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AURO IDA SAI EM SOCORRO DE PEDRO HENRY E INVESTE CONTRA PEDRO TAQUES – "Como ex-procurador da República, Pedro Taques deveria, primeiro, "lavar" a sua cozinha para, depois, se preocupar com outras peças da "casa"

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Acirra-se a briga dos políticos do PP, com as pessoas que atuam em sua área de influência, contra o senador Pedro Taques. Depois da troca de farpas, na semana passada, via CBN, entre o próprio Taques com o secretário de Saúde, agora é a vez do jornalista Auro Ida – articulista do Olhar Direto, site cujo diretor Marcos Coutinho foi flagrado fazendo dupla com Geraldo Riva na visita a magistrados de Mato Grosso – investir contra Pedro Taques. Em artigo pretensamente irônico, divulgada neste início de semana, Auro Ida sugere, entre outras coisas, que Pedro Taques, atuando nas investigações do assassinato do juiz Leopoldino Marques do Amaral, teria deixado de convocar uma testemunha fundamental para o esclarecimento do crime. Sugere também que Taques se omite no combate a uma pretensa máfia dos combustíveis e à prática da corrupção por membros do Ministério Público e do Poder Judiciário. Confira o artigo que, certamente, foi feito para acirrar o confronto que se trava, atualmente, entre os políticos do PP e o senador Pedro Taques.

'A seriedade de Pedro Taques'

por Auro Ida
DO OLHAR DIRETO

"Se nós vivêssemos em um paí­s sério, esse elemento (Henry) já estaria preso". A afirmação foi feita pelo senador Pedro Taques (PDT), ao responder o secretário estadual de Saúde, Pedro Henry (PP). Não vou entrar no mérito da discussão dos dois, mas sou obrigado a concordar com o político pedetista que esse paí­s sofre com falta de seriedade das nossas instituições como Judiciário, Legislativo e Executivo.

Existem leis, mais do que suficientes, para punirem os corruptos e os maus políticos. Porém, a justiça faz vistas grossas, criando um ambiente de impunidade. O que falta é uma lei, dura, para punir os maus membros do Judiciário e do Ministério Público.

Acho até engraçado quando o moralista mor do nosso estado prega crime hediondo para os casos de corrupção. Enquanto isso, magistrados e promotores e procuradores, mesmo que cometam crimes de improbridade, recebem, como punição, a aposentadoria compulsória . Uma desgraça.

E, como ex-procurador da República, Pedro Taques deveria, primeiro, "lavar" a sua cozinha para, depois, se preocupar com outras peças da "casa". Mas voltando a sua frase de que esse país não é sério, devo confessar:

Esse país não é sério, quando o procurador do caso Leopoldino (há gente que acha que ele está vivo) abre mão da extradição da testemuna chave para elucidação do caso chamado Mescos Peralta, que estava preso no Paraguai. Estranhamente, nenhum órgão de imprensa divulgou o fato.

Leia Também:  VALTER POMAR E OS DESAFIOS DO 2º TURNO: “Nestes últimos anos a burguesia girou para a direita, mas na classe trabalhadora, que é maioria, não houve um giro total para a esquerda. Se essa nova geração que entrou no mercado de trabalho agora, devido às políticas do PT, tivesse acesso a uma mídia e uma educação mais democrática teria virado para a esquerda. Como isso não ocorreu, o que prevalece é a ideologia dominante, de uma guinada conservadora”

Esse país não é sério quando um polí­tico, em conversa reservada, diz que não acredita em Deus e, de público, surpreende dizendo ser temente a Deus. E, pior, frequenta, em sua cidade natal, segundo informações, terreiro de macumba. Ou seja: acende uma vela a Deus e outra ao diabo.

Esse não é um país sério quando não se faz nada para impedir a atuação da máfia do combustível. não se sabe por quais razões que a nossa vã filosofia desconhece. Inclusive, personalidade do setor negocia compra de um canal de televisão não sei para que. Ou será?

Esse não é um pais sério quando se promete acabar com as mordomias dos políticos e, depois de eleito, se beneficia de todas as regalias.

Esse país não é serio quando não se faz nada para acabar com a farra dos frigoríficos, que quebram adoidado no nosso estado, causando prejuízos enormes a toda população por razões inimagináveis.

Esse pais não é sério quando se faz tráfico de influência …..deixa pra lá.
Esse paí­s não é sério quando diz que respeita a liberdade de imprensa, mas tenta intimidar jornalista dizendo que vai processar etc.

Definitivamente, esse não é um paí­s sério pois acredita em falso "moralista" como se fosse o messias do século XXI para salvar Mato Grosso das "garras" dos maus polí­ticos. É….eu acredito em Papai Noel. Ho! Ho! Ho! Ho! Ho! Ho! Ho! Ho!

fonte OLHAR DIRETO

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MAIS PEDRO TAQUES

Pedro Taques e o PDT no meio do caminho!
Valdinei Barbosa

          Pedro Taques é o sujeito certo, no momento certo, no lugar certo, mas no partido errado!

          A maioria dos formadores de opinião, da classe política e dos meios de comunicações têm percebido, que os movimentos do senador Pedro Taques são no sentido de tentar construir uma candidatura ao governo do Estado em 2014. Digo isso, por que o mesmo assumiu o PDT estadual, lidera um bloco de partidos de oposição, e tem posicionado contra tudo que pensam seus opositores em nível de Mato Grosso, independente se o assunto tem apoio da maioria ou irá beneficiar a população, se a idéia partir da oposição não tem crédito, ele é contra.       

Leia Também:  Na articulação situacionista, que tenta definir um candidato para enfrentar Pedro Taques, José Geraldo Riva - o político mais processado por corrupção em Mato Grosso - já começou a falar grosso. E não apareceu ninguém pra mandar o Riva calar a boca e ficar quietinho, já que, pretensamente, ele está saindo de cena.

          O sujeito certo! A oposição brasileira que esta desorientada, reduzida e bate cabeça para achar uma voz, um líder, ainda tem a expectativa que Taques seja essa pessoa. Que ele seja capaz de preencher a lacuna deixada pelo ex-senador amazonense Arthur Virgílio exímio e combativo opositor do governo Lula. Todo mundo esperava que este papel fosse do Aécio Neves. Mas já dizia seu avô Tancredo Neves: “Mineiro não é radical. E ser radical não é mineiro”.   Aécio tem o estilo conciliador, radicalidade não é a sua praia. 

          No momento certo! Nunca teve um terreno tão fértil para um novato crescer como opositor. Principalmente por que a oposição brasileira carece de uma nova identidade ideológica, de uma nova roupagem, de um novo discurso, precisa de alguém capaz de comunicar com estas novas categorias sociais. Essa nova parcela da sociedade que pertencem aproximadamente 51% da população brasileira espera do poder público, respostas para duas grandes questões nacionais que assolam o Brasil: Saúde e Segurança Pública.

          No lugar certo! O Congresso Nacional é o cenário ideal, é o ambiente propício para tencionar com o governo federal. Lá estão os maiores cérebros da política brasileira. São ex-presidentes da república, ex-governadores, ex-deputados, empresários, sindicalistas e líderes de movimentos sociais. Um discurso, uma fala, um artigo, um posicionamento dependendo do assunto ganha o país inteiro instantaneamente. E tudo isso de forma gratuita. Ou seja, Pedro Taques está na arena, no habitat natural da política brasileira.

          No partido errado! O grande problema para Taques em nível de Mato Grosso é que ele está em um partido pequeno, com pouca densidade eleitoral, pouco tempo de rádio e televisão, com capacidade de crescimento questionável, e ainda pertence à base de apoio ao governo federal. Pedro para presidir o PDT estadual teve que assumir junto à direção nacional do partido votar com o Governo Dilma Rousseff engessando-o de ser oponente. Se o nobre senador pertencesse ao PSDB ou DEM, neste momento seria a maior voz da oposição nacional.

          Muita gente ainda espera que o senador Pedro Taques, seja o Arthur Virgílio do cerrado. Mas, o PDT está no meio do caminho! No meio do caminho está o PDT!

Valdinei Barbosa é Administrador de Empresas pela UFMT. Email:[email protected]

 

 

 

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Leia Também:  HISTORIADOR VALTER POMAR: Impeachment sem crime de responsabilidade é golpe. A legislação brasileira prevê a possibilidade de impeachment apenas em caso de “crime de responsabilidade”. Segundo a acusação aceita pela Câmara dos Deputados, o "crime de responsabilidade" que a presidenta Dilma Rousseff teria cometido consiste em créditos suplementares e pedaladas fiscais. Tal acusação é uma fraude. O Advogado Geral da União já demonstrou, sem ter sido refutado, que não houve crime de responsabilidade. Lembrou, também, que o vice-presidente, a maioria dos atuais governadores e o ex-presidente FHC cometeram os mesmos atos pelos quais a presidenta é acusada. No regime político brasileiro, não existe terceiro turno da eleição presidencial. Se o parlamento (usando o impeachment como pretexto) transforma-se em câmara revisora, substituindo quem foi eleito por quem é do gosto da maioria parlamentar, estaremos de volta à República Velha. Para nós que ajudamos a construir, que valorizamos e que queremos preservar e dar continuidade à experiência encabeçada pelo Partido dos Trabalhadores desde os anos 1980 e expressa pelo Foro de São Paulo a partir dos anos 1990, não existe alternativa justa e boa a não ser lutar, deter a ofensiva da direita, ganhar um tempo para respirar, reorganizar as forças e voltar a avançar

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Leia Também:  Cineasta José Padilha de um lado e Marcelo Freixo e Luiz Eduardo Soares, de outro, debatem desempenho da esquerda nas eleições no Brasil

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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