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Seminário estadual vai expor pesquisas, desafios e perspectivas da formação esportiva

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De 27 a 30 de abril, o projeto de aperfeiçoamento profissional continuado da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) retoma suas atividades com o Seminário Estadual Educação Física e Esporte. O evento de caráter formativo será transmitido online e está com inscrições abertas.

Realizado por meio do projeto Escola de Formação em Esporte e Lazer da Secel, o seminário conta com a parceria do Centro de Formação e Atualização dos Profissionais da Educação Básica (Cefapro-MT) de Cuiabá e do Centro de Desenvolvimento de Pesquisa em Políticas de Esporte e de Lazer (Rede Cedes-MT).

Na programação serão expostos e debatidos temas sobre os desafios e perspectivas do esporte no contexto escolar, currículo e educação física, pedagogia do esporte, desenvolvimento de habilidades e gestão e educação paralímpica. 

As formações serão conduzidas por profissionais das áreas de treinamento e doutores em pesquisas de esporte e lazer. Dentre os ministrantes estarão o professor da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), Riller Reverdito, a professora da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Larissa Galatti, a professora da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Carine Collet, além de representantes do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e da Secel.

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“O acessso ao conhecimento possibilitado por esse seminário tem a intenção de fomentar o desenvolvimento do setor de esporte e lazer no estado”, destaca o secretário adjunto da Secel, Jefferson Carvalho Neves.

Com certificação de 20 horas, o seminário abrange formação em tempo real pelo canal de YouTube do Cefapro/Cuiabá e conteúdos que devem ser acessados previamente. O evento é direcionado a professores, gestores, estudantes e demais profissionais do setor esportivo.

Projeto Escola de Formação em Esporte e Lazer

Iniciado em 2020, projeto desenvolvido pela equipe da Secretaria Adjunta de Esportes e Lazer da Secel tem o objetivo de ajudar no processo contínuo de aperfeiçoamento do setor esportivo em Mato Grosso.

As capacitações foram oferecidas no formato online e atingiram sempre o número máximo de participantes.  Os cursos ofertados gratuitamente já abordaram temas nas áreas de ensino de atletismo, políticas públicas, pedagogias esportivas, esportes de aventura e elementos de jogos e brincadeira, metodologias de treinamento, dentre outras.

Seminário Estadual Educação Física e Esporte

Data: de 27 a 30 de abril

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Inscrições até 26 de abril: AQUI

Programação:

27/04 – 9h às 11h
O esporte no contexto escolar: desafios e perspectivas
Ministrante: Prof. Dr. Riller Reverdito (Unemat/Rede Cedes)

27/04 – 14h às 16h
Currículo e Educação Física – um lugar para o esporte
Ministrante: Prof. Dr. Éderson Andrade (Secel)

28/04 – 14h às 16h
Pedagogia do esporte e a intervenção de treinadores e professores
Ministrante: Profa. Dra. Larissa Galatti (Unicamp)

29/04 – 14h às 16h
Desenvolvimento de habilidades para a vida no esporte
Ministrante: Profa. Dra. Carine Collet (UFSC)

30/04 – 14h às 16h
Gestão e Educação Paralímpica
Ministrantes: Mizael Conrado, Alberto Martin e David Costa (CPB)

Fonte: GOV MT

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Comissão de Educação discute ciclo de formação humana e resultados do Ideb

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Foto: Helder Faria

O ciclo de formação humana como política de estado e o elevado nível de aprovação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), comparado ao baixo nível de aprendizagem dos estudantes mato-grossenses foram os temas discutidos pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante reunião extraordinária realizada na tarde desta segunda-feira (18).

O encontro faz parte do ciclo de debates que está sendo realizado pela comissão com o objetivo de levantar sugestões para a melhoria da qualidade da educação pública no estado.

A coordenadora do ensino fundamental da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Juliane Gusmão, apresentou informações acerca do processo de implementação do ciclo de formação humana nas escolas públicas de Mato Grosso, iniciado no ano de 2000, com o objetivo de dirimir o elevado número de retenção e evasão nas escolas seriadas.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior afirmou que o Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação civil pública contra o estado após receber diversas reclamações de que estudantes estavam sendo aprovados automaticamente por idade, sem que houvesse cuidado e reforço com eles por parte das escolas, como preconiza a Resolução 262 do Conselho Estadual de Educação. 

“Os índices de analfabetismo eram muito grandes. Os alunos não tinham competências básicas para seguirem a jornada. Não havia compromisso educacional com os estudantes, identificando suas dificuldades, o que precisava melhorar. Por isso, em 2011 foi feito um ajustamento de conduta homologado judicialmente para que fizesse como forma uniforme em toda rede estadual de ensino o reforço ao aluno”, disse.

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Juliane Gusmão explicou que, de 2000 a 2015, os estudantes eram avaliados por meio de relatório descritivo, sendo substituído em 2016 por objetivos de aprendizagem, que se repetiam nos três anos de cada ciclo. Em 2017, a Seduc constituiu grupos de trabalho para estudar o ciclo de formação humana. 

Como resultado do estudo, a partir de 2019 abriu-se a possibilidade de retenção de estudantes que não atingissem determinados níveis de aprendizagem durante o período de três anos de cada ciclo. “A partir de 2019, o estudante poderá ser reclassificado somente se apresentar resultados satisfatórios”, frisou.

A coordenadora informou ainda que o documento que institui a Política de Educação Básica para Mato Grosso foi construído a partir do que determinam os documentos norteadores dos currículos nacional e estadual. O texto está em fase de revisão e, posteriormente, será disponibilizado para consulta pública.

Entre as ações realizadas pela Seduc, segundo ela, está a implantação do Laboratório de Aprendizagem em todas as unidades escolares, com o objetivo de contribuir para a superação da defasagem de aprendizado dos estudantes.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Wilson Santos (PSDB), destacou a necessidade de tratar o sistema ciclado de ensino como uma política de estado, e não de governo, e de resolver deficiências que ainda se apresentam após duas décadas de implantação do modelo.

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“Desde a implementação do ciclo, os governos o trataram da forma como cada um entendeu. Sem exceção. Por isso chegamos em uma modalidade que, na minha concepção, não é nem seriado e nem ciclo. É um pedaço de cada. O material é de seriado, não é específico para ciclo. Os professores não tiveram formação para a escola ciclada. Não queremos a volta ao modelo seriado, mas queremos que o ciclo seja 100% implantado, coisa que não está”, declarou.

Ricardo Sávio Aguiar de Souza, coordenador de Avaliação da Seduc, apresentou informações sobre os resultados do Ideb registrados no período de 2007 a 2019 e salientou que a qualidade da educação é multidimensional e que Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) leva em consideração sete fatores na análise, sendo o ensino e aprendizagem um deles.

Maria Luiza Zanirato, membro do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep-MT), defendeu o funcionamento em tempo integral das escolas nos anos iniciais e ressaltou a importância da organização curricular e da inclusão dos estudantes na educação básica e superior. “A educação faz diferença, sim, na vida das pessoas”, reforçou.

Professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Danieli Backes frisou a necessidade de levar em consideração as diferentes realidades dos municípios mato-grossenses para definição de uma política educacional. “Alguns municípios não têm, sequer, uma rede de internet”, lembrou. 

Fonte: ALMT

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