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PM fecha festas clandestinas, apreende drogas e conduz 18 pessoas para delegacias

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Na madrugada deste domingo (28.02) policiais militares conduziram 18 pessoas para delegacias e acabaram com três festas clandestinas com aglomeração de pessoas no Estado. A ação é resultado da Operação Dispersão III, desencadeada pela Polícia Militar nos 141 municípios. 

Está é a terceira etapa das atividades de prevenção e fiscalização do cumprimento das medidas de restrição adotadas como forma reduzir os riscos de propagação do novo coronavírus (Covid-19).

Em Cáceres (225 km de Cuiabá), a Polícia Militar empregou um grande aparato policial (Força Tática, Ambiental e viaturas do policiamento e rotina) no apoio aos fiscais de Prefeitura e conselheiros tutelares para por fim a uma festa clandestina que ocorria no bairro Garcez, em uma chácara.

No local havia mais de 100 pessoas, dezenas delas menores de idade, e até uma mulher com dois filhos de colo, de três e dois anos. Organizada para cobrança de ingresso, lá foram detidas 14 pessoas, apreendidas caixa de pulseiras de identificação, equipamentos de som, além de R$ 600 e porções de maconha e pasta base de cocaína.

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Já em Pedra Preta (238 km de Cuiabá), a partir da denúncia de populares, policiais interromperam uma festa com mais 100 pessoas que acontecia em uma residência. Conforme narrativa da equipe da PM, havia dezenas de pessoas no local consumindo bebidas alcóolicas e fazendo uso de narguilé. Quatro adultos, três homens e uma mulher, que seriam os organizados do evento, foram conduzidos à delegacia.

Na MT-040, em Santo Antônio de Leverger (34 km de Cuiabá), policiais militares acabaram com uma festa clandestina com aglomeração de cerca de 300 pessoas. Quando os policiais do 9º Batalhão e da 3ª se aproximaram do local os participantes correram para diferentes direções se escondendo em áreas de mata. A festa chegou ao final, mas ninguém foi preso.

Serviço

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado pelo 190 ou, sem precisar se identificar, por meio do disque – denúncia 08000.65.39.39. Nesse número, sem custo de ligação, qualquer cidadão pode informar situações suspeitas ou crimes.

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Fonte: GOV MT

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Lúdio aponta que apenas 21% dos idosos a partir de 75 anos estão imunizados pela vacina da covid-19 em MT

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Mato Grosso ainda não tem uma cobertura vacinal que produza impacto significativo sobre número de casos novos de covid-19, internações e mortalidade. Levantamento feito pelo deputado estadual e médico sanitarista Lúdio Cabral (PT), com base nas resoluções da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), comparadas com o painel de vacinação do Ministério da Saúde, mostra que apenas 21,1% dos idosos a partir de 75 anos e 50,5% dos trabalhadores da saúde já estão imunizados com as duas doses de vacina contra a covid-19.
“Não vemos efetividade da vacinação. Mato Grosso ainda está longe de alcançar uma cobertura vacinal que dê proteção à população. Mesmo os grupos prioritários têm, até agora, uma cobertura baixa. A imunidade só é completa 14 dias depois da aplicação da 2ª dose. A vacinação está muito lenta nos grupos da fase 1, mesmo com vacinas disponíveis”, observou Lúdio.
No relatório, que considerou os dados disponibilizados até a quinta-feira (8), Lúdio detectou que a cobertura vacinal dos 89.073 idosos a partir de 75 anos é de 21,1%, pois apenas 18.819 receberam a 2ª dose. Se todas as doses disponíveis tivessem sido aplicadas, esse público teria 79,1% de cobertura. Entre os 84.599 trabalhadores da saúde de Mato Grosso, 50,5% já receberam a 2ª dose. Mas essa cobertura vacinal poderia ser de 85% com as doses já disponíveis no estado.
Na avaliação de Lúdio, a explicação para essa lentidão está na demora da distribuição das vacinas pelo estado aos municípios, centralização de vacinação e burocracia para agendamento. O deputado recomenda que o governo de Mato Grosso elabore as resoluções com mais rapidez e agilize a distribuição, e que as prefeituras utilizem a rede de salas de vacinas e a experiência acumulada pelos trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS), que é referência mundial na imunização de populações. Ele defende que quanto mais descentralizar, melhor, pois o público-alvo vai aumentar nas próximas fases.
“Muitas pessoas que receberam a 1ª dose não estão recebendo a 2ª dose. Por isso é importante que a vacinação seja descentralizada e as vacinas sejam aplicadas no posto de saúde, onde as equipes de saúde conhecem os moradores e podem fazer busca ativa para que as pessoas tomem a 1ª e a 2ª dose no tempo certo e sem burocracia. A imunização só está completa depois da 2ª dose”, explicou Lúdio.

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Fonte: ALMT

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