(65) 99638-6107

CUIABÁ

Empresas e negócios

Coluna SIMPI: 60% das pequenas empresas sofrem com crise nos negócios 

Publicados

Empresas e negócios

Coluna SIMPI – E que venha 2021….
 
E que venha 2021…. 
A Coluna do SIMPI “fecha” 2020 em sua 407ª semana de existência, publicando mais uma pesquisa que mostra que este ano foi extremamente “pesado”, e que muitos colegas empresários ficaram pelo caminho. Todos falam e enaltecem o número de desempregados, mas pouco se lembram do número de “desempresários”. E assim somos nós pequenos, a pesquisa mostrou que estamos no pior dos mundos, mas quando nos perguntaram sobre o futuro de nossas em presas a resposta foi na hora: A nossa expectativa é das melhores… 
 
SIMPI/Datafolha – 60% das pequenas empresas sofrem com a crise nos negócios 
Em nove meses de pandemia do novo coronavírus, os efeitos desencadeados na economia afetaram quase todos os setores do comércio, indústria e serviços. Para 60% das micro e pequenas indústrias, a situação nos negócios ainda é grave e não é possível prever quando a economia vai se recuperar. Outras 34% acreditam que a crise está mais branda e a retomada deve acontecer nos próximos meses. Apenas 4% estão totalmente recuperadas. Os dados são do 17º Boletim de Tendências das Micro e Pequenas Indústrias, realizado pela Datafolha, a pedido do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (SIMPI). Para o presidente do SIMPI/SP, Joseph Couri, o maior entrave é a quebra na cadeia produtiva, que resulta principalmente em desabastecimento, aumento de preços e demissões. “A falta de linhas de crédito que dificulta a recuperação das empresas e o fim do auxílio emergencial podem provocar um novo colapso na economia”, avalia. De acordo com a pesquisa, 32% das micro e pequenas indústrias tiveram pedido negado para crédito emergencial com garantia do governo. E 77% não têm acesso a nenhuma linha de crédito desde o início da pandemia. Apesar dos indicadores negativos, expectativa para 2021 é positiva 
 

  • Saga da matéria prima 

Problemas com relação à obtenção de matéria prima seguem numa crescente piora na percepção das micro e pequenas indústrias entrevistadas: alta de preços (93%), escassez (78%), atrasos na entrega (73%), queda na qualidade (31%). 
 

  • Expectativa para 2021 

Apesar do cenário ainda ruim, 48% das micro e pequenas indústrias estão otimistas para o próximo ano e acreditam que será ótimo ou bom. Outras 8% continuam pessimistas e esperam um ano ruim ou péssimo. 
 
 
Conjuntura econômica e perspectivas 
O isolamento provocado pela pandemia resultou num encolhimento da economia entre março e abril, com recuperação observada a partir de maio, em função da renda emergencial que atingiu mais de 50 milhões de brasileiros, salienta o economista Simão Davi Silber. Segundo ele, o setor agrícola também puxou essa pequena retomada e, além disso, como o governo federal transferiu recursos para Estados e municípios, foi possível manter estável o gasto público. “Agora, com a segunda onda de Covid-19 pelo mundo e a redução de todos esses estímulos, para 2021 devemos esperar um desempenho ruim da economia”, enfatiza. 
 
Simples Nacional e a reforma tributária 
A possibilidade de reforma tributária deve avançar no Congresso Nacional e no Senado nos próximos dias, no entanto, até o momento, nenhuma proposta fez qualquer menção ao Simples Nacional, aponta o advogado Marcos Tavares Leite. “É preciso manter o tratamento diferenciado às empresas do Simples. A Constituição garante este direito às micro e pequenas empresas”. 
 
A nova “Lei de Licitações” segue pra sanção presidencial 
 Em sessão remota o Plenário do Senado aprovou o Projeto de Lei (PL) 4.253/2020, criada para substituir a Lei das Licitações, a Lei do Pregão, e o Regime Diferenciado de Contratações. O texto vai agora sanção do presidente da república. O relator destacou entre as novidades a permissão para seguro garantia nas licitações, o que segundo ele poderá contribuir para a redução de obras inacabadas, e a criação de um portal nacional de contratações públicas, que busca centralizar os procedimentos licitatórios dos entes federativos por meio de um banco de dados, que de acordo com o senador dará transparência cristalina e translúcida” a todas as aquisições. O texto aprovado trata das atribuições dos agentes públicos e do processo licitatório e também do processo de divulgação das licitações, do julgamento e escolha dos vencedores, da habilitação de concorrentes, além da inexigibilidade e da dispensa de licitação. O texto mantém a preferência pela forma eletrônica, deixando aberta a possibilidade de que assim não seja, mas eliminou a lista taxativa de hipóteses para licitação presencial. Em contrapartida, caso se adote a forma presencial, exige-se motivação da opção e gravação da sessão pública em áudio e vídeo, com registro em ata e juntada da gravação aos autos do processo licitatório depois de seu encerramento. 
 

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Consórcio desmente CGE e diz que não teve beneficio financeiro com atendimentos glosados pelo Governo no Ganha Tempo. LEIA DOCs

Propaganda
Clique para comentar

Você precisa estar logado para postar um comentário Login

Deixe uma resposta

Empresas e negócios

Coluna do SIMPI – Declaração anual do MEI já começou

Publicados

em

Por


 
 
Coluna   SIMPI – Sustentabilidade – responsabilidade de todos
 
Sustentabilidade – responsabilidade de todos
O conceito de sustentabilidade vem da ideia do desenvolvimento sustentável, um processo irreversível iniciado na década de 80, a partir do relatório das Nações Unidas que mapeou o desenvolvimento de empresas e países. “Chegou-se à conclusão de que estávamos utilizando muito mais recursos do que dispomos. Em outras palavras, é como se estivéssemos explorando vários planetas quando temos apenas um”, explica Monica Kruglianskas, coordenadora de Sustentabilidade da Fundação Instituto de Administração (FIA), em entrevista ao programa “A Hora e a Vez da Pequena Empresa”.
Assim, teve início um movimento para que as empresas, grandes responsáveis pela utilização de recursos naturais, por vezes não renováveis, possam se desenvolver sem destruir. O objetivo é permitir às próximas gerações as mesmas oportunidades quando chegar a vez deles, explica Monica. “A sustentabilidade corporativa vem da necessidade de criar modelos de negócios mais adequados para empresas de todos os setores e tamanhos”.
Segundo a especialista, organizações fora deste movimento podem ser classificadas no conceito de externalidade: quando a produção e o lucro geram impacto negativo no ambiente ou na saúde das pessoas, mas a empresa não arca com esse custo, que acaba ficando para a sociedade, governos e sistemas públicos.
No mundo todo, governos estão se atualizando, punindo empresas irresponsáveis e aplicando impostos altos para forçar a mudança. Também a sociedade está se conscientizando e investidores já cobram das empresas para que ajam de forma responsável. “Questões como estas se convertem em licenças para operar, ou seja, se a empresa não se atualizar, estará fora do mercado. Para a especialista, os pequenos empresários levam vantagem: sustentabilidade requer inovação de processos, o que pode acontecer de maneira muito rápida em negócios menores. “É comum grandes empresas buscarem parceiros inovadores nas micro e pequenas”, conclui. Assista: https://youtu.be/_H0nhc-ds2E
 
Declaração anual do MEI já começou
O período para a entrega da declaração anual já começou. Caso o MEI não faça a declaração no período regular, ficará sujeito a uma multa por atraso no envio da declaração, que será expedida pela Receita Federal. O empreendedor também deve examinar se, no ano de 2020, ultrapassou o seu faturamento em até 20%, para transmitir a Declaração Anual do MEI em janeiro e recolher o valor da multa do excedente, gerada na transmissão da declaração, além de proceder com a migração para microempresa e evitar recolhimentos retroativos. O prazo para o enquadramento vai até o dia 29 de janeiro. Se tem dificuldades em fazer sua declaração, procure o   SIMPI, lá faz para você.
 
 
 
Consequências da pandemia para empresas do Simples
Todo final de ano, a Receita Federal faz uma auditoria para identificar empresas do Simples Nacional com débitos tributários. Os inadimplentes são orientados a regularizar até 31 do mês de janeiro seguinte, sob pena de exclusão. Excepcionalmente, neste início de 2021 isso não ocorrerá em razão da pandemia, informa o advogado Piraci Oliveira. “Entretanto, caso tenha havido distribuição de lucro em 2020, existindo débito tributário, a penalidade é de até 50% do lucro distribuído, limitado ao saldo da dívida apontada” alerta o advogado.
 
Retomada, inflação e taxa de câmbio
Na avaliação de Ricardo Rocha, professor de Finanças do Insper, a retomada da economia está em curso. “Se o governo fizer um acerto no Congresso para o ajuste fiscal e as vacinas se mostrarem seguras, voltaremos a crescer. A economia chinesa, que é um termômetro mundial, já está voltando”. Para ele a inflação pode ser um problema, pois, em função da pandemia, muitas atividades empresariais foram reduzidas e estoques zerados. “Em casos de retomada muito rápida, há sempre a tentativa de recuperação de preços. Portanto, muita cautela às empresas: controle seu estoque e diversifique fornecedores”, aconselha. Otimista, ele afirma que, se houver recuperação, teremos boa surpresa com a taxa de câmbio.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  FLORAIS DA CHAPADA: A GINCO, que atua há mais de 15 anos no mercado, tem segurança de que tem agido rigorosamente de acordo com todas as exigências ambientais e urbanísticas
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA