GRANDE, COMO ERA GRANDE – Há 45 anos era assassinado na Bolívia o médico e guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara. Che se mantém como referência para lutadores pelo socialismo

Che Guevara é homenageado nos 45 anos de seu assassinato

 Guerrilheiro foi morto em 8 de outubro de 1967 na Bolívia

Che Guevara fidel castro-tpO líder guerrilheiro Ernesto Che Guevara é lembrado  nessa segunda-feira (8), aniversário de 45 anos de seu assassinato por forças reacionárias na Bolívia.

Em Cuba, a data é lembrada em toda a ilha, segundo noticiado no jornal Gramna – Che foi ministro da Indústria e dirigiu o Banco Nacional. Professores, estudantes e artistas renderam homenagens com discursos, música e lembrando seu pensamento crítico.

Assassinato

Guevara foi morto em 8 de outubro de 1967 quando lutava na Bolívia depois de voltar do Congo, África, onde também lutou ao lado do povo.

Em 1997 seus restos mortais foram trasladados para a cidade cubana de Santa Clara, onde ganhou um mausoléu. Na ilha, o “Guerrilheiro Heróico”, como é chamado, é lembrado em símbolos pátrios e monumentos.

FONTE CAROS AMIGOS

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Che foi precursor da crítica ao socialismo soviético, diz professor Coggiola

FERNANDA BARBOSA
Colaboração para a Folha Online

Após passar pela ex-Tchecoslováquia, Ernesto Che Guevara escreveu sobre os problemas do chamado “socialismo real”, tornando-se o precursor das críticas ao regime implantado pela ex-União Soviética (URSS), segundo o argentino Osvaldo Coggiola, pós-doutor em História e professor da Universidade de São Paulo.

Segundo o estudioso, o guerrilheiro argentino ganhou mais projeção com a possibilidade atual de “confrontos de natureza revolucionária” na América Latina, onde Che representa a “mais recente memória” da revolução.

“Nós vemos que ele [Che] é colocado na Venezuela ao lado do [atual presidente] Hugo Chávez, e até mesmo de Jesus Cristo, como uma espécie de figura histórica que continua a inspirar”, disse o professor da USP em entrevista por telefone à Folha Online.

Para Coggiola, a morte de Che foi decorrência de “planos mal calculados” na Bolívia, onde não se sabia se ele queria “criar uma guerrilha para fazer a revolução no país”, ou uma espécie de “centro de treinamento para estendê-la para outros países latino-americanos”.

De acordo com o professor, o revolucionário fracassou por não considerar as diferenças entre os países latino-americanos e tentar fazer “um movimento de natureza política única”.

Na opinião de Coggiola, Che Guevara “não era santo”, mas apresentar como “ditador sanguinário” alguém que “deixou para trás todas as possibilidades de uma vida mais calma para se engajar em conflitos revolucionários” é algo “caricaturado” e “deturpado”. “O legado político de Che tem que ser discutido criticamente, e a figura dele tem que ser humanizada”, afirma o professor.

Veja a íntegra da entrevista com Oswaldo Coggiola:

Folha Online – A figura de Che Guevara influenciou os movimentos antiditadura na América Latina?

Oswaldo Coggiola – A figura do Che [influenciou] somente se for ligada à Revolução Cubana. Os movimentos antiditadura foram democráticos. O Che não tinha uma influência especial sobre eles. Sua imagem se torna mais popular depois da queda das ditaduras, quando os símbolos puderam ser expostos abertamente. Nesse momento, o Che aparece muito forte como um ícone de mudança revolucionária.

Folha Online – A morte dele contribuiu para reforçar essa imagem?

Coggiola – Em primeiro lugar, ele morreu jovem, com menos de 40 anos de idade e combatendo. Então, apesar de muitas frustrações da esquerda da América Latina, ele é visto como uma pessoa que lutou até as últimas conseqüências. Nisso pesa o fato de ele ter escolhido uma outra vida após a Revolução Cubana, fora de cargos importantes no governo. Ele escolheu continuar a luta revolucionária em outras regiões, e por isso é um símbolo de conseqüência revolucionária, o que fez crescer a sua imagem de modo gigantesco. Ele se transformou em um ícone não somente de pureza revolucionária, mas de pureza humana e do desinteresse em um mundo cheio de corrupções e de compromissos.

Folha Online – A imagem do Che propagada hoje em dia continua com esse mesmo viés?

Coggiola – Sim. Claro que há a mercantilização da sua figura, mas ele continua com uma imagem muito forte, que não irá desaparecer. As circunstâncias históricas que fizeram nascer essa imagem continuam presentes. Logicamente que não é necessário mistificar o Che. Mas, por mais campanhas que se faça tentando mostrá-lo como um ditador, um maluco, a sua imagem ainda continuará forte por bastante tempo.

Folha Online – Che Guevara é considerado por simpatizantes uma espécia de “herói romântico”. Já opositores o vêem como um “ditador sanguinário”. Como o sr. vê essa contradição?

Coggiola – Ele não era santo, não faz sentido as pessoas o verem como uma espécie de “reencarnação de Jesus Cristo”. O legado político de Che tem que ser discutido criticamente, e a figura dele tem que ser humanizada. Por outro lado, pensar que uma pessoa arriscou sua vida e deixou para trás todas uma vida mais calma para se engajar em conflitos revolucionários no mundo todo, seria um ditador sanguinário que queria oprimir as pessoas é uma imagem absolutamente caricaturada. É uma deturpação da imagem do Che.
Folha Online – E qual é o legado político dele?

Coggiola – De um lado, é a vontade revolucionária que se sobrepõe às circunstâncias. Contrariamente ao conformismo que pareciaa mostrar que as mudanças revolucionárias aconteceriam pelo simples desenrolar da História, Che mostrou que essas transformações implicavam em uma vontade humana deliberada e consciente.

Por outro lado, no que diz respeito especificamente à questão da guerrilha, é claro que esse legado é muito mais confuso e ambíguo, porque diversos grupos políticos fracassaram na década de 70, principalmente porque tentaram fazer um movimento de natureza revolucionária única, independentemente das circunstâncias que atravessava cada país. E isso foi um completo fracasso político, como se viu na história da América Latina.

É um legado político contraditório, que precisa ser avaliado e discutido. O pensamento de Che era bastante amplo na construção de um Estado socialista. Ele combateu os mecanismos burocráticos com textos que só agora estão sendo conhecidos em Cuba. É um legado amplo, que deve ser avaliado com calma.

Folha Online – Qual é a influência de Che sobre a esquerda atual?

Coggiola – A esquerda é muito ampla. Se contabilizarmos o PT como esquerda, está claro que Che aparece apenas como referência alegórica. Em outros setores da esquerda, ele é levado mais a sério, sobretudo nos tempos que se avizinham, na medida em que confrontos de natureza revolucionária podem ocorrer em vários países, inclusive na América Latina. A herança revolucionária mais recente do continente é Che Guevara.

Mas nós vemos agora que ele é colocado na Venezuela ao lado do [atual presidente] Hugo Chávez, e até mesmo de Jesus Cristo, como uma espécie de figura histórica que continua a inspirar. Ninguém na esquerda pode ignorar Che Guevara. O exemplo da vida dele continua muito forte.

Folha Online – A passagem pela Europa influenciou as idéias de Che?

Coggiola – Ele permaneceu na ex-Tchecoslováquia por um tempo e teve oportunidade de observar os problemas do chamado “socialismo real”. Che escreveu textos que estão sendo resgatados e publicados nos últimos anos, pela primeira vez criticando as deformações e as deturpações desse suposto socialismo, e anunciando que ele não teria futuro. Ele pode ser visto, então, como um precursor nessa crítica.

Folha Online – Depois de presenciar o “socialismo real” na Europa, qual era a intenção dele na Bolívia?

Coggiola – A luta dele era estender a revolução latino-americana. Mas é duvidoso, existem várias polêmicas a respeito da guerrilha na Bolívia. Alguns dizem que ele queria de fato criar uma guerrilha para fazer a revolução no país. Outros afirmam que o que ele pretendia era criar uma espécie de centro de treinamento para estender a guerrilha não especificamente para a Bolívia, mas para outros países latino-americanos.

Ele veio, portanto, continuar o combate na Bolívia, mas seus planos não foram bem calculados, por isso ocorreu o fracasso político, e ele pagou com sua vida

22 Comentários

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  1. - IP 200.140.16.249 - Responder

    Assassino, como era assassino e sanguinário.

  2. - IP 177.3.222.41 - Responder

    GRANDE PORCO, GRANDE ASSASSINO, GRANDE COVARDE, BUSQUEM NA VERDADEIRA HISTORIA.

  3. - IP 201.71.176.175 - Responder

    Uma das melhores pessoas que pisaram o mundo. E quem o detrata pouco o conhece e apenas repetem o que diz a revista Veja, que tem horror a solidariedade e a justiça social, em suma, é óbvio que o sub-capital nacional odeie e irradie bobajadas e mentiras sobre Che, e é claro que num País de analfabetos funcionais alguns leitores se considerem bem informados e extremamente críticos simplesmente porque lêem Veja.

    • - IP 189.28.128.241 - Responder

      Olá, você deve ser a favor de todos os crimes mais horrendos que existe na face da terra ou não sabe mesmo quem foi Che. Leia as Cartas que foi comprovado que foi escrita por ele mesmo, Vê depoimentos de que consegui sobreviver a Ele, depois tire suas próprias conclusões…

  4. - IP 187.113.45.126 - Responder

    Leia João o que diz o grande Eduardo Galeano, que conheceu o Che Guevara: “ele foi um homem que disse exatamente o que pensava, e que viveu exatamente o que dizia. Assim seria ele hoje. Já não há tantos homens talhados nessa madeira. Aliás, já não há tanto dessa madeira no mundo. Mas há os mortos que nunca morrem. Como o Che. E, dos mortos que nunca morrem, é preciso honrar a memória, merecer seu legado, saber entendê-lo. Não nas camisetas: nos sonhos, nas esperanças, nas certezas. Para que eles não morram jamais.”

    Já segundo o argentino Osvaldo Coggiola, pós-doutor em História e professor da Universidade de São Paulo:Che Guevara “não era santo”, mas apresentar como “ditador sanguinário” alguém que “deixou para trás todas as possibilidades de uma vida mais calma para se engajar em conflitos revolucionários” é algo “caricaturado” e “deturpado”. “O legado político de Che tem que ser discutido criticamente, e a figura dele tem que ser humanizada”, afirma o professor. Pare de lê a Veja João.

  5. - IP 200.140.16.249 - Responder

    Invocar o testemunho de Eduardo Galeano em defesa do sanguinário Guevara é a mesma coisa que chamar o Delúbio para afimar a inoncência de Zé Dirceu no Mensalão, ou trazer Zé Dirceu dizer que o Lulão também é inocente. Ou seja, o Mensalão não existiu, o Lulão não sabia de nada, O Guevara também não sabia de nada dos julgamentos que ele mesmo comandou pessoalmente. Vociferar contra a revista Veja apenas atesta a canhestrice da esquerdalha, pois revela que ignora todas as outras fontes históricas. Pior ainda: demonstra que os petistas acreditam mesmo em todos os defensores dos saguinários e ditadores de Cuba (vejam o desrespeito aos direitos humanos que eles ainda praticam). Se vocês defendem aquele regime asqueroso, se não são idiotas, vocês não passam truculentos prontos para fazer o mesmo no Brasil. É por isso que vocês defendem o Zé dirceu!!!!

    • - IP 187.113.45.126 - Responder

      Se tu, Joáo Ninguem, achas que o grande Eduardo Galeano e o professor da Universidade de São Paulo, pós-doutor em História o argentino Osvaldo Coggiola são comparados Zé Dirceu e a tantos outros corruptos então João Ninguem, atente para o que diz o nosso grandioso HOMEM de DEUS autor de tantas obras voltadas para a JUSTIÇA e ESPERANÇA, DOM PEDRO CASALDALIGA, quando canta em seu poema dedicado ao Ernesto Che Guevara:

      *

      E, por fim, me chamou também tua morte

      desde a seca luz de Vallegrande.

      Eu, Che, prossigo crendo

      na violência do Amor: tu próprio

      dizias que “é preciso endurecer-se

      sem perder nunca a ternura”.

      Mas tu me chamaste. Também tu.

      (Os temas compartilhados, dolorosos.

      Os múltiplos olhares moribundos.

      A inerte compaixão exasperante.

      As sábias soluções à distância…

      América. Os pobres. Esse Terceiro Mundo,

      quando não há mais que um mundo,

      de Deus e dos homens!)

      Escuto, no transístor, como te canta

      a juventude rebelde,

      enquanto o Araguaia pulsa a meus pés, como uma artéria viva,

      transido pela lua quase cheia.

      Apaga-se toda luz. E é só noite.

      Rodeiam-me os amigos distantes, vindouros.

      (“Pelo menos tua ausência é bem real”,

      geme outra canção… Oh! a Presença

      em Quem eu creio, Che,

      a Quem eu vivo,

      em Quem espero apaixonadamente!

      … A estas horas tu sabes bastante

      de encontros e respostas.)

      Descansa em paz. E aguarda, já seguro,

      com o peito curado

      da asma do cansaço;

      limpo de ódio o olhar agonizante;

      sem mais armas, amigo,

      que a espada despida de tua morte.

      (Morrer sempre é vencer

      desde que um dia

      Alguém morreu por todos, como todos,

      matado, como muitos…)

      Nem os “bons” – de um lado –,

      nem os “maus” – do outro –,

      entenderão meu canto.

      Dirão que sou apenas um poeta.

      Pensarão que a moda me ganhou.

      Recordarão que sou um padre “novo”.

      Nada disso me importa!

      Somos amigos

      e falo contigo agora

      através da morte que nos une;

      estendendo-te um ramo de esperança,

      todo um bosque florido

      de ibero-americanos jacarandás perenes,

      querido Che Guevara!

  6. - IP 189.74.151.203 - Responder

    Valeu Ceará!! Só acho que reacionários de direita não possuem sensibilidade e nem informação suficiente para entender da História contemporânea, nem brasileira, muito menos latino-ameircana.

    • - IP 187.113.45.126 - Responder

      Falou bonito meu amigo Levi, e há que dizer que a ignorância de alguns lhes permite, sem qualquer pudor, qualificar o Che como terrorista. Com efeito, demonstrando seu desconhecimento sobre o conceito de terrorismo, sobre a natureza real das ações militares – ecoando sobre o que outros perigosamente dizem –, o acusam sem, minimamente, fazer uma leitura prévia do seu pensamento. É de bom alvitre, quando algo se desconhece, dar-se ao trabalho de ler e, se isto não é possível, então, talvez calar a boca seja a melhor opção.

      • - IP 201.67.4.26 - Responder

        Me Desculpem, me desculpem, gente esquerdotralha, por eu ter criticado o Jesus Cristo do Marxismo chulé da América Latina. Essa petralhice asquerosa admite o rebaixamento de tudo quanto existe de valores exceto os símbolos (como o assassino Guevara) da sua sanha sanguinária e ditatorial como o tal controle da mídia para calar as vozes discordantes. Vejam só a rapidez do Ceará em invocar a necessidade de calar a boca discordante.

      • - IP 201.67.4.26 - Responder

        Quanto a D. Pedro Casaldaglia, ele pode até ser um bom sacerdote, mas é de baixíssima qualidade literária a transformação da carnificina de Guevara, não em poesia, mas em versos. Se a esquerdotralha quer usar a poesia inferior como arma retórica, eu entrego os pontos porque, afinal, esse “talento literário” “,,,cessa o que a antiga musa canta que um valor mais alto se alevanta.” Pronto lá vem descontentamento por eu ter criticado a qualidade literária da panfletagem do Bispo.

        • - IP 177.41.87.79 - Responder

          É simplesmente repugnante as verbarrogias desse saudosistas da ditadura militar. As viúvas da ditadura, os golpistas, os retrógados, os fascistas não querem aceitar os novos tempos, Esses reacionários não se conformam ver em nosso País o povo respirando o ar saudável e benfazejo da democracia. Os setores da ultra direita assassina, sentem saudades dos tenebrosos tempos de trevas em que eles prendiam, torturavam e matavam jovens, pais e mães de família, simplesmente por discordarem das suas ideologias ultrapassadas, retrógradas e de esgoto.

          É por isso que eles atacam pessoas horradas e honestas como Eduardo Galeando e o querido bispo defensor dos injustiçados e dos desposuidos como dom Pedro Casaldaliga que lá no passado queriam expulsar do Pais ou ate mesmo assassina-lo por defender os nossos índios e os camponeses massacrado e oprimidos pelos poderosos latifundiario egoístas e depredadores da natureza.. Mas podem espernearem, Podem latir como cão de guarda dos poderosos, que o nosso povo já entenderam que é pra frente que se anda. O passado nunca mais nem mesmo o mais recente.

          • - IP 201.67.4.26 -

            Calma carcará.Eu nem critiquei o Bispo, critiquei apenas a baixa qualidade literária de sua pretensa poesia. Quanto à liberdade democrática, se a temos é porque no passado os esquerdotralhas como você não conseguiram implantar, no Brasil, uma ditadua à moda cubana que vocês, estranhamente, ainda admiram, mesmo com todas as informações que temos hoje,
            Essa admiração pelo desrespeito descarado aos direitos humano da ainda ditadura cubana revela o norte moral da esquerdotralha. Os seus herois estão indo para a cadeia.

  7. - IP 189.31.23.94 - Responder

    Pure madness!

  8. - IP 187.5.110.146 - Responder

    Aqui no Brasil enquanto um imperadorzinho filhinho de papai, vindo de Santos de um encontro com sua amante, parou no Rio Ipiranga porque estava com diarreia, proclamou a independencia (ou melhou trocou com a Corte Portuguesa, com o papai, a divida que Portugal tinha com a Inglaterra, pela nossa dependência com a Inglaterra, iniciando o Império com uma divida externa que não era nossa, aliás siutação vantajoso, pois a corte portuguesa sai que se não fosse Dom Pedro outro o faria, antes antes da familia real) no restante da America Latina, a liberdade foi consquista com muita luta e Che estava presente em quase todas estas lutas.

  9. - IP 200.163.63.245 - Responder

    Enock,
    Por falar em Cuba, quando você fará algum comentário sobre a blogueira descaradamente perseguida pela ditadura de Fidel?
    Acho interessante o sr. Cavalcante chama o outro de “saudosista da ditadura” e tece loas à ditadura cubana, vai entender.
    Quero ver se lá em Cuba iriam criar ONG Moral e MCCE. Aliás para que MCCE em Cuba? Nem eleição tem naquela porcaria.
    O padre como poeta dá para um bom sacerdote.

  10. - IP 177.41.87.79 - Responder

    Gostei do “Carcará”, Gostei e muito. Mas joão?, joão quem?, há sim, lembrei, “joão ninguém”. Saiba “joão ninguém”, eu adorei as condenações que os mensaleiros vem sofrendo no STF. Gostaria de ver todos eles punidos rigorosamente. Mas sofrerem apenas essas condenações, é muito pouco. Agora você dizer, que se hoje vivemos em um país democrático foi porque não conseguimos implantar uma ditadura no Brasil, é força a barra. Vocês sim, foram quem implantaram uma ditadura empresarial militar no Brasil, Se hoje respiramos mais aliviados na nossa ainda jovem democracia, foi porque resistimos contra os fascistas como você. Se Che Guevara não tivesse sido assassinado por vocês utras direitistas, certamente ele não estaria apoiando nenhuma ditadura, nem em Cuba nem em lugar algum. Quem é você para vim falar em direitos humanos, quando foi vocês que perseguiam, prendiam, torturavam, e assassinavam cruelmente os cidadãos que se opunham ao regime de triste memoria que vocês implantaram em nosso paí?

    • - IP 201.67.4.26 - Responder

      Se você gostou do Carcará, também gostei do João Ninguem. Quanto às suas últimas embromações, vamos por partes. Diz o Sr. que adorou as condenações dos mensaleiros e acha pouco as condenções, mas não parece porque o seu movimento nunca se ocupou das falcatruas eleitorais dos seus copanheiros de esquerda. Diz que lutou contra a ditadura. Pode ser verdade, mas será que lutou pela democracia??? A maioria dos esquerdistas diz que era democrata só porque lutava contra uma ditadura, mas boa parte deles lutava também pela implantação no Brasil de um comunismo de matriz cubano-soviética, ou seja, pura ditadura. No caso do Brasil, os esquerdistas que lutavam contra a ditadura,não eram democrtas, eram a favor de outra ditadura. Graças a Deus, eles não onseguiram. Abra os olhos e pare de pensar que quem não é de esquerda, automaticamente é a favor de uma ditadura. Isso não é verdade tanto que você parece que é de esquerda, mas é admirador da ditadura cubana. Por último, não estive entre os que apoiavam a ditadura militar no Brasil, pois nesse período eu era apenas uma criança. Mas se eu tivesse idade seria contra a ditadura. Quanto a ser de esquerda, eu também já tive a minha fase de cegueira pelo regime cubano e pelo camarada Che, mas graças a Deus, eu acordei e enxerguei que aquilo é um regime que tolhe a liberdade do povo. Estranho é que você continua admirando todo aquele desrespeito aos direitos humanos. Você diz que é favor da condenação dos mensaleiros, que tal ser a favor dos direitos humanos em Cuba??

      • - IP 177.41.87.79 - Responder

        Esse “joão qualquer” endoidou de uma vez. Espera ai…joão qualquer, ou joão ninguém? Há, deixa pra lá, tanto faz…Um sujeito que não assina o seu sobre nome ao tecer injustas criticas e destilar toda a peçonha contida no seu cérebro em trevas e confuso, falando despalpérios típicos dos déspotas contra pessoa decentes, díginas, honradas, que lutaram bravamente e que se dedicaram e deram a sua vida pelos autos ideais da solidariedade humana, pela justiça social, contra a opressão, a favor do exercício da legítima defesa pelos oprimidos por qualquer ditadura, não é um homem, mais sim, apena uma sombra, um monstro moral…. Não perderei mais o meu tempo com tal criatura cavernosa.

        • - IP 201.67.4.26 - Responder

          É verdade, Sr. Operação Carcará, aproveite o seu tempo e vá praticar o seu passa-tempo predileto que é tecer loas aos tiranos da ditadura cubana.

  11. - IP 177.0.81.233 - Responder

    JÁ QUE A CULPA É DA VEJA PROCURA NO YOUTUBE coloca che guevara e vc acha ele metendo bala na cabeça de um soldado que esta de joelhos e desarmado…ou seja ele mata um prisioneiro de guerra…é só procurar

  12. - IP 189.28.128.241 - Responder

    Che, Um dos piores seres que já existiu (Graças a Deus já morreu) na terra.
    Assassino, não respeitava pessoas de algumas religiões, nem opiniões contrárias…
    Era um verdadeiro opressor.

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