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Sesp-MT vistoria área que irá abrigar novo Centro de Detenção em Barra do Garças

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O Sistema Penitenciário de Mato Grosso receberá da Prefeitura de Barra do Garças a doação de um terreno de 96 mil m² para a construção do Centro de Detenção Provisória (CDP) no município. O compromisso foi firmado pelo prefeito Adilson Gonçalves de Macedo, nesta terça-feira (11.05), durante visita à área e também por meio de ofício.

A nova unidade terá 488 vagas. Atualmente, a Cadeia Pública possui capacidade para 116 pessoas e abriga 225. A vistoria no local, que fica na BR-070, sentido Barra do Garças – Cuiabá, contou com a equipe técnica do Núcleo de Engenharia da Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP) da Secretaria de Estado de Segurança (Sesp-MT), o secretário adjunto de Administração Penitenciária, Jean Carlos Gonçalves, entre outros representantes da Segurança, da Prefeitura e Poder Judiciário.

O secretário adjunto de Administração Penitenciária frisou a importância da doação. “Essa parceria demonstra a disponibilidade do prefeito de Barra do Garças em somar com o projeto de melhorias das unidades penais, agradecemos muito por isso. Com essa união de esforços poderemos concretizar parte do nosso planejamento de ampliação de vagas”, ressaltou Jean Gonçalves.

Leia Também:  DEPUTADO EMANUEL PINHEIRO: Durante a semana os sinos da Catedral Metropolitana tocarão às 6h, 12h e 18h. Aos domingos, meia hora antes de cada missa - às 6h30, 8h30, 16h30 e 18h30 - avisando aos fiéis que a solenidade religiosa está para começar. O sino me remete à uma lembrança de uma Cuiabá fraterna, acolhedora.

O chefe do Executivo municipal destacou que com a doação do terreno, o CDP será construído a 12 km do centro da cidade, local onde hoje funciona a Cadeia Pública de Barra do Garças. “A partir desta data, me comprometo a iniciar, em caráter de urgência, todos os trâmites necessários para a concretização de cessão da área”, assegurou Adilson Macedo.

Recursos do Depen

Os recursos para a construção do CDP são oriundos do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), no valor de R$ 37 milhões. O montante foi repassado ao Governo de Mato Grosso no ano de 2016 e não foi aplicado na época. A gestão atual, conduzida pelo governador Mauro Mendes, atendeu ao pleito apresentado pelo prefeito de retirar a unidade penal do centro da cidade.

Dessa forma, uma equipe do Sistema Penitenciário apresentou o projeto da obra ao Depen, que está em fase final de aprovação. A estrutura seguirá o modelo do Raio 6 da Penitenciária Central do Estado (PCE), totalmente automatizada. A previsão é que a construção tenha início ainda este ano.

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Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

Leia Também:  EDUARDO PÓVOAS: Guarde o martelo e os pregos. Guarde-os para usá-los depois da Copa. Agora vamos receber com muito carinho e hospitalidade, características mor do cuiabano, a quem vem nos visitar em Cuiabá. Lembre-se de que eu e você nunca fomos chamados para administrar nenhum canteiro de obra desta Copa. Portanto, eu e você estamos isento de qualquer culpabilidade nesse fiasco.

Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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