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FÁBIO PANNUNZIO- Raposa com bens bloqueados, Riva volta a tomar conta do galinheiro em MT. Mato Grosso merece Riva e suas mazelas. E Riva merece MT, um dos últimos grotões onde ainda é possível fazer fortuna na política sem uma mínima noção de honestidade

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Continua repercutindo negativamente pelo Brasil a fora, a nova posse do deputado José Geraldo Riva como presidente da Assembléia Legislativa de Mato Grosso. Em seu blogue, o jornalista Fábio Pannunzio, uma das estrelas do jornalismo da Rede Bandeirantes de Televisão manchetou o seguinte –  'Raposa com os bens bloqueados volta a tomar conta do galinheiro em Mato Grosso'

Pannunzio, que já esteve em Mato Grosso documentando os processos do MPE-MT contra Riva define José Geraldo Riva, em seu texto, como 'um dos ícones da pior prática política brasileira' e como 'Riva é o maior ficha-suja brasileiro'. E conta que,  'no mesmo dia em que recebia os votos de 22 dos 24 sócios do parlamento que o reconduziram à presidência da ALMT, Riva sofria mais uma derrota humilhante no Judiciário de Brasília. Por unanimidade, os ministros integrantes da Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça negaram provimento a um embargo de declaração interposto por seus advogados que tinha por objetivo autorizar a liberação dos bens dos deputado, tornados indisponíveis no curso de uma das ações de improbidade administrativa que lhe move o Ministério Público de Mato Grosso.'

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No fechamento do texto, um tapa na cara, não só do deputado mais processado do Brasil mas também naqueles que o elegeram e continua respaldando como um dos homens mais poderosos de Mato Grosso. Pannunzio escreve – O Mato Grosso, por ação ou omissão, merece Riva e suas mazelas. E, sem o risco de criar um sofisma, pode-se afirmar trnaquilamente que Riva merece o Mato Grosso, um dos últimos grotões brasileiros onde ainda é possível fazer fortuna na política sem nenhuma virtude, honra ou uma mínima noção de honestidade.

PARA LER O INTEIRO TEOR DO TEXTO DE FÁBIO PANNUNZIO SOBRE GERALDO RIVA, CLIQUE NO LINK ABAIXO

http://www.pannunzio.com.br/?p=6648

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No dia do servidor público, comunidade da UFMT alerta população sobre a PEC 32 e cobra deputados

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Adufmat cobra compromissos dos parlamentares que representam o povo trabalhador de Mato Grosso

Já faz mais de um ano que os servidores públicos federais, estaduais e municipais denunciam a elaboração de mais um forte e perigoso ataque contra os direitos constitucionais. O Governo Federal queria aprovar sua proposta de Reforma Administrativa (PEC 32) em agosto deste ano, mas devido à gravidade da pauta e a pressão de sindicatos e movimentos sociais, tem encontrado dificuldades para conseguir os 308 votos necessários.

Nessa quinta-feira, 28/10, Dia do Servidor Público, a comunidade acadêmica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), representada pelos sindicatos dos docentes, técnicos-administrativos e estudantes – Adufmat-Ssind, Sintuf/MT e DCE, respectivamente -, fez mais uma intervenção: encheu de faixas as grades da universidade para denunciar o ataque e cobrar os parlamentares mato-grossenses.

Há seis semanas servidores de todo o país fazem vigília em Brasília para demonstrar aos parlamentares que a população é contrária à PEC 32, porque sabe que será prejudicada. A Adufmat-Ssind já realizou diversas atividade nesse sentido. Publicou uma cartilha elencando os malefícios da PEC 32 para os servidores e para a sociedade como um todo (clique aqui para acessar), organizou atos e campanhas nas ruas, redes sociais, emissoras de TV e rádio, lives, além de uma série de programas com a personagem Almerinda para dialogar com a população sobre o assunto.

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A PEC 32 é a terceira proposta de Reforma Administrativa desde a promulgação da Constituição de 1988 e, desta vez, tem como objetivo precarizar os contratos dos trabalhadores, colocando os servidores públicos em condição de maior fragilidade e permitindo todo tipo de barganha com os cargos públicos. Também pretende introduzir o princípio de subsidiariedade, no qual o Estado atua como um igual, e não como um ente superior ao setor privado e conceder superpoderes ao presidente da República, que passaria a poder destruir instituições e autarquias com apenas uma canetada.

A justificativa mentirosa utilizada pelos governantes para aprovar a PEC 32 seria acabar com privilégios de servidores. No entanto, políticos, militares de alta patente e o alto escalão do Poder Judiciário, exatamente aqueles que recebem salários exorbitantes, ficarão de fora da Reforma. Ela tingirá, apenas, os servidores que recebem os menores salários, em sua maioria, os que estão em contato direto com a população usuária dos serviços públicos.

O Governo também mente sobre os reflexos da reforma para os atuais servidores federais, estaduais e municipais. Além de já receberem os piores salários e enfrentarem ambientes de trabalhos precarizados, esses servidores correm o risco de sofrer redução de salários e carga horária de trabalho em até 25%.

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Para o diretor geral da Adufmat-Ssind, professor Reginaldo Araújo, a data é mais uma grande oportunidade para “chamar a atenção da população sobre os ataques da PEC 32 e cobrar os deputados, lembrando que aqueles que atacam a população dessa forma costumam não ser reeleitos, a exemplo da última Reforma da Previdência”.

Até o momento, os deputados mato-grossenses que se declararam contrários à PEC 32 são: Rosa Neide (PT), Emanuelzinho (PTB), Leonardo (SDD), Carlos Bezerra (MDB) e Juarez Costa (MDB). Os deputados que ainda se mostram favoráveis à proposta são Neri Gueller (PP), Nelson Barbudo (PSL) e José Medeiros (PODE).

Protesto na UFMT contra PEC 32

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