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SES prepara programação para celebrar 40 anos do Código de Comercialização de Substitutos do Leite Materno

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A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), por meio da equipe de Promoção do Aleitamento Materno e Alimentação Complementar Saudável da Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde, mobilizou atividades para celebrar os 40 anos do Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno, celebrado no dia 21 de maio, Dia Mundial de Proteção do Aleitamento Materno.

Dentre as ações, está o encaminhamento de vídeo educativo para os estabelecimentos comerciais sobre a importância do cumprimento da Norma Brasileira de Comercialização de Alimentos para Lactentes e Crianças de Primeira Infância, Bicos, Chupetas e Mamadeiras (NBCAL). A atividade é coordenada pela professora e doutora Tatiana Bering, da Faculdade de Nutrição da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), com o apoio da SES-MT.

O Escritório Regional de Saúde de Barra do Garças, produziu um vídeo técnico e educativo sobre a importância do monitoramento e da fiscalização do cumprimento da NBCAL, da Lei nº 11.265/06 e do Decreto Federal nº 9.579/18 para profissionais da saúde e fiscais das Vigilâncias Sanitárias dos municípios mato-grossenses.

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Conforme a nutricionista e doutora Gláubia Relvas, a iniciativa fortalecerá a importância da atuação desses profissionais para a proteção do aleitamento materno.

Em ação parceira, o Super Mães Grupo de Apoio e a Associação de Doulas de Mato Grosso (Adomato) prepararam uma live para o dia 21 de maio, às 19h30, com o tema “A influência digital no desmame precoce”.

A transmissão ocorrerá por meio do Google Meet. O link da live será divulgado no Instagram dos grupos (@supermaescba e @adomatogrosso). Participarão da atividade a médica Maria Lúcia Futuro, membro do Amigas do Peito do Rio de Janeiro; a nutricionista e professora da UFMT, doutora Tatiana Bering e a também nutricionista e doutora Gláubia Relvas, servidora do Escritório Regional de Saúde de Barra do Garças.

O Núcleo de Apoio ao Aleitamento Materno Exclusivo (Naame) da UFMT do Araguaia, coordenado pela enfermeira e professora mestre Patrícia Fernandes, preparou um material informativo sobre a importância da proteção ao aleitamento materno, para que a população conheça as políticas públicas que protegem a amamentação e entenda como é possível contribuir para o cumprimento da Norma Brasileira. O documento também será enviado aos usuários do SUS.

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Em parceria com a SES-MT e com o IBFAN Brasil, o Conselho Regional de Nutricionistas da 1° Região organizou uma Roda de Conversa virtual no dia 20 de maio, às 19h, para comemorar o Dia Mundial de Proteção do Aleitamento Materno e os 40 anos do Código Internacional de Comercialização de Substitutos do Leite Materno.

Serão abordados temas, como: influência digital, Banco de Leite Humano, rede de apoio e a proteção legal do aleitamento materno. A plataforma de transmissão será comunicada pelo canal do CRN-1 Jovem/MT, no Instagram, pelo @crnjovem1 .

Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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