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Taques reage, pelo menos em VG, e veta apoio a partido de Riva

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O site O Documento, produzido pela equipe de Maksues Leite, taxa a atitude de Pedro Taques de “radicalismo”. Pois é esse radicalismo que os homens e as mulheres de bem de Mato Grosso esperam de Pedro Taques. Tolerância zero com os partidos marcados pela corrupção. Mas se não pode coligar com o PSD em VG, não pode também coligar com o PR do Escândalo dos Maquinários em Cuiabá. Meio radicalismo não vale. Ser meio radical com a corrupção é como querer ficar meio grávido: não dá pra acreditar. Confiram o esperneio do site do Maksuês Leite, sabidamente ligado a Riva. (EC)
Senador impede coligação do PDT com qualquer um dos três candidatos a prefeito
CLÁUDIO MORAES
Da Editoria – O DOCUMENTO
O radicalismo do senador Pedro Taques (PDT) acabou prejudicando o PDT na composição política para a disputa da prefeitura de Várzea Grande neste ano. Ele impediu que a Comissão Provisória do partido na cidade se coligasse com qualquer um dos três candidatos ao paço Couto Magalhães, que são a ex-primeira-dama Lucimar Campos (DEM), deputado estadual Wallace Guimarães (PMDB) e ainda o prefeito Sebastião dos Reis Gonçalves, o “Tião da Zaeli” (PSD).
Em princípio, o PDT tinha o projeto de lançar um candidato próprio sendo que os nomes cotados eram dos empresários Juliano Bortolotto, Fernando Minosso e Fernando Mendonça. Todavia, nenhum deles se viabilizou para a disputa.
Sem projeto próprio, o PDT passou a ser a “noiva da vez”. Os três candidatos a prefeito ofereceram a indicação de vice em suas chapas para os pedetistas.
Todavia, a composição foi vetada pelo senador pedetista que alegou “coerência”. Em relação a uma composição com o DEM, ele teria argumentado que não se sentiria bem no mesmo palanque da força política que representa o conservadorismo em Várzea Grande.
Já sobre o apoio a Wallace Guimarães, ele usou a mesma tese usada para evitar uma composição do PDT com o PMDB em Cuiabá. Ele tem se usado um discurso de oposição ao governador Silval Barbosa (PMDB), que é a referência de imagem de Wallace na disputa pelo paço Couto Magalhães.
Os três líderes pedetistas tinham simpatia pelo apoio a reeleição do prefeito “Tião da Zaeli”. Todavia, Pedro Taques rejeitou a aliança pelo ato de que o partido do prefeito é liderado no Estado pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual José Riva (PSD), desafeto político do senador.
Desistência
Diante da indefinição, o PDT vive uma intensa crise interna em Várzea Grande. Além de ficar sem uma vice e candidatura própria, os candidatos do partido a Câmara de Vereadores começam a desistir.
Dos 14 pré-candidatos ao Legislativo, quatro já recuaram da ideia. Sem palanque, o partido passa por um processo de autofagia.

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

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A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

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Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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