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Caio Blat mostra que Rede Globo vampiriza produtores de cinema

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Caio Blat fala de cinema e detona a Globo: “enojado, horrorizado”
Ana Carolina Rodrigues, no Star Lounge

Um dos atores mais importantes do cinema nacional atualmente, Caio Blat participou de um evento promovido pela prefeitura de Suzano e, durante bate-papo com o público, acabou criticando a Globo. O encontro ocorreu em maio, mas um vídeo com as declarações do artista na ocasião só foi publicado neste mês.
Falando sobre a divulgação do cinema nacional, o ator afirmou: “Ia ao ‘Vídeo Show’, ao programa do Serginho Groisman para falar do filme. Achava que era um trabalho natural de divulgação, foi quando descobri que essas coisas são pagas. Quando vou ao ‘Programa do Jô’ fazer uma entrevista, isso é considerado uma ação de merchandising, não é jornalismo”.
Ainda durante o encontro, Blat disse que “se você não fechar com a Globo Filmes, seu filme morreu. Não vai aparecer na TV Globo, não vai aparecer nas revistas (da editora Globo), seu filme vai ficar alienado”. O artista foi além e disse que, ao descobrir, como produtor, como funciona o processo de distribuição, ficou “enojado, horrorizado”.
Ao detalhar o contrato de distribuição dos longas nacionais, ele contou que o primeiro dinheiro a entrar na bilheteria fica com a Globo Filmes. “É um adiantamento que estamos fazendo. Olha o que eles dizem! Adiantamento fez quem realizou o filme, investiu muito antes”, afirmou ele, antes de questionar: “O que a Globo faz? Quanto ela gastou para fazer esse ‘investimento’? Nada. O programa deles tem que acontecer todos os dias, eles precisam de gente para ser entrevistada. (A Globo) Não gastou nenhum centavo. Aí ela vai na bilheteria do filme, seu filme conseguiu fazer R$ 1 milhão, você está devendo R$ 4 (milhões). O produtor nunca vê um centavo”. Procurada pelo Starlounge, a Globo Filmes não se manifestou ainda sobre as declarações do ator.
Blat tem em seu currículo filmes como “Xingu”, “Bróder” e “Carandiru”, entre outros. Na televisão, o ator atuou, entre outras, nas novelas “Ciranda de Pedra”, “Morde & Assopra” e “Sinhá Moça”, todas da Globo.

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Leia Também:  Retratado pelo Midia News como político que passou cheque sem fundo, Walter Rabello processou site comandado por Ramon Monteagudo. Como Midia News não se defendeu, já foi pedida a revelia. Só que Juizado Especial está sem juiz e sentença demora a sair. Monteagudo pode ter que pagar quase 30 mil a Rabello

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Leia Também:  Falta dinheiro para atendimento à Saúde dos cidadãos - e o governo Silval enche os cofres da Asssembléia com verbas extraordinárias, para deleite de Riva e seus caititus. Essa é a polêmica do hora. Mas Pedro Taques fala disso, agora, porque está com medo de perder a eleição em Cuiabá

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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