GRANDE, COMO ERA GRANDE – Morre o ator Michael Clarke Duncan aos 54 anos. Ele brilhou no papel do prisioneiro com poderes sobrenaturais em “A Espera de um milagre”

O papel de maior destaque de Michael Clarke Duncan foi o de um prisioneiro sensível e de poderes sobrenaturais, em "À espera de um milagre". A atuação, que colocava em contraste o estereótipo de sua figura e a fragilidade do personagem, fez com que recebesse sua única indicação ao Oscar, de melhor ator coadjuvante.

Ele ficou marcado pelo papel de prisioneiro em ‘À espera de um milagre’.
Duncan era conhecido pelo porte físico e tinha problemas cardíacos.

Morreu nesta segunda-feira (3) o ator Michael Clarke Duncan, conhecido por seu trabalho em “À espera de um milagre” (1999), estrelado por Tom Hanks. A informação é da agência Associated Press.

Duncan tinha 54 anos de idade e também atuou em filmes como “Sin city – A cidade do pecado” (2005), “O planeta dos macacos” (2001) e “Armaggedon” (1998). No dia 13 de julho, o ator sofreu uma parada cardíaca, tendo sido reanimado por sua noiva, Omarosa Manigault. Na época, o site TMZ observou que o procedimento era surpreendente, dado que Duncan pesava cerca de 150 quilos.

Desde então, ele estava internado. Ainda em julho, os médicos chegaram a registrar que seu “batimento cardíaco [estava] muito forte”. Conhecido por seu porte físico avantajado – o portal IMDb dá conta de que ele tinha 1,96m -, Duncan também chegou a contracenar com Charlie Sheen como convidado especial do seriado “Two and a half man”, na pele de um jogador de futebol americano.

Nesta segunda, o TMZ informou que Duncan morreu “de repente”. Citando fontes não identificadas, o site escreve que Omarosa, por alguns instantes, deixou o quarto em que o ator estava internado, em Los Angles. Quando ela retornou ao local, ele já estava morto. Michael Clarke Duncan iniciou sua carreira em 1995, e em seus primeiros trabalhos costumava ser escalado para o papel de segurança ou guarda-costas; ele inclusive assinava como “Big Mike Duncan”.

Curiosamente, no entanto, seu papel de maior destaque foi o de um prisioneiro sensível e de poderes sobrenaturais, em “À espera de um milagre”. A atuação, que colocava em contraste o estereótipo de sua figura e fragilidade do personagem, fez com que recebesse sua única indicação ao Oscar, de melhor ator coadjuvante.

 

 

do G1

Sem comentários. Seja o primeiro a comentar

Assinar feed dos Comentários

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado.
Campos com * são obrigatórios.

dezessete + 19 =