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Seciteci prorroga prazo de inscrições para curso de Técnico em Agropecuária em três municípios

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A Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) prorrogou o prazo de inscrições para o curso de Técnico em Agropecuária nos municípios de Pontes e Lacerda, Aripuanã (distrito de Conselvan) e Peixoto de Azevedo. Os interessados têm até a próxima quarta-feira (16.06) para se inscrever. Ao todo, são ofertadas 270 novas vagas gratuitas para qualificação profissional de alunos que cursam o Ensino Médio, o Mediotec.

O prazo para as matrículas foi ampliado para que os alunos destes municípios possam concluir o processo de inscrição e entrega da documentação necessária. A retificação do edital foi publicada no site da Seciteci, para acessar, clique AQUI.

Segundo o secretário da Seciteci, Nilton Borgato, a ideia é capacitar o maior número de profissionais para o mercado de trabalho, diminuindo as desigualdades sociais e ampliando a geração de emprego e renda no Estado. Alguns locais ainda estão com vagas disponíveis, por isso o prazo foi prorrogado para facilitar as inscrições dos interessados.

“O Mediotec é um programa que oportuniza aos alunos da rede pública cursar ao mesmo tempo, um curso técnico. Esta ação é focada em oportunizar a estes jovens o ingresso ao mercado, logo após a conclusão dos estudos. Já que ainda temos vagas para algumas cidades, como Peixoto de Azevedo, Aripuanã e Pontes e Lacerda, então decidi prorrogar o prazo”, informou o gestor.

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Ao todo são nove turmas que serão coordenadas por cinco Escolas Técnicas do Estado (ETE’s): Barra do Garças, Sinop, Alta Floresta, Lucas do Rio Verde e Tangará da Serra.

A coordenadora de Educação Profissional e tecnológica da Seciteci, Ana Flavia Derze Soares, explica que as aulas serão presenciais, com previsão de início do segundo semestre deste ano.

“As nossas unidades estão se preparando para dar início ao curso, que será ofertado na modalidade presencial considerando as práticas que o curso requer. Portanto as escolas estão se preparando para cumprir todas as medidas que visam atender aos protocolos sanitários de prevenção à Covid”, disse ela.

Para estes municípios a lista com as matrículas deferidas será divulgada no dia 24 de junho. A previsão para o início das aulas é dia 19 de julho. Os alunos receberão certificados após a conclusão do curso. 

A Seciteci realizará o processo seletivo, conforme critérios definidos em edital que pode ser acessado AQUI.                                            

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Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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