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Wellington diz que defende a população – não a empreiteira Delta

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Com relação às declarações do ex-diretor do Dnit, Luiz Pagot, publicadas pela revista Época, o deputado federal Wellington Fagundes (PR-MT), divulgou, nesta sexta-feira,  o seguinte comunicado:
Nota de esclarecimento
Em atenção à matéria publicada no site da Revista Época, onde o ex-diretor-geral do Dnit, Luiz Antônio Pagot, teria dito que pressionei o Departamento em favor da empresa Delta no que se refere às obras na BR-163 (trecho da Serra de São Vicente), esclareço que jamais fiz qualquer interferência para facilitar ou diminuir as exigências impostas à empresa contratada. Como representante da população de Mato Grosso, estive várias vezes no Dnit para reivindicar a conclusão dessa obra.
Quero destacar que todas as audiências realizadas no órgão contaram com a presença de assessores, prefeitos e da imprensa, que podem testemunhar que nunca estive tratando de interesse desta ou de qualquer outra empresa. Ao contrário, sempre atuei tão somente em prol do Estado e da população.
A pavimentação do trecho acima citado deveria ter sido entregue à população há quase um ano. Ela está praticamente pronta, o dinheiro público foi aplicado, mas os benefícios para a população ainda não se efetivaram. A BR-163 é uma das mais importantes vias de escoamento da produção agrícola de Mato Grosso e eixo de ligação entre o Norte, Sul e Sudeste do País. O trecho da Serra de São Vicente é considerado um dos pontos mais críticos dessa rodovia pelo grande volume de caminhões de cargas e de veículos de passageiros. Entre os resultados das más condições de trafegabilidade, estão inúmeros acidentes que já tiraram a vida de centenas de pessoas.
Como parlamentar, continuarei a reivindicar a conclusão dessa obra para que a população de Mato Grosso e todos os usuários da rodovia possam ser beneficiados.
Muito obrigado.
Deputado Federal Wellington Fagundes.

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

Leia Também:  VEREADORES COMPRADOS POR 30 MIL REAIS: Deputado José Domingos denuncia que empresário estaria comandando corrupção eleitoral na região do Médio Norte. Citando os municípios de Diamantino, Nobres, Alto Paraguai e Arenápolis, Domingos garantiu que se esse movimento “sem vergonha” continuar ocorrendo, irá colher assinaturas de outros deputados para a abertura de um processo de investigação parlamentar. OUÇA AQUI NA ÍNTEGRA

A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

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Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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