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HOMEM-BOMBA – Processado por Chico Daltro, Éder fala em abrir o bico sobre bastidores do VLT e denúncia de propina de 80 milhões

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Eder Moraes ressalta que está aberto a qualquer questionamento e que o requerimento aprovado pela Assembleia Legislativa convidando para esclarecimentos o vice-governador Chico Daltro e o seu ex-assessor especial Rowles Magalhães deveria incluir outras autoridades. “O convite deve me incluir, além dos deputados José Riva e Guilherme Maluf e o conselheiro do Tribunal de Contas, Sérgio Ricardo. Isso deve ser feito para que não fique a impressão de parcialidade. Não tenho nada a esconder”.


Éder pede para ser convocado pela AL e adianta que falará “apenas a verdade”
Menos de 24 horas após ser acionado criminalmente, o ex-secretário da Copa do Mundo, Eder Moraes, assegurou estar absolutamente tranquilo em relação à queixa crime registrada no Fórum de Cuiabá pelo vice-governador Chico Daltro (PSD), que alega ser vítima de calúnia, injúria e difamação. “Estou absolutamente tranquilo. É uma demonstração clara de arrogância, prepotência de um vice-governador do Estado em relação ao Estado democrático de direito e liberdade de expressão”, cutucou o ex-secretário.
Para Eder, Daltro está numa situação constrangedora e busca criar fatos para diminuir o desgaste. “Contra fatos não há argumentos. Daltro contratou Rowles Magalhães para atuar em seu gabinete e só decidiu demiti-lo pela pressão da opinião pública”.
O vice-governador disse através de seu advogado Huendel Rolin que o ex-secretário Eder Moraes, demitido do Estado, terá que dar explicações para a Justiça e a sociedade. “É bem verdade o que ele afirma, contra fatos não há argumentos e como foi ele quem adquiriu o estudo do VLT, ele portanto, se relaciona com Rowles Magalhães há mais tempo”, disparou.
Eder Moraes ressalta que está aberto a qualquer questionamento e que o requerimento aprovado pela Assembleia Legislativa convidando para esclarecimentos o vice-governador Chico Daltro e o seu ex-assessor especial Rowles Magalhães deveria incluir outras autoridades. “O convite deve me incluir, além dos deputados José Riva e Guilherme Maluf e o conselheiro do Tribunal de Contas, Sérgio Ricardo. Isso deve ser feito para que não fique a impressão de parcialidade. Não tenho nada a esconder”.
O processo de doação do projeto de viabilidade do VLT também não foi tão essencial, explica Eder Moraes. “Parte deste estudo foi aproveitado. A Secopa buscou outras fontes para confeccionar o produto final que serviu de base para o anteprojeto do RDC (Regime Diferenciado de Contratação)”.
A transparência também foi um dos procedimentos adotados. “O estudo doado foi registrado em cartório de títulos, tornando público o documento”.

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

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Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

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Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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