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EDUARDO GOMES: DEM terá candidato e não apoiará Emanuel em Cuiabá, garante Beto Dois a Um

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Eduardo Gomes e Beto do DEM

BETO DOIS A UM – Candidatura do DEM e sem Emanuel Pinheiro no palanque

POR EDUARDO GOMES, NO BOA MIDIA

Beto: DEM com candidato e longe de Emanuel Pinheiro

Na cabeça de chapa. Assim estará o Democratas na eleição para prefeito de Cuiabá, no próximo ano. Quem garante isso é seu presidente municipal, Beto Dois a Um. Em outras palavras o dirigente partidário disse que partido que não disputa votos é igual time que não joga: não marca gol.

Beto Dois a Um tem uma convicção, uma preocupação e um posicionamento. Seu entendimento: por avaliar que o DEM seja um grande partido tanto nacionalmente quanto em Mato Grosso e em Cuiabá, defende uma chapa encabeçada por democrata para a prefeitura. Sua cautela: mesmo mantendo firme postura em defesa de um candidato democrata, o presidente municipal encontra caminhos para não pisar em ovos, o que poderia criar atritos com os partidos aliados ao governador democrata Mauro Mendes, que em tese poderão repetir essa união na eleição em Cuiabá – daí, todas as siglas que apoiam o governo são bem aceitas e para recebê-las não há somente uma janela aberta, mas uma porta que é verdadeira avenida política. Pé atrás: por mais que se esforce para se mostrar aberto ao diálogo, o presidente do Democratas descarta a possibilidade de dividir palanque com o prefeito Emanuel Pinheiro (MDB).

O vídeo do Paletó, fantasma para Emanuel Pinheiro

 
 

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Para Beto Dois a Um, partido que tem em seus quadros o governador Mauro Mendes; senador Jayme Campos,; presidente da Assembleia Legislativa, Eduardo Botelho; Lucimar Campos, prefeita de Várzea Grande, o segundo maior município mato-grossense; ex-governador e ex-senador Júlio Campos; deputado estadual Dilmar Dal’Bosco; e mais de uma centena de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em todas as regiões, “não pode ficar fora da disputa em Cuiabá, que é a caixa de ressonância política em Mato Grosso“.

Com quase a mesma cautela que adota para não quebrar ovos, Beto Dois a Um tenta desconversar sobre nomes do Democratas para a prefeitura, mas nem isso o impede de citar Botelho e Júlio Campos, enquanto “potenciais candidatos“.

Falar em eleição para a prefeitura de Cuiabá sem citar Emanuel Pinheiro é o mesmo que ir a Roma e não ver o Papa. Emanuel Pinheiro nunca assume a condição de candidato, mas tudo que diz ou que seu grupo fala está ligado à eleição em 2020 e ao alardeado sucesso de sua administração. O prefeito – avaliam analistas – somente não assume a postura de quem pretende disputar novo mandato, por conta do fantasma do Paletó, que o ronda – o lamentável episódio onde cai um pacote de dinheiro do bolso de seu paletó, fato esse de domínio público. Questionado sobre a possibilidade de coligação do DEM com o MDB de Emanuel Pinheiro, Beto Dois a Um foi taxativo: “não. Com ele (Emanuel Pinheiro) não; jamais com ele”.

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ENTREVISTA – Beto Dois a Um conversou com Boamidia após participar ao vivo do programa Amplo, Geral e Irrestrito, apresentado no Facebook pelo jornalista Enock Cavalcanti (paginadoe.com.br), na redação do site ofactual.com.br, em Cuiabá. O programa foi ao ar às 15 horas da quarta-feira, 30 de outubro. Na bancada da entrevista o jornalista Eduardo Gomes (boamidia.com.br). Na direção, o empresário e publicitário Cláudio Cordeiro (ofactual.com.br).

Redação Boamidia

FOTOS:

1 – Boamidia em 30 de outubro de 2019

2 – Sobre imagem da TV Globo

 
 

FONTE BOA MIDIA

 
CLIQUE E CONFIRA NO VÍDEO A ÍNTEGRA DA CONVERSA DE BETO DOIS A UM E DO DEPUTADO ESTADUAL DR EUGENIO COM OS JORNALISTAS ENOCK CAVALCANTI E EDUARDO GOMES NA REDAÇÃO DE O FACTUAL

Enock Cavalcanti e Eduardo Gomes entrevistam Deputado Dr. Eugenio e Beto 2 a Um, presidente do DEM Cuiabá from Enock Cavalcanti on Vimeo.

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CNJ NÃO AUTORIZOU FARRA COM DINHEIRO PÚBLICO – Orgia salarial no TJ-MT, então comandado pelo des. Carlos Alberto, será investigada

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Desembargador Carlos Alberto Alves da Rocha

Os orgãos de controle que não controlam nada em Mato Grosso, notadamente quando estão envolvidas as elites dos poderes, seguem caladas depois da revelação impactante do jornal O Estado de S Paulo. Os jornais amigos e os jornalistas amestrados, em Mato Grosso, escondem mais uma vez os fatos, em evidente reverência aos togados do Tribunal de Justiça, o que só traduz a subserviência e o capachismo de uma grande maioria.

Enquanto aqui em Mato Grosso, todos se calam, pressionados lá em Brasilia pela reportagem do Estadão, as autoridades do Conselho Nacional de Justiça, algo constrangidas, revelam que um inquérito será aberto para apurar os fatos.

Nenhum susto, nenhuma condenação prévia, afinal são autoridades do Judiciário falando de autoridades do Judiciário. Quem fiscaliza os fiscais? Parece que ninguém. O que se sente é que se o Estadão botar o pé no freio, o assunto vai para debaixo do tapete. E a grana recebida, pelo que se supõe, indevidamente, driblando pelo menos a obediencia devida ao CNJ, continuará no bolso do paleto dos nossos doutos magistrados. Mas leia com atenção este trecho da reportagem: O colegiado informou que não recebeu qualquer solicitação da Corte para pagamento de verbas extras, como prevê a lei.” Ora, doutos magistrados desrespeitando a Lei para ganharem mais?! E se uma Lei é afrontada, desrespeitada, atropelada, para favorecer indevida vantagem pecuniária, isso já não é bastante para anular qualquer pagamento feito?! Ou só cabe aos ladrões de galinha, se é que ainda existem galinhas e ladrões de galinha, respeitar a Legislação em vigor?!

Se fala muito aqui em Cuiabá do paletó do prefeito Emanuel Pinheiro. E do paletó recheado de grana dos desembargadores, em dezembro de 2020, quem é que vai comentar? Só esse insensato blogueiro chamado Enock Cavalcanti? Bem, tenho minhas limitações, então fico neste vagido. Leia a integra da nova reportagem do Estadão. (Enock Cavalcanti)

 

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Conselho Nacional de Justiça investiga ganhos extras de magistrados no Mato Grosso

Os 29 desembargadores do TJ-MT receberam em suas contas, em dezembro, uma média de R$ 262,8 mil

Patrik Camporez, O Estado de S.Paulo

BRASILIA – O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu investigar se há irregularidades nos vencimentos pagos a desembargadores do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJ-MT), em dezembro do ano passado. O colegiado informou que não recebeu qualquer solicitação da Corte para pagamento de verbas extras, como prevê a lei.

Os 29 desembargadores do TJ-MT receberam em suas contas, em dezembro, uma média de R$ 262,8 mil. O valor foi adicionado ao salário de cada magistrado, num contracheque à parte, e é referente ao pagamento de “penduricalhos” e vantagens extras previstas nas normas do tribunal, como mostrou o Estadão.

As eventuais irregularidades serão apuradas pela Corregedoria Nacional de Justiça, vinculada ao CNJ. Após a publicação da reportagem, na última quarta-feira, 20, o CNJ informou que o pagamento de verbas remuneratórias ou indenizatórias nos tribunais depende de autorização prévia do próprio conselho, como determina a Recomendação n. 31/2018 e o Provimento 64/2018. Segundo o colegiado, “não foi submetida, apreciada ou deferida autorização formulada pelo TJ-MT ao CNJ nos meses que antecederam a folha de dezembro”.

A lei determina que as solicitações de pagamentos extras sejam apreciadas pela Corregedoria. Quando deferidas, porém, ficam condicionadas à disponibilidade orçamentária dos tribunais. No que se refere à indenização de férias, a Corregedoria propôs ao plenário do CNJ, em dezembro, a edição de normativa estabelecendo critérios de pagamentos.

A intenção da medida, de acordo com o CNJ, é exatamente combater eventual prática de indenização generalizada de férias dos magistrados brasileiros. A apreciação da matéria aguarda a inclusão em pauta para julgamento.

‘Há a diversidade de leis e benefícios locais’

A Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) informou ao Estadão, por sua vez, que a remuneração de juízes e desembargadores é regida “pela Constituição e pelas leis federais”. A entidade admitiu, porém, que “há benefícios locais”.

No âmbito da magistratura da União, que inclui a magistratura do trabalho, a realidade remuneratória é bem linear. Somos regidos diretamente pela Constituição e pelas leis federais. No âmbito dos Estados, no entanto, há a diversidade de leis e benefícios locais”, afirmou a presidente Anamatra, juíza Noemia Garcia Porto.

A magistrada disse haver no País iniciativas para “simplificar” a estrutura de remuneração de magistrados. Sem entrar no caso específico de Mato Grosso, sob o argumento de que precisaria de mais dados para opinar, Noemia destacou que a Anamatra defende “unidade na magistratura que também signifique unidade remuneratória, o que não é realidade”.

No caso do TJ-MT, os valores extras pagos em dezembro são divididos entre verbas indenizatórias – auxílios para transporte, alimentação, moradia e saúde – e vantagens pessoais, como 13.º salário, indenizações por férias não tiradas e eventuais serviços extraordinários prestados pelos desembargadores.

Apenas cinco desembargadores receberam menos de R$ 200 mil em dezembro, já debitados os impostos e demais descontos. Ao todo, foram R$ 6,9 milhões apenas em pagamentos extras naquele mês. Apesar de chamar a atenção, o caso de Mato Grosso não é o único. Outros tribunais também pagaram valores acima do teto salarial, no fim do ano, para desembargadores. Eram, porém, proporcionalmente menores.

Em São Paulo, por exemplo, um dos magistrados recebeu R$ 113,8 mil na soma de remuneração mensal, “penduricalhos” e outras vantagens previstas. Com os descontos, no entanto, o valor depositado na sua conta, no encerramento do mês, foi de R$ 51,2 mil.

 
ENTENDA O CASO:  Pagina do E | Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada” (paginadoenock.com.br)
 

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FONTE O ESTADO DE S. PAULO

Lista Com Pretenso Faturame… by Enock Cavalcanti

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