas de uma carga de quase 990 litros de combustível. Em fevereiro de 2021, a associação chegou a denunciar um conflito na aldeia Helepi, também na região do Rio Uraricoera, envolvendo grupos de garimpeiros armados.

Leia Também:  CEARÁ E VILSON NERY: Alguns exemplos de como a Lei da Ficha Limpa, aplicada na íntegra pela primeira vez, vem favorecendo uma faxina na política: estão impugnados os pedidos de registro, para disputar a eleição de 2014, de políticos como Paulo Maluf, José Riva e José Roberto Arruda. Todos com extensa ficha criminal.

Policiais federais também foram alvo de disparos no local, na terça-feira (11), quando estiveram na comunidade para apurar o ataque dos garimpeiros. No momento em que a equipe estava prestes a embarcar de volta a Boa Vista, uma embarcação de garimpeiros passou no Rio Uraricoera efetuando os disparos. A equipe se abrigou e respondeu a agressão. Não houve registro de atingidos de nenhum dos lados.

Edição: Fernando Fraga

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