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No manifesto contra reeleição de Zé Pedro Taques, antigos parceiros reforçam suspeitas de corrupção no governo que fez do combate à corrupção sua maior bandeira

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Zé Pedro Taques, na Caravana da Transformação, em Barra do Bugres


 
Parece que só vai sobrar mesmo o Paulo Taques…
O lançamento do manifesto assinado por antigos apoiadores do governador tucano Zé Pedro Taques marcou a semana.
Uma articulação do antigo coordenador geral de sua campanha, em 2014, o empresário e ex-prefeito de Lucas, Otaviano Pivetta.
O manifesto procura, evidentemente, mostrar o crescente isolamento político em que se encontra Zé Pedro.
Não bastasse a oposição, faltou habilidade ao governador para sossegar muitos dos agentes políticos que o ajudaram a chegar ao Paiaguás.
O rápido retrato traçado no manifesto é de um governador algo trapalhão, macaco em loja de cristais, que não cumpriu nada do que se comprometeu a fazer – e ainda decepcionou fortemente seus aliados.
E está lá a pecha que, certamente, mais irrita o Zé Pedro: a de que comandou um governo tal e qual o do Silval, de quem ele tanto falou, que está sendo marcado por fortes indícios de corrupção.
Falei no Paulo Taques, mas o Paulo já saiu e está responde seus próprios processos. Na verdade, o manifesto revela um Zé Pedro Taques ameaçado pela solidão política e desafiado a dar a volta por cima. Não é coisa que se resolva só com marketing eleitoral
 

Antigos parceiros dizem não à reeleição do governador tucano Zé Pedro Taques by Enock Cavalcanti on Scribd

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

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A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

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Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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