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Prefeitura de Denise finaliza substituição de lâmpadas comuns por LED

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A Prefeitura de Denise finalizou a substituição das luminárias tradicionais das principais avenidas da cidade por lâmpadas de LED,  mais econômicas e com maior durabilidade. A troca pode reduzir em até 40% as contas da iluminação pública do município.

A ação faz parte do Programa de Eficiência Energética (PEE) da Energisa, em parceria com o Governo do Estado de Mato Grosso, por meio do MT PAR, Consórcio do Alto do Rio Paraguai e prefeituras. Ao todo foram investidos R$ 640 mil para a troca de quase 400 lâmpadas. 

O prefeito Aldecir de Sousa Oliveira, destacou o trabalho realizado pelo governo de Mato Grosso. “É um governo que tem olhado com atenção para todos os municípios, e tem otimizado os gastos públicos. Parabéns ao governador Mauro Mendes, que nos apoia e vem fazendo uma brilhante gestão. Em breve, teremos Mato Grosso com 100% de LED, por meio do MT Iluminado”, disse. 

Marronzinho também agradeceu ao presidente do MT PAR, Wener Santos, pela parceria. “O Wener sempre foi nosso parceiro, nunca abandonou a região e tem feito um grande trabalho, valorizando os nossos municípios do centro-sul”, disse. 

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Em Denise, entre as avenidas que receberam a nova iluminação estão:  Barra do Bugres, Júlio José de Campos, Brasília, Piauí, 7 de Setembro, Juscelino Kubitschek, e a Praça principal da cidade.  

O presidente do MT PAR, Wener Santos, lembra que além de Denise, Nova Marilândia e Nortelândia também já concluíram os trabalhos. Santo Afonso, Nova Olímpia, Alto Paraguai e Arenápolis seguem realizando as trocas.  

“Serão quase 7 milhões investidos só nessa região para a troca da iluminação pública. E com o MT Iluminado, serão contemplados os 141 municípios do Estado, seguindo o desejo do governador Mauro Mendes”, finaliza Wener.

Fonte: GOV MT

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Comissão de Educação discute ciclo de formação humana e resultados do Ideb

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Foto: Helder Faria

O ciclo de formação humana como política de estado e o elevado nível de aprovação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), comparado ao baixo nível de aprendizagem dos estudantes mato-grossenses foram os temas discutidos pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante reunião extraordinária realizada na tarde desta segunda-feira (18).

O encontro faz parte do ciclo de debates que está sendo realizado pela comissão com o objetivo de levantar sugestões para a melhoria da qualidade da educação pública no estado.

A coordenadora do ensino fundamental da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Juliane Gusmão, apresentou informações acerca do processo de implementação do ciclo de formação humana nas escolas públicas de Mato Grosso, iniciado no ano de 2000, com o objetivo de dirimir o elevado número de retenção e evasão nas escolas seriadas.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior afirmou que o Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação civil pública contra o estado após receber diversas reclamações de que estudantes estavam sendo aprovados automaticamente por idade, sem que houvesse cuidado e reforço com eles por parte das escolas, como preconiza a Resolução 262 do Conselho Estadual de Educação. 

“Os índices de analfabetismo eram muito grandes. Os alunos não tinham competências básicas para seguirem a jornada. Não havia compromisso educacional com os estudantes, identificando suas dificuldades, o que precisava melhorar. Por isso, em 2011 foi feito um ajustamento de conduta homologado judicialmente para que fizesse como forma uniforme em toda rede estadual de ensino o reforço ao aluno”, disse.

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Juliane Gusmão explicou que, de 2000 a 2015, os estudantes eram avaliados por meio de relatório descritivo, sendo substituído em 2016 por objetivos de aprendizagem, que se repetiam nos três anos de cada ciclo. Em 2017, a Seduc constituiu grupos de trabalho para estudar o ciclo de formação humana. 

Como resultado do estudo, a partir de 2019 abriu-se a possibilidade de retenção de estudantes que não atingissem determinados níveis de aprendizagem durante o período de três anos de cada ciclo. “A partir de 2019, o estudante poderá ser reclassificado somente se apresentar resultados satisfatórios”, frisou.

A coordenadora informou ainda que o documento que institui a Política de Educação Básica para Mato Grosso foi construído a partir do que determinam os documentos norteadores dos currículos nacional e estadual. O texto está em fase de revisão e, posteriormente, será disponibilizado para consulta pública.

Entre as ações realizadas pela Seduc, segundo ela, está a implantação do Laboratório de Aprendizagem em todas as unidades escolares, com o objetivo de contribuir para a superação da defasagem de aprendizado dos estudantes.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Wilson Santos (PSDB), destacou a necessidade de tratar o sistema ciclado de ensino como uma política de estado, e não de governo, e de resolver deficiências que ainda se apresentam após duas décadas de implantação do modelo.

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“Desde a implementação do ciclo, os governos o trataram da forma como cada um entendeu. Sem exceção. Por isso chegamos em uma modalidade que, na minha concepção, não é nem seriado e nem ciclo. É um pedaço de cada. O material é de seriado, não é específico para ciclo. Os professores não tiveram formação para a escola ciclada. Não queremos a volta ao modelo seriado, mas queremos que o ciclo seja 100% implantado, coisa que não está”, declarou.

Ricardo Sávio Aguiar de Souza, coordenador de Avaliação da Seduc, apresentou informações sobre os resultados do Ideb registrados no período de 2007 a 2019 e salientou que a qualidade da educação é multidimensional e que Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) leva em consideração sete fatores na análise, sendo o ensino e aprendizagem um deles.

Maria Luiza Zanirato, membro do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep-MT), defendeu o funcionamento em tempo integral das escolas nos anos iniciais e ressaltou a importância da organização curricular e da inclusão dos estudantes na educação básica e superior. “A educação faz diferença, sim, na vida das pessoas”, reforçou.

Professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Danieli Backes frisou a necessidade de levar em consideração as diferentes realidades dos municípios mato-grossenses para definição de uma política educacional. “Alguns municípios não têm, sequer, uma rede de internet”, lembrou. 

Fonte: ALMT

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