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Caso dos "fantasmas" da Assembléia volta ao banco dos réus. Riva e Bosaipo estarão diante da juiza Gleide Bispo no dia 6 de outubro para falar da "fabricação" de empresas e fornecedores e do repasse de milhões da Assembléia para factorings de Arcanjo

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Enquanto valorosos e incansáveis promotores de Justiça e advogados do movimento anti-corrupção seguem lutando para esclarecer os rombos que aconteceram nos cofres da Assembléia Legislativa de Mato Grosso, ao longo dos últimos anos, os jornais, tvs e sites amigos e os jornalistas amestrados, vão desdobrando manchetes e comentários que sempre apresentam políticos como o deputado Geraldo Riva como uma das lideranças políticas mais criativas de Mato Grosso. Para quem acompanha a vida e a política através dessa midia atrelada, esses políticos aparecem sempre como parlamentares propositivos, sempre interessados nas questões pungentes, como a adoção do BRT, as greves sem solução, as queimadas na Amazõnia, o aumento da criminalidade nas ruas, o derretimento do gelo no Polo Norte, etc,etc. Só que, a se confirmar tudo que o Ministério Público já denunciou à Justiça Estadual, politicos como Riva serão confirmados, efetivamente, como políticos criativos, sim – mas criativos na arte de atropelar as boas normas do gerenciamento da coisa pública e afrontar a legislação em vigor que trata da probidade adminstrativa. Confira abaixo o que informa o blogue do MCCE-MT sobre mais um processo que tenta punir possiveis irregularidades na gestão da Assembléia de Mato Grosso. Leia aqui e depois, se julgar conveniente, ajude-nos a propor este julgamento como pauta na chamada grande imprensa de Mato Grosso e assunto de relevancia para ser abordado nos grandes expedientes da Assembléia, das camaras municipais, etc, etc.

CASO “FANTASMAS” DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA VOLTA AO BANCO DOS RÉUS

Passada quase uma década da deflagração da ‘Operação Arca de Noé’, alguns acusados de repassar dinheiro público para o crime organizado em Mato Grosso deverão, finalmente, ser interrogados pela Justiça.

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Em dezembro de 2002, o Ministério Público Estadual, por meio do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco/MT)e a Polícia Federal descobriram que as ‘factorings’ do Comendador Arcanjo estariam sendo utilizadas para desviar (lavar) recursos públicos da Assembléia Legislativa e do DVOP (Departamento de Viação e Obras Públicas).

Na mesma época, os então dirigentes da Assembléia Legislativa, Humberto de Melo Bosaipo e Jose Geraldo Riva, segundo as investigações levadas a efeito pelo MPE, teriam contratado empresas e nomeado servidores sem o consentimento destes. Uma dessas empresas é a Gráfica Guanabara, constituída em nome de um agricultor, residente no interior do Estado, de nome José Ribeiro e que teria negociado diversos valores com a chamada ‘Casa da Cidadania’, comandada, há muitos anos, em Mato Grosso, por José Geraldo Riva em parceria com outros parlamentares. O próprio ‘dono’ da Gráfica Guanabara, segundo o processo que corre na Justiça, fora nomeado servidor da Assembléia, sem nunca ter morado em Cuiabá.

O dinheiro, do ‘salário’ e dos ‘contratos’ da Gráfica, eram sacados diretamente na ‘boca do caixa’ do Banco do Brasil, em Cuiabá, ou emitidos (e sacados) cheques em favor das factorings do ‘Comendador’ Arcanjo.

Por ocasião da deflagração da operação criminal os documentos dessas operações financeiras foram utilizados pelo Ministério Público Estadual para instaurar inquérito contra o agricultor seo José, então ‘funcionário fantasma’ da Assembléia Legislativa de Mato Grosso (e também apresentado, através de documentos que teriam sido forjados, como ‘fornecedor’).

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O suposto ‘empresário’ e ‘servidor’ provou sua inocência perante a Justiça mas, desde então, é fácil se imaginar, a sua vida nunca mais foi a mesma, passando a ser vitima de chacotas e, inclusive, sofrendo graves abalos na saúde. Na última semana sofreu uma nova cirurgia, e ainda convalesce.

Em decorrência de todos estes fatos, José Ribeiro resolveu ingressar em Juízo contra os ex-dirigentes da Assembléia, pedindo indenização pelo ato ilícito. Para o advogado do agricultor, o advogado Vilson Nery. “Foram anos para citar os réus, os oficiais de justiça tinham dificuldades inexplicáveis. Mas a audiência prevista para o dia 6 de outubro de 2011 [às 15h00] poderá ser esclarecedora”.

O processo numero 8391-28.2006.811.0041 Código 239507 (n. antigo 373/2011) tramita na Nona Vara Cível de Cuiabá, não está resguardado pelo segredo de justiça e pode, a qualquer momento, ser consultado pela internet (www.tjmt.gov.br) ou pessoalmente, por qualquer do povo, advogado ou não. E também pelas equipes de reportagem de nova valorosa imprensa mato-grossense, se algum dia se resolver voltar, com decisão, seu olhar para a Assembléia Legislativa de Mato Grosso e para as irregularidades que o MPE alerta que teriam lá acontecido desde que Geraldo Riva e Humberto Bosaipo ascenderam ao comando daquela "Casa da Cidadania".

Com informações do blog do MCCE-MT

PARA MAIORES INFORMAÇÕES SOBRE O PROCESSO CLIQUE NO LINK ABAIXO

http://servicos.tjmt.jus.br/Processos/Comarcas/dadosProcessoPrint.aspx?action=print

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TJ-SP concede prisão domiciliar ao ex-médico Roger Abdelmassih

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O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) concedeu nesta quarta-feira (5) prisão domiciliar ao ex-médico Roger Abdelmassih, condenado a 173 anos de prisão por 49 estupros de pacientes.

A decisão é da juíza Sueli Zeraik de Oliveira Armani, da Vara de Execuções Criminais de Taubaté. No documento, ela conclui que Abdelmassih está contemplado nas condições legalmente impostas para a concessão de prisão domiciliar, que é o acometimento de doença grave, necessitando de cuidados que não são oferecidos na unidade prisional.

“Está evidenciado nos autos que o sentenciado em questão conta com 76 anos de idade, apresenta quadro clínico bastante debilitado, experimenta atualmente considerável piora em seu estado de saúde, necessita de cuidados ininterruptos, medicação constante e em horários diversificados, exames frequentes e específicos, assim como alimentação especial e vigilância contínua, tanto da área médica como de enfermagem”, mencionou a juíza na decisão.

Sueli acrescentou que ele “vem sendo submetido a sucessivas internações hospitalares, situação que já vem de muito tempo e se estende até o presente momento”.

Leia Também:  JOSÉ ORLANDO MURARO: Mesmo com José Riva solto, tem leão miando que nem gatinho. Tem galo que virou franga.... a taca foi geral: Riva, Silval, Mauro Mendes, Blairo Maggi...Tem empresário graúdo trancado dentro de apartamento, esperando a Polícia federal aparecer na sua porta....nem Ubaldo, o paranóico, faria melhor!

Para a concessão da prisão domiciliar, a juíza incluiu como condições a permanência de Abdelmassih em sua residência, com prévia autorização judicial para saídas para tratamento médico e hospitalar; uso de tornozeleira eletrônica; e perícia médica a cada seis meses ou a qualquer tempo caso haja alteração do quadro de saúde atual, a fim de se constatar sua condição física e possibilidade de retomada do cumprimento da pena na unidade prisional.

A reportagem não conseguiu contato com a Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) para saber se Abdelmassih já foi transferido da unidade prisional e para prisão domiciliar.

Edição: Fábio Massalli

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