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Avança processo contra Júlio por assassinato

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Júlio Campos é acusado de mandar mandar o empresário Antônio Ribeiro Filho e o geólogo húngaro Nicolau Ladislau Ervin Haraly por causa de uma disputa por terras com pedras preciosas


STF desmembra processo no qual Julio Campos é acusado de duplo assassinato
por Antero Paes de Barros
O ministro Marco Aurélio de Mello, do STF acolheu o pedido do MPF e determinou o desmembramento do inquérito que acusa o deputado federal, Júlio Campos, de duplo assassinato.
Júlio é acusado de ser o mandante do assassinato do empresário Antônio Ribeiro Filho e do geólogo Nicolau Ladislaw. Juntamente com Júlio Campos são denunciados Keila de Lima Arar Falcão, José Milton Fernandes e Joseph Georges Sleiman.
Com a decisão do ministro, o processo contra Júlio Campos vai tramitar no STF e os outros acusados como não tem foro por prerrogativa de função devem responder ao crime, podendo ir a júri popular em São Paulo, uma vez que os assassinatos foram executados na cidade paulista de Guarujá.
O MPF acusa Júlio Campos de ter montado uma quadrilha com o objetivo de se apropriar de terras ricas em pedras preciosas. As vítimas estariam dificultando as pretensões do deputado federal.
O advogado de Júlio Campos, Paulo Fabrinny Medeiros refutou a possibilidade de participação do parlamentar nos dois assassinatos e considerou um absurdo a denúncia feita pelo Ministério Público, “pois não existe a menor prova do envolvimento do deputado nesse caso”.
O ministro Marco Aurélio Melo, após aprovar o desmembramento do processo vai relatar se aceita ou não a denúncia do Ministério Público em desfavor de Júlio Campos. Na hipótese da denúncia ser aceita pelo ministro, o pleno do STF terá que se manifestar e sendo aceita a denúncia a defesa do parlamentar terá 15 dias para apresentar as suas razões.
FONTE BLOG DO ANTERO

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Leia Também:  Enfim o procurador Rodrigo Janot denunciou Eduardo Cunha, no STF, pelos pretensos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Citando casos de corrupção em ao menos dois episódios e mais de 60 casos diferentes de lavagem de dinheiro, Janot pede 184 anos de prisão para o atual presidente da Câmara. LEIA A DENÚNCIA E 9 VOLUMES DO INQUÉRITO SOBRE CUNHA

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Leia Também:  LIBERTEM NOSSO PRESO: A defesa do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto pediu absolvição sumária no primeiro processo aberto contra ele por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato. Vaccari alega que não arrecadou propina e que não "há nenhum indicativo de prova" de que tenha enriquecido. Em balanço recente, a Receita Federal descobriu que Vaccari não tem patrimônio.

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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