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A FILA ANDA – Vagas que Mariano Travassos, Ferreira Leite e Tadeu Cury não souberam honrar serão preenchidas dia 5. Maria Aparecida Ribeiro, José Zuquim e Rondon Bassil despontam como favoritos para compor Tribunal de Justiça

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Juizes Maria Aparecida Ribeiro, José Zuquim e Rondon Bassil, que devem ser promovidos a desembargadores pelo Pleno do TJ no próximo dia 5


Maria, Rondon e Zuquim serão eleitos no dia 5
Antonielle Costa
Os juízes Rondon Bassil, Maria Aparecida Ribeiro e José Zuquim serão eleitos desembargadores em sessão extraordinária no próximo dia 5, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso. A informação foi confidenciada ao Mato Grosso Noticias, por uma fonte ligada ao Poder Judiciário.
As vagas estão abertas em decorrência da aposentadoria dos desembargadores Mariano Travassos, José Ferreira Leite e José Tadeu Cury. No mês de junho, o Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a eficácia da liminar do ministro Celso de Mello, que mantinha os magistrados nos quadros do TJ.
Rondon Bassil e José Zuquim serão escolhidos pelo critério de antiguidade. Já na disputa por merecimento deve ser eleita a juíza Maria Aparecida Ribeiro. Ela ficou na segunda colocação na disputa realizada no mês de julho.
Com a eleição, o quadro do Pleno do TJ fica completo, uma vez que dois desembargadores estão afastados por decisão do Superior Tribunal de Justiça, José Luiz de Carvalho e Evandro Stábile.
Tiveram as inscrições deferidas para a disputa
Rondon Bassil Filho, José Zuquim, Adilson Polegato, Sebastião Barbosa, Elinaldo Veloso, Nilza Maria de Carvalho, Helena Maria Bezerra, Flávia Catarina de Amorim Reis, Serly Marcondes, Cleuci Terezinha Chagas, Maria Aparecida Ribeiro, Maria Aparecida Fago e Jorge Luiz Tadeu Rodrigues.
Mulheres no Poder
A juíza substituta de 2° grau, Marilsen Addario, foi eleita desembargadora no mês de julho. Ela disputou uma vaga por merecimento aberta com a aposentadoria de Teomar de Oliveira, que completou 70 anos – idade limite para permanência no serviço público.
Marilsen foi a quarta mulher a compor o Pleno do Tribunal de Justiça. Atualmente ocupam cadeiras no tribunal as desembargadoras Maria Helena Póvoas, Clarice Claudino da Silva e Maria Erotides Baranjak.
Sendo eleita, Maria Aparecida será a 5º mulher a integrar a Corte.
FONTE MATO GROSSO NOTICIAS

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Leia Também:  JOSÉ PAULO TRAVEN: A Secretaria Estadual de Cultura foi criada pelo governador Dante de Oliveira no ano de 1995, e podemos dizer que nestes quase 20 anos, tivemos muitos avanços. Por aqui o pioneirismo sempre esteve presente na arte e no fazer cultural, é bom lembrar que Mato Grosso já havia organizado um Conselho Estadual de Cultura e um Sistema de financiamento e incentivo a cultura baseado em lei de incentivo, muito antes de estado do Rio de Janeiro

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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