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SES abre inscrição para primeira turma do curso de especialização em hansenologia

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), por meio da Escola de Saúde Pública (ESP-MT), lança o Edital de Seleção do Curso de Especialização em Hansenologia, cujo objetivo é formar profissionais médicos especialistas em Hansenologia.

Essa é a primeira capacitação prevista no Termo de Cooperação Técnica para a realização do Curso de Especialização em Hansenologia, assinado este ano entre a SES-MT e a Sociedade Brasileira de Hansenologia (SBH).

A inscrição poderá ser feita até o dia 24 de maio por meio deste link. Para essa primeira turma, são ofertadas 20 vagas destinadas aos médicos com especializações apontadas no edital e que atuam no Sistema Único de Saúde (SUS) nas redes municipais, estadual e federal de Saúde pública.

Para a diretora da ESP-MT, Silvia Tomaz, a medida é importante para o Estado de Mato Grosso, que é considerado hiperendêmico para a hanseníase e ocupa a 1ª posição no país com o maior número de casos da doença.

De acordo com as áreas técnicas da SES, o SUS precisa de 60 médicos com essa formação acadêmica para atuar no diagnóstico e reabilitação da hanseníase em Mato Grosso.

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“Essa parceria ocorre em um momento em que a Escola de Saúde Pública retoma suas ações educacionais de especializações após a pandemia, com o objetivo de formar e qualificar os médicos para atender essa demanda” explicou Silvia.

A ação engloba, de forma conjunta, o Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Corrêa (Cridac), o Centro Estadual de Referência em Média e Alta Complexidade (Cermac) e o Laboratório Central do Estado (Lacen) sob o acompanhamento das áreas técnicas da Coordenadoria de Atenção às Doenças Crônicas e Coordenadoria de Vigilância Epidemiológica.

Fonte: GOV MT

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Projeto da Sema Mato Grosso leva práticas agrícolas sustentáveis para famílias de nove comunidades

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O Assentamento Antônio Conselheiro, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), recebeu, nesta quarta-feira (30/06), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, materiais para uso no plantio e colheita de itens da agricultura familiar. O Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF) acontece em nove comunidades e assentamentos de Mato Grosso.

Os municípios atendidos são Peixoto de Azevedo, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Poconé e Nossa Senhora do Livramento. São projetos comunitários implementados para a  implantação de hortas ecológicas comunitárias, viveiros e recuperação de nascentes.

“Este projeto possibilitou aos participantes o reconhecimento da importância da conservação ambiental, além de, principalmente, possibilitar a geração de renda com práticas sustentáveis”, explica a superintendente de Educação Ambiental da Sema-MT, Vânia Montalvão.

Marinalva Tavares de Souza, moradora do assentamento, trabalha na agricultura familiar diretamente  com o PEAAF, plantando horta e produzindo leite. Ela destaca o material recebido – utensílios para uso na plantação, como enxadas, pás e carrinho de pneu – que lhe permite produzir mais e melhor.  

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“O projeto, para mim, é muito viável. Desde o início, na formação, já deu para aprender muita coisa. Valorizo muito o trabalho feito aqui, muito importante para nós”, diz.

 
 

Na comunidade de Faval, em Nossa Senhora do Livramento, o projeto possibilitou a educação ambiental por meio de horta comunitária, produção de mudas de árvores nativas e frutíferas do cerrado, para reflorestar as nascentes.

“Hoje, posso falar que sou uma agente de educação ambiental. Aprendi a preservar e, por isso, a conscientizar a população sobre o valor de manter o meio ambiente equilibrado”, afirma Cícera Aparecida da Silva Seni, 35 anos, professora. 

Emprego e renda – O PEAAF também incentiva o extrativismo sustentável de castanha cumaru na Comunidade Quilombola de Capão Verde, em Poconé. Natan José Campos de Oliveira, 22 anos, mora na comunidade, composta por 28 famílias. Eles trabalham com produtos, que não só têm grande aceitação no mercado como contribui para a preservação do bioma Pantanal.

“Este projeto vem para ajudar o nosso trabalho, que, sem recursos, fica muito difícil. Com ele, vai melhorar a renda. Recebemos materiais que ajudam, e muito, no processo de coleta e no processamento da castanha do cumaru”, avalia Natan.

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Fonte: GOV MT

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