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Brasil, mostra tua cara

Ademar Adams vê Roseli Barbosa, na tv, como aberração

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A primeira dama de Mato Grosso, Roseli Barbosa, estrela de campanha publicitária paga pelo governo de Silval Barbosa, que engordou a midia regional durante a época natalina - afrontando a legislação brasileira.


Como não ficar indignado?
por ADEMAR ADAMS.
Nessa virada de ano fiquei no meu canto. Não fui a nenhuma posse e nem li jornais ou blogs. Só depois é que fiquei sabendo da sujeirada da  eleição na Câmara de Cuiabá e os desdobramentos, e do secretariado mixuruca do novo prefeito.
Já me bastavam três outros motivos para indignação:
Primeiro a campanha publicitária da prefeitura da Capital, falando de “casa arrumada”, que estava em todos os canais de rádio e TV, sites, jornais e blogs. Uma vergonha!  Gastar uma fortuna para mentir à população e tentar dourar a pílula de uma administração fracassada.
A cidade está esburacada, tem lixo pra todo lado, o Pronto Socorro num eterno caos, e o canalha tem coragem de gastar a verba pública para apregoar notórias mentiras!
O Ministério Público deveria ter imediatamente pedido, e a justiça liminarmente deveria ter mandado cessar essa monstruosidade. Isso no mínimo deseduca as crianças e deixa indignadas as pessoas de bem.
A outra aberração foi a propaganda institucional do governo estadual, onde a esposa do governador, Secretária de Trabalho e Assistência Social, aparece falando como se fosse a Madre Tereza de Calcutá. A Constituição veda este tipo de promoção pessoal!  Está lá no artigo 37, todo mundo sabe dessa proibição e as autoridades nada fazem.
Será que o chefe do Ministério Público Estadual não conhece as leis ou não assiste televisão?  Ele ganha uma fortuna justamente para ser o chefe na fiscalização das leis e deixa a sociedade desamparada numa hora destas!
E a terceira causa de indignação é ver a TV Centro América promover a “Corrida de Reis” faturando em cima da coisa pública descaradamente. Pois não é que os três principais patrocinadores são o Governo do Estado, a Assembleia Legislativa e a Prefeitura de Cuiabá?
E aí vemos um executivo que enquanto deixa a saúde no descaso e garganteia obras que nem são suas. Vemos a casa da imoralidade que consome 300 milhões por ano em futilidades, gritando ser “Casa Cidadã”. Casa cidadã, presidida por quem tem mais 100 processos por improbidade?
E uma prefeitura, que deixa o povo sem água e esgoto, escolas abandonadas e com lixo nas ruas pode gastar com evento esportivo privado?
E assim vemos que o desrespeito às leis, aos princípios que regem o trato com a verba pública e a ética que deveria nortear os governos, sendo tratados com menoscabo. E as autoridades competentes dormindo em berço esplêndido em suas mansões e condomínios de luxo, recebendo auxilio moradia…
——

Ademar Adams, jornalista


Ademar Adams é jornalista em Cuiabá

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Aliados e adversários políticos lamentam morte de Bruno Covas

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Aliados e adversários políticos manifestaram pesar pela perda do prefeito licenciado de São Paulo, Bruno Covas, na manhã deste domingo (16), no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista.

O governador do estado, João Doria, agradeceu, em nota, a dedicação de Bruno Covas à população paulistana e manifestou solidariedade à família pela morte do prefeito, que estava licenciado do cargo desde o dia 2 deste mês. O prefeito morreu hoje, às 8h20, em consequência do agravamento de  um câncer diagnosticado em outubro de 2019. “Sua garra nos inspira e seu trabalho nos motiva”, escreveu Doria.

O Poder Judiciário de São Paulo também destacou a luta de Covas pela vida. “Encerrou, no dia de hoje, uma trajetória que nos deixará exemplos de coragem e bravura frente à doença que precocemente o fez deixar a vida terrena”, diz o texto publicado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). “Destacava-se pela delicadeza de trato, que aproximava as pessoas e permitia, com isso, soluções aos problemas mais críticos enfrentados no dia a dia”, afirmou o presidente do TJSP, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco.

O diretório estadual e municipal do PSDB, partido do prefeito, destacou que Covas foi um quadro da política “formado na militância partidária que valorizava o diálogo e a construção de consensos”.

Pelas redes sociais, políticos de diversos matizes partidários lamentaram a morte precoce do prefeito. Guilherme Boulos, do PSOL, que enfrentou Covas no segundo turno das eleições municipais de 2020, disse: “Tivemos uma convivência franca e democrática. Minha solidariedade aos seus familiares e amigos neste momento difícil. Vá em paz, Bruno!”.

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Ex-presidentes da República, como Michel Temer, Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva também escreveram mensagens públicas de pesar.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, relembrou a trajetória familiar dos Covas. “Assim como seu avô, o governador Mario Covas, lutou bravamente pela vida e honrou o mandato que recebeu do povo paulistano até o final, sempre com altivez.”

O Santos, time do coração de Bruno Covas, publicou no Twitter mensagem lamentando a perda do torcedor: “O Santos FC lamenta profundamente o falecimento do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Santista apaixonado, Covas foi um exemplo de luta e amor à vida nessa triste batalha contra o câncer. Nossos sentimentos aos amigos e familiares!”

Homenagens

O corpo do prefeito será levado para o hall do Edifício Matarazzo, sede da prefeitura paulistana, onde será feita uma homenagem restrita a amigos e familiares, devido à pandemia.

Em seguida, o corpo de Bruno Covas seguirá em carro aberto, em cortejo, pela Avenida Paulista, pelo Viaduto do Chá e Largo Paissandu e pelas avenidas São João e Ipiranga, além da Rua da Consolação e outras vias. O corpo será sepultado na cidade de Santos, terra natal do prefeito, em cerimônia também restrita à família.

Um link via YouTube será disponibilizado para os que desejarem acompanhar a cerimônia no Hall Monumental do Palácio Matarazzo. A homenagem terá início às 13h.

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Trajetória

Bruno Covas era filho de Pedro Lopes e Renata Covas Lopes e pai do jovem Tomás Covas. Nascido em Santos, no litoral paulista, no dia 7 de abril de 1980, Bruno Covas foi advogado, economista e político brasileiro. Mudou-se para a capital paulista em 1995 e, dois anos depois, filiou-se ao PSDB, seguindo os passos do avô, o ex-governador Mário Covas (1930-2001). No partido, chegou a ser presidente estadual e nacional da juventude do PSDB e ocupou cargos na Executiva Estadual.

Sua carreira na política começou em 2004, quando se candidatou a vice-prefeito da cidade natal. Dois anos depois, foi eleito deputado estadual na Assembleia Legislativa de São Paulo e reeleito para o mesmo cargo em 2010, com mais de 239 mil votos, sendo o mais votado daquele ano no estado.

No ano seguinte, assumiu como secretário estadual do Meio Ambiente no governo de Geraldo Alckmin, permanecendo no cargo até 2014, quando foi eleito deputado federal para o mandato 2015-2019.

Em 2016, candidatou-se a vice-prefeito de São Paulo na chapa de João Doria e eleito, e renunciou ao mandato de deputado federal. Dois anos depois, assumiu a prefeitura após a renúncia de João Doria, que deixou o cargo para concorrer ao governo paulista. Em sua gestão, teve que enfrentar a pandemia do novo coronavírus, que chegou a São Paulo em fevereiro de 2020.

Edição: Nádia Franco

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