ESCÂNDALO DA HIDRAPAR ENGENHARIA: Juiz Luis Fernando Vito Kirche (foto) atende promotores Roberto Turin, Célio Fúrio e Sérgio Costa e manda bloquear R$ 12 milhões de Silval Barbosa, Éder Moraes,Edmilson dos Santos, Joâo Virgilio do Nascimento Sobrinho, dos advogados Kleber Tocantins Matos e Alex Tocantins Matos e do diretor da empresa Hidrapar, empresário Afrânio Eduardo Rossi Brandão. LEIA A DECISÃO

Juiz Vito Kirche manda bloquear bens de Silval, Éder, Edmilson, Kleber e Alex Tocantins et alli by Enock Cavalcanti

MP processa Silval, Éder, Edmilson, advogados Alex e Kleber Tocantins e empresa Hidrapar by Enock Cavalcanti

O juiz Luis Fernando Voto Kirche atuou como plantonista da Vara de Ação Civil e Ação Popular, no recesso forense de final de ano, e exarou decisão que atende ao Ministério Publico e pode ser um dos primeiros marcos na punição dos denunciados a partir das investigações da Operação Ararath, em Mato Grosso

O juiz Luis Fernando Voto Kirche atuou como plantonista da Vara de Ação Civil e Ação Popular, no recesso forense de final de ano, e exarou decisão que atende ao Ministério Publico e pode ser um dos primeiros marcos na punição dos denunciados a partir das investigações da Operação Ararath, em Mato Grosso

POLÍTICA / OPERAÇÃO ARARATH
Justiça bloqueia R$ 12 milhões de Silval, Éder e mais 6

O juiz Luis Fernando Voto Kirche, plantonista da Vara de Ação Civil e Ação Popular, determinou o bloqueio de bens, no montante de R$ 12 milhões, do ex-governador Silval Barbosa (PMDB) e do ex-secretário de Fazenda, Éder de Moraes.

A decisão atinge ainda empresa Hidrapar Engenharia Civil Ltda., ex-secretário de Estado de Administração, Edmilson José dos Santos; do ex-procurador-geral do Estado, João Virgílio do Nascimento Sobrinho; do diretor da empresa Hidrapar, Afrânio Eduardo Rossi Brandão, e dos advogados Kleber Tocantins Matos e Alex Tocantins Mato.

A liminar atende um pedido do Ministério Publico Estadual, que ingressou com várias ações com base nas investigações da Operação Ararath.

Segundo o MPE, como governador do Estado, Silval Barbosa, tomou empréstimos de terceiros, factoring, assinando diversas notas, em valores vultosos e, Éder Moraes, na época dos fatos, secretário de Fazenda, intermediava os pagamentos, a seu interesse e do alto escalão do governo, utilizando-se diversas vezes de terceiras pessoas jurídicas para pagamento dos empréstimos.

Consta nos autos que a empresa Hidrapar Engenhaia Civil Ltda., pleiteava o recebimento de créditos junto ao Estado, relativos a serviços prestados à SANEMAT, e que, ajuntou-se a um engendrado esquema de corrupção. Durante a execução dos valores, o escritório de advocacia Tocantins, representados por Kleber e Alex Tocantins, representava os interesses da empresa.

O esquema para desviar recursos públicos, segundo o MPE, contou com a efetiva participação do então procurador do estado, João Virgílio, que dava aparência de legalidade ao pagamento do precatório. Além disso, agia contra a recomendação a Subprocuradoria – Geral de Cálculos de Precatórios e de Recuperação Fiscal, que apontava que o valor requerido paga pagamento da Hidrapar.

“Entretanto, homologou o pedido e determinou a devolução ao Secretario do Estado da Fazenda, Sr. Eder de Morares Dias, que autoriza o pagamento a empresa Hidrapar Engenharia Civil Ltda., depositando em duas parcelas o valor de R$ 19.000.000,00 (dezenove milhões), o qual posteriormente foi transferido ao escritório de advocacia Tocantins, de propriedade do Srs. Alex e Kleber Tocantins”, diz um trecho da ação.

Do valor pago, R$ 5,2 milhões foram transferidos para a Globo Fomento, para quitar dívidas de Silval para custeio de campanhas e demais negócios escusos. Já o escritório recebeu R$ 12 milhões.

Os denunciados têm 15 dias para apresentar defesa.

 

 

FONTE MATO GROSSO NOTICIAS

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