EDUCAÇÃO, VERGONHA EM CUIABÁ, VERGONHA EM MT, VERGONHA NACIONAL: Greve no Estado. Greve na prefeitura de Cuiabá. Trabalhadores vão unificar sua luta em grande ato, nesta quinta, no centro da capital.

 

 O que mobiliza os grevistas é a insatisfação frente a salários defasados, ambiente de trabalho inapropriados e baixo investimento efetivo em educação. Tanto o Governo do Estado, comandado por Silval Barbosa, quanto a Prefeitura de Cuiabá, comandada por Mauro Mendes, é denunciada por voltar suas costas a Técnicos, agentes administrativos e professores que reivindicam melhores condições de trabalho e valorização como base para melhorar a qualidade de ensino oferecida à população.


O que mobiliza os grevistas é a insatisfação frente a salários defasados, ambiente de trabalho inapropriados e baixo investimento efetivo em educação. Tanto o Governo do Estado, comandado por Silval Barbosa, quanto a Prefeitura de Cuiabá, comandada por Mauro Mendes, é denunciada por voltar suas costas a Técnicos, agentes administrativos e professores que reivindicam melhores condições de trabalho e valorização como base para melhorar a qualidade de ensino oferecida à população.

A greve na Educação se expande. Depois dos trabalhadores da rede de ensino estadual, chegou a vez dos trabalhadores da rede de ensino municipal que iniciam paralisação contra a política da administração de Mauro Mendes nesta quinta-feira. Um grande ato, com concentração tanto na praça Alencastro quanto na praça Ipiranga, no centro da cidade, a partir das 14 horas, marcará a unificação da luta no âmbito estadual com a luta no âmbito municipal. Uma caminhada deve tomar as ruas da capital no final da tarde.

Como na rede estadual, os profissionais de Cuiabá resolveram reagir à proposta salarial do atual prefeito que ofereceu apenas o indice inflacionário para a correção dos salários. Quer dizer, Mauro Mendes ofereceu um nada para os profissionais da Educação da capital por isso – ele que já está enfrentando uma CPI na Câmara por possivel esquema de favorecimento a empresários no aluguel de máquinas – agora passa a encarar uma greve da mais numerosa categoria de trabalhadores e da mais mobilizada.

O que mobiliza os grevistas é a insatisfação frente a salários defasados, ambiente de trabalho inapropriados e baixo investimento efetivo em educação. Técnicos, apoios administrativos e professores reivindicam melhores condições de trabalho e valorização como base para melhorar a qualidade de ensino oferecida à população. Segundo levantamento do Sintep/MT o percentual de adesão à greve ultrapassa os 80%. O índice é considerado um sinal de indignação dos educadores diante da política educacional executada pelo governo estadual.

Em um comunicado realizado na TV Sintep pelo presidente Henrique Lopes do Nascimento destacou a ótima participação dos trabalhadores da educação. “Mais de 80% das escolas estão paralisadas, o que nos dá a segurança em dizer que é uma greve forte e demonstra a união da categoria que reivindica por melhores condições de vida, melhores salário e trabalho”.

Henrique também pontua o teor da audiência convocada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e Secretaria de Estado de Administração (SAD) com o Sintep/MT. Dia 16 de agosto os representantes da categoria estiveram reunidos com os respectivos secretários, que acenaram o chamamento de classificados no últimos concurso este ano. Entre os professores seriam 500 em novembro.

O presidente do Sintep/MT lembra que a reivindicação da categoria é imediata e em relação aos outros pontos da pauta de reivindicação dos trabalhos, nenhuma foi sinalizada para ser atendida. “Nessa discussão no âmbito da Seduc infelizmente não tivemos os avanços necessários do ponto de vista da pauta de reivindicações. O único ponto que o governo aponta é chamar os classificados e isso é muito insignificantes para aquilo que tem sido a nossa pauta”.

A união dos trabalhadores da educação no Estado é comemorada por Henrique, que diz ser fundamental que a força da luta permaneça para avançar em posicionamentos do governo. “Quero reforçar a necessidade de permanecermos firmes na luta, pois só através da luta vamos conseguir avançar nas nossas reivindicações”.
Com informações do Sintep MT e da subsede de Cuiabá

1 Comentário

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  1. - IP 200.140.9.76 - Responder

    Vergonha é essa classe, que não tem respeito dos alunos, dos pais e de si mesmos, já virou férias greve na educação. Vejamos sempre argumentam falta de comprometimento do Estado com a educação, posto a baila vemos que procede a argumentação, mas no primeiro entrave posto pelo Estado para o fim da greve, gera um verdadeiro abandono de ideais, consequente abandono da greve, gerando uma falta de comprometimento dessa classe com os objetivos escalonados, ou seja, a greve é só desculpa para ficar em casa ou prejudicar os alunos, se realmente tivessem na busca de melhorias para a classe e para os alunos (deixados de lado pelo Estado e pelos Professores e quiçá pelos pais) ficariam até o fim e não desistiriam dos objetivos. Mas é predominante a ideia voltamos ao trabalho agora e daqui a dois meses greve “Férias de Novo”.

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