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Profissionais da educação aprovam programas de saúde e segurança no trabalho da Seduc

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Sensação de estarem sendo acompanhados de perto em relação à saúde e segurança do trabalho. Os servidores definiram dessa maneira o que sentiram após serem atendidos pela equipe multidisciplinar do Programa de Educação para Redução do Absenteísmo (ERA) e Plano Estadual de Readaptação do Servidor da Educação (Perpe), da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), na quinta (10.06) e sexta-feira (11.06), em Diamantino.

Os atendimentos ocorreram na Diretoria Regional de Educação (DRE), sendo ofertados aos profissionais de ensino que trabalham nas 46 unidades de ensino dos 12 municípios que compõem aquele polo: Diamantino, Nova Maringá, Santa Rita do Trivelato, Nova Mutum, São José do Rio Claro, Nobres, Rosário Oeste, Arenápolis, Alto Paraguai, Nortelândia, Santo Afonso e Nova Marilândia.

“Esses programas são muito interessantes porque proporcionam, de fato, uma oportunidade para quem está em readaptação. Por serem 12 meses, dá tempo de fazer o acompanhamento dos problemas que levaram ao servidor a essa situação”, disse a professora de informática Silvia de Paula Giacomini, de 42 anos.

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A educadora leciona na Escola Estadual Nilce Maria de Magalhães, em Diamantino, e sofre de depressão com sintomas de fibromialgia. Está em readaptação há três anos. “O que queremos é a volta à nossa função de origem, o servidor quer melhorar. Com o Perpe, eu me sinto assistida pela Seduc”, falou.

Diretora da EE Nilce Maria de Magalhães, Vanessa Michelly de Moraes considera que os dois programas são importantes e adequados para o servidor público da educação, cujos cuidados devem passar pelas partes física e emocional.

“O ERA, por exemplo, vem com esse intuito de prevenção, o que vai ajudar muito quem trabalha nas unidades. O aspecto psicológico também conta bastante, lidamos com alunos, com pais, existe esse aspecto que precisa ser considerado. Esse é um programa que queríamos muito que acontecesse”, declarou.

ERA e Perpe

O Programa ERA e o Perpe são executados por profissionais do Comitê Setorial de Saúde e Segurança do Trabalho da Secretaria Adjunta de Gestão de Pessoas da Seduc. A equipe é formada por psicólogo, assistente social, educador físico, psicomotricista, enfermeiro, engenheiro de segurança do trabalho, nutricionista, fonoaudiólogo e fisioterapeuta.

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O principal objetivo das duas iniciativas é diminuir a quantidade de profissionais afastados de suas funções: enquanto o ERA se concentra na prevenção e intervenção, o Perpe tem como foco o monitoramento da saúde do servidor e sua reabilitação.  

Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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