Joaquim Barbosa – o truculento presidente do STF, que encanta o eleitorado direitista e anti-petista, mais receptivo às abordagens do PIG – aparece com 15% de preferencia na pesquisa Data Folha e pode ser opção da Oposição para tentar, com Aécio (14%) e Eduardo Campos (9%) forçar um segundo turno contra a presidente Dilma que desponta, até aqui, com 47% da preferência do povo

  • ANTI-PT, BARBOSA MARCA 15% E ESTIMULA 2º TURNO

    Edição 247/Fotos: Divulgação/George Gianni:

    Assédio ao presidente do STF vai aumentar; seu desempenho crescente na pesquisa Datafolha demonstra que, com ele na disputa presidencial, chances de haver segundo turno em 2014 aumentam; passa a ser do interesse dos presidenciáveis Aécio Neves e Eduardo Campos tê-lo no páreo, ainda que Joaquim Barbosa largue na frente de ambos; isso mesmo: com seus 15%, hoje o juíz duro e turrão tem mais intenções de voto do que os dois experimentados políticos

     

    247 – Com 15% de intenções de voto na pesquisa Datafolha divulgada no sábado 30, o presidente do STF, Joaquim Barbosa, tem tudo para começar a ser pesadamente assediado para deixar a toga e assumir um papel ainda mais central na sucessão da presidente Dilma Rousseff.

    Com a marca, quatro pontos acima da obtida no levantamento do mês de outubro, o polêmico magistrado passa a ser visto como um elemento estratégico para levar o pleito para o segundo turno. Basta fazer as contas. No cenário que simula a disputa entre a presidente Dilma, o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador Eduardo Campos (PSB), os dois candidatos da oposição somam 30%, com 19% e 11% cada um, respectivamente.

    Mas com Barbosa na parada, a soma do campo oposicionista sobe para 38% – e com o acréscimo de o juiz que pode gabar-se de ter colocado a primeira geração de dirigentes do PT na cadeia aparecer na frente de Aécio e Campos.

    O presidente do STF e seus 15% mexem profundamente no quadro eleitoral. Aécio, com ele na disputa, ficou com 14% e Campos, com 9%. Mas apesar de perderem intenções para o juiz, ambos, paradoxalmente, veem, com ele, aumentada a chance de ocorrência de um segundo turno.

    Joaquim larga na frente deles, ok, mas poderá ser superado no período eleitoral e, ainda assim, conservar pontos importantes para empurrar a disputa além do primeiro turno.

    Desde que assumiu a relatoria da Ação Penal 470 e, em seguida, a presidência do STF, Barbosa agradou ao establishment como uma esperança à direita de apear o PT do poder. Ironicamente indicado por Lula ao cargo, ele assumiu o primeiro lugar da fila dos inimigos do partido, redigindo e interpretando um relatório duro. No momento de aplicar as penas, foi ainda mais extremista, qualificando como de importância 01, 02 e 03 os condenados José Genoino, José Dirceu e Delúbio Soares – em resumo, a primeira geração de líderes do PT.

    Com sua declarada ação para colocá-los atrás das grades, o que efetivamente aconteceu, Barbosa atropelou princípios básicos da equanimidade. Para o ex-deputado Roberto Jefferson, do PTB, igualmente condenado na AP 470, o magistrado primeiro pediu uma junta médica para avaliar seu estado de saúde para, só então, baixar seu decreto de prisão – o que parece longe de acontecer. A avaliação sobre a saúde de Jefferson é o que está em curso no momento, com o condenado gozando ainda a liberdade em seu sítio no interior do Rio de Janeiro.

    A Genoino, porém, primeiro Barbosa mandou prender, para depois consultar os médicos.

    Este tipo de atitude, antecedida por todo o teatro desempenhado no plenário do Supremo, elevou Barbosa à crista da onda da direita brasileira. Está lhe rendendo prestígio e glória. Em décadas, é o seu representante mais destacado. O presidente do STF é o anti-PT em pessoa. Não há como confundí-lo.

    A partir dessa nitidez ideológica, a grande surpresa da pesquisa Datafolha divulgada ontem obteve quatro pontos a mais do que no último levantamento. Um feito e tanto. Barbosa já sabe que, quanto mais agir em oposição ao partido que terá de ser vencido em 2014, mais chances ele próprio terá. O que se pode esperar da parte dele, assim, é ainda mais radicalização. Para a oposição, ele nunca foi tão útil. Para o PT, jamais Barbosa foi tão perigoso como agora. Quando – e se – o presidente do STF resolver aderir a um partido para cursar a aventura eleitoral, será, como se insinua desde já, um adversário por todos os ângulos temível.

    FONTE BRASIL 247

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    Dilma cresce e oposição encolhe, aponta Datafolha

    Se eleição fosse hoje, presidente só enfrentaria 2º turno caso Marina disputasse

    No cenário que hoje parece mais provável, petista alcança 47%, contra 19% de Aécio e 11% de Campos

    FERNANDO RODRIGUES DE BRASÍLIA

    FOLHA DE S PAULO

    De junho para cá, os pré-candidatos a presidente fizeram o possível para recuperar a popularidade perdida por causa do abalo provocado pelas manifestações de rua em todo país. Por enquanto, só a presidente Dilma Rousseff segue em trajetória ascendente. A oposição oscila entre bons e maus momentos, e agora encolheu um pouco mais, segundo o Datafolha.

    Dilma ou seu antecessor, Luiz Inácio Lula da Silva, ambos do PT, lideram a corrida presidencial em todos os cenários mais prováveis para 2014 –o Datafolha testou nove combinações de nomes.

    A presidente pontua de 41% a 47%, dependendo de quem são seus adversários. Lula oscila de 52% a 56%.

    O Datafolha entrevistou 4.557 pessoas em 194 municípios na quinta e na sexta-feira. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

    Apesar do conforto momentâneo que oferecem a Dilma, os eleitores emitem um sinal contraditório para a petista. Dois terços dizem preferir que “a maior parte das ações do próximo presidente seja diferente” das adotadas por ela.

    Entre todas as simulações com os nomes dos pré-candidatos, o cenário que parece mais provável hoje é também aquele em que Dilma está mais bem colocada. Ela tem 47% contra 19% de Aécio Neves (PSDB) e 11% de Eduardo Campos (PSB). Em outubro, ela pontuava 42%. O tucano tinha 21% e o socialista, 15%.

    Nesse cenário, o percentual de eleitores que vota em branco, nulo ou que se diz indeciso ficou inalterado em 23%, de outubro até agora. Ou seja, a petista cresceu extraindo votos dos dois adversários diretos nesse período. Ganharia no primeiro turno.

    A presidente só não venceria hoje a eleição na primeira votação nos cenários em que Marina Silva aparece como candidata. Ocorre que a ex-senadora se filiou ao PSB e não é certo que vá concorrer como cabeça de chapa nas eleições do ano que vem.

    Numa das simulações, a petista fica com 41% contra 43% dos outros dois adversários somados (Marina registra 24% e José Serra 19%). Mas Dilma está se recuperando. Em outubro, tinha 37%, contra 28% de Marina e 20% de Serra.

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, testado num dos cenários, aparece com 15%, numericamente em segundo lugar. Dilma, com 44%, venceria no primeiro turno. Aécio teria 14%. Campos, 9%.

    Diferentemente de Dilma, o ex-presidente Lula venceria a disputa no primeiro turno nos quatro cenários em que seu nome aparece –inclusive contra Marina e Serra.

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    ANÁLISE AVANÇO DE DILMA

    Presidente termina 2013 em alta graças à oposição ineficiente

    Ambiente até esteve propício, mas ninguém conseguiu formular discurso adequado às demandas dos brasileiros

    MAURO PAULINODIRETOR-GERAL DO DATAFOLHAALESSANDRO JANONIDIRETOR DE PESQUISAS DO DATAFOLHA

    Dilma fecha 2013 em alta. A pesquisa divulgada hoje pelo Datafolha confirma a tendência dos levantamentos anteriores, em agosto e outubro. Estes já apontavam crescimento da popularidade da presidente após a queda sofrida inicialmente em função da sensação de insegurança econômica e acentuada após os protestos de junho.

    No último mês, tanto a aprovação à gestão petista quanto o apoio à sua reeleição cresceram, enquanto o índice de rejeição ao seu nome caiu no mesmo período.

    Mas o cenário que explica o processo de retomada da popularidade da presidente não se limita apenas às respostas pontuais do governo à crise deflagrada pelas manifestações e tampouco na percepção dos brasileiros sobre a economia.

    É marcado, acima de tudo, pela ineficiência da oposição na formulação de um discurso adequado às demandas dos brasileiros. Somados, os candidatos da oposição caíram nas intenções de voto na mesma proporção com que a presidente subiu.

    E não faltou ambiente favorável à oposição este ano. Da pressão inflacionária no primeiro semestre evidenciada na pesquisa do início de junho, passando pelo debate multifacetado dos protestos até a repercussão das prisões dos condenados no processo do mensalão, o noticiário era rico em matéria-prima para a apresentação de alternativas.

    Para completar, reações específicas do governo em cada um desses episódios também não convenceram. Com exceção do alcance do Mais Médicos, programa aprovado pela população, e da sensação de empregabilidade entre os brasileiros, a proposta polêmica de reforma política e a insegurança sobre a economia forneciam um arsenal ainda mais valioso para os adversários de Dilma.

    Porém, o espaço encontrado pela oposição e a forma como tentou capitalizar tais temas não encontraram aderência especialmente junto aos estratos mais carentes da população.

    Sobre 2014, o ambiente que se projeta na opinião pública não é dos melhores para o governo. Apesar do 13º salário injetar agora certo otimismo quanto ao poder de compra e à condição econômica dos entrevistados, há um maior pessimismo quanto ao desemprego e à inflação, em patamares próximos aos verificados no início de junho, antes dos protestos.

    O desejo de mudança expresso pela maioria, próximo ao observado no fim do segundo mandato de FHC, em 2002, exige tanto do governo quanto da oposição ações mais eficientes e compreensíveis para ocupar esse espaço de insatisfação latente, que decidirá as eleições.

    Ouvir, decifrar essas demandas e entregar programas adequados aos diferentes anseios e segmentos da população é a principal lição que 2013 impõe para os candidatos em 2014.

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    Aprovação de Dilma sobe para 41%, mas 66% pedem mudança

    Avaliação do governo melhora nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste e junto aos eleitores menos escolarizados

    Presidente continua distante do seu pico de aprovação, em março deste ano, quando tinha 65% de ótimo e bom

    DE BRASÍLIA

    Logo após a queda abrupta de popularidade em junho, Dilma Rousseff teve uma pequena recuperação. Em seguida, de agosto a outubro, parecia ter estacionado: oscilava dentro da margem de erro da pesquisa. Agora, fica claro que a trajetória da curva de aprovação do governo é mesmo gradual e ascendente.

    Segundo o Datafolha, o governo federal era aprovado em agosto por 36% dos entrevistados. Foi a 38% em outubro. E agora está em 41%.

    Já os que acham a administração petista ruim ou péssima eram 22% em agosto. Recuaram em outubro para 19%. E, na pesquisa da semana passada, para 17%. A taxa de regular está mais estável, em 40% –só tem oscilado na margem de erro da pesquisa.

    Dilma melhorou de maneira mais robusta sua imagem entre os menos escolarizados (a aprovação foi de 44% a 50%) e nas regiões Nordeste (de 46% a 52%) e Norte/Centro-Oeste (de 39% a 48%).

    Apesar desse aspecto positivo, a pesquisa traz duas notícias desagradáveis para a petista. A primeira é que Dilma continua muito longe do seu pico de popularidade, em março passado, quando tinha 65% de aprovação.

    A outra descoberta do Datafolha é um tanto paradoxal. Embora os eleitores tenham melhorado sua percepção sobre o governo e dado a Dilma uma pontuação mais confortável na pesquisa, cerca de dois terços dos entrevistados dizem esperar mudanças na próxima administração.

    O Datafolha perguntou aos entrevistados se preferem que a maior parte das ações do próximo presidente seja “igual às ações da presidente Dilma Rousseff ou que a maior parte dessas ações seja diferente da atual presidente”.

    Para 66% dos pesquisados é melhor que o próximo presidente adote ações na maior parte diferentes das de Dilma. Só 28% querem ações iguais.

    O Datafolha fez a mesma pergunta em pesquisa de setembro de 2002, a um mês da eleição presidencial. O ocupante do Planalto era Fernando Henrique Cardoso (PSDB).

    São momentos diferentes. Ainda assim, o resultado daquela época é parecido com o atual. Em 2002, para 76% das pessoas era necessário que o sucessor de FHC adotasse ações diferentes do tucano. O candidato governista era José Serra, que perdeu a disputa para Lula.

    (FERNANDO RODRIGUES)

    FONTE FOLHA DE S PAULO

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  • DATAFOLHA: DILMA VAI A 47%. AÉCIO E EDUARDO ENCOLHEM
Edição 247/Divulgação: Confirmando informação veiculada em primeira mão pelo 247, a presidente Dilma Rousseff cresceu cinco pontos percentuais na pesquisa Datafolha; ela saiu da marca de 42% conquistada em outubro para 47% agora, contra 19% apontados para o senador Aécio Neves (PSDB/MG) e 11% para o governador Eduardo Campos, do PSB; no quadro atual, presidente venceria, com folga, no primeiro turno

247 – A presidente Dilma Rousseff subiu cinco pontos percentuais na pesquisa Datafolha que acaba de ser divulgada pelo instituto, na comparação com o levantamento anterior, feito em outubro. Antes com 42% de intenções de voto no cenário que envolve o senador Aécio Neves (PSDB) e o governador Eduardo Campos (PSB), agora a presidente marca 47%, contra 19% para Aécio e 11% para o presidenciável do PSB.

Na pesquisa anterior, o senador mineiro tinha 21% e o governador pernambucano, 15% – que significa que a presidente cresceu tomando espaço dos adversários.

Num dos cenários testados pelo Datafolha, Dilma teve 41%, contra 24% de Marina Silva e 19% de José Serra – o que levaria a disputa para o segundo turno.

Num outro quadro, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, foi testado e apareceu com 15% das intenções de voto.

Foram feitas também simulações com o ex-presidente Lula como candidato do PT – em todos os cenários ele venceria em primeiro turno.

Abaixo, notícia anterior de 247, que adiantou o resultado da pesquisa: 

Datafolha trará boas notícias a Dilma neste sábado

Pesquisa será divulgada na edição de amanhã da Folha de S. Paulo e no fim da tarde de hoje no Uol; no entanto, 247 já apurou que a presidente abriu mais cinco pontos de vantagem, tomando espaço de Aécio Neves e Eduardo Campos; pesquisa anterior, apontava 42% para ela, 21% para o tucano e 15% para o socialista; resultado sai num momento importante, de definição dos palanques e das alianças regionais; Dilma também leva no primeiro turno nas simulações com Marina Silva e José Serra

247 – A presidente Dilma Rousseff está prestes a receber uma ótima notícia, neste sábado. Pesquisa Datafolha, que estará amanhã na edição da Folha de S. Paulo e hoje ainda no portal Uol, revelará que ela abriu mais cinco pontos de vantagem em relação a seus principais adversários na corrida presidencial, o tucano Aécio Neves e o socialista Eduardo Campos.

Na pesquisa anterior, divulgada no dia 12 de outubro pelo Datafolha, Dilma tinha 42%, contra 21% de Aécio Neves e 15% de Eduardo Campos. Ela já vencia no primeiro turno, mas por uma margem não tão confortável.

O que se sabe, neste momento, em relação ao levantamento que será divulgado hoje, é que ela cresceu, tirando votos tanto de Aécio como de Campos.

Sabe-se ainda que, nas simulações do Datafolha com outros candidatos, como Marina Silva e José Serra, o quadro não se altera. Dilma também os venceria em primeiro turno.

Ainda hoje, os números oficiais serão divulgados aqui.

Para Dilma, essa nova vantagem chega num momento importante, em que ela amarra com o PMDB as alianças regionais e os palanques em todos os estados – neste sábado, ela se reuniu com o ex-presidente Lula, com o vice Michel Temer e com o presidente do PT, Rui Falcão, para definir esses acordos.

 

FONTE BRASIL 247

8 Comentários

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  1. - IP 189.59.43.38 - Responder

    Se ser contra chicanas e impunidades é ser truculento,EU também sou troculento.A sorte desses mensaleiros é estarem no BRASILSÃO.Se estivessem nos Estados Unidos,a menor pena aplicada pelos crimes cometidos seria de 10 anos a PERPÉTUA.SE estivessem na China,a maioria, seria executada com uma bala na cabeça,e o preço da mesma seria cobrada das famílias.ROUBARAM dinheiro publico e compraram apoios de diversos partidos- (tudo confessado na PF por quem recebeu a grana)- no Congresso para governar como quisessem;um projeto de PODER e não de governo.Quem defende esses criminosos,CRIMINOSO é! E não venham me dizer que essas pessoas que escrevem, nesta outrora e prestigiosa Pagina do Enock, do PT não tem acesso a informação! Porem, muitas dessas pessoas,inconformadas com as punições impostas por leis,,querem alterar os fatos que já ocorreram,para poder opinar,e irritar as pessoas de bem,que não aceitam esse delírio de “inocência”.

  2. - IP 189.59.56.171 - Responder

    O ódio dos petralhas pelo Joaquim Barbosa não é respaldado pela maioria no PT. Muito pelo contrário, pois pesquisa do Data Folha divulgada hoje aponta que 87% dos petitstas apoiam as ações do Joaquim Barbosa para colocar os mensalerios bandidões na cadeia.

    Isso nos leva à conclusão de que quem está fora da curva são os jornalistas amestrados da esgotosfera que patrulham a internet, em especial os que povoam a área de comentários deste blog, que se comportam como verdadeiros puxa-saco de bandidos.

    O LULÂO vai continuar a responder aos inquéritos em liberdade. É direito dele.

    Mas é bom a polícia federal tomar cuidado, pois o chefão LULLÂO também tem cidadania italiana (porque é casado com a descendente de italianos Mariza Letícia) e pode fugir para a Itália.

  3. - IP 200.140.20.22 - Responder

    Essa nāo entendi anti-petista nomeado pelo PT?ou o sr Enok quer dizer traidor? Aquele que nāo comunga com as mazelas do partido!! O sr enok ta igual ao genoino delubio ze dirceu se auto intitulando “preso politico”sendo do mesmo partido que esta no poder rsrsrsrsr

  4. - IP 179.113.148.12 - Responder

    Com todo meu ódio ao PT, ainda vou chorar muito porque a Dilma será reeleita e eu devo ganhar uma gastrite nervosa….por mais que eu tente, que eu destile todo meu ódio na internet, por mais que eu xingue e exponhe meus recalques e preconceitos, eles continuam ganhando…e já tem praticamente 16 anos garantidos de governo…óóóó’ DEUS, o que faço? Me ajuda!!!!

  5. - IP 177.5.123.17 - Responder

    Desagradou o Politburo petista , virou truculento.
    Bando de canalhas , escumalha do país , que apoia e defende esses petistas CRIMINOSOS CONDENADOS.

  6. - IP 177.193.164.168 - Responder

    por que destacar a votação sem noção no joaquim, senhor enock? importante, me parece, é que a presidente Dilma vai de vento em popa, reconhecida e apoiada pela maioria do seu povo

    • - IP 189.59.51.27 - Responder

      A “cumpanherada” vai de vento em popa rumo à papuda.

    • - IP 189.59.52.227 - Responder

      Silvia o que dizer de uma pessoa como você?Um país sem educação,sem cultura ,sem segurança,sem saúde;sem infra-estrutura de transporte ,sem saneamento,enfim uma droga de organização.E a maioria do povo, ignorante, mal informado e mal educado acha mais importante uma bolsa-família do que uma nação decente e respeitada.Você merece essa presidente e esse partido que estão no poder,para nada!

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