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No primeiro trimestre, Estado apreende 85 maquinários e aplica R$ 284 milhões em multas ambientais

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Nos primeiros três meses deste ano, o Estado atendeu 1512 alertas de desmatamento, com base em imagens de satélite de alta precisão. Foram apreendidos 85 maquinários flagrados em utilização no crime ambiental e aplicados R$ 284 milhões em multas.

As operações são coordenadas pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), em parceria com as forças policiais por meio da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SESP), o Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea-MT), o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) e Ministérios Públicos Estadual (MPMT) e Federal (MPF).

As áreas embargadas no primeiro trimestre somam 144 mil hectares. Após o embargo, o proprietário fica proibido de desenvolver qualquer atividade agropecuária sem licença ambiental até a regularização junto à Sema-MT.

O respeito às normas ambientais e a busca pela sustentabilidade são pilares importantes das políticas públicas ambientais de Mato Grosso, avalia a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti. A forte atuação na fiscalização e na responsabilização de infratores contribui também para as metas de redução do desmatamento ilegal.

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“O desmatamento ilegal contraria todos os pilares em que se sustenta a política pública ambiental do Estado de Mato Grosso, por isso continuará sendo combatido, ao mesmo tempo que continuamos fortalecendo as estruturas de meio ambiente, para garantir que  aqueles que respeitam as normas possam produzir com sustentabilidade”, afirma.

Multas aplicadas

A maioria das multas incide sobre o Bioma Amazônia (R$ 201 milhões), em seguida o Cerrado (R$ 75 milhões) e Pantanal (R$ 8 milhões). As multas são aplicadas por desmatamento ilegal, descumprimento de embargo, instalação ou construção de empreendimento sem licença ambiental, comércio irregular de madeira, e outros crimes contra a flora. 

O cinco municípios com maiores índices de multas são: Colniza (R$ 31 milhões), Aripuanã (R$ 13,3 milhões), União do Sul (R$ 3,8), Nova Ubiratã (R$ 3,1 milhões) e Feliz Natal (R$2,5 milhões). 

Apreensões

As equipes apreenderam 46 tratores de pneu, 22 tratores esteira, 17 caminhões, 12 motosserras, 10 armas e conduziram 14 pessoas à delegacia após flagrante de crime ambiental. 

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A retirada do equipamento do infrator é uma etapa importante da fiscalização, porque além de impedir a continuidade dos ilícitos ambientais, permite a descapitalização do infrator de forma imediata. Para isso, o Estado conta com um contrato de uma empresa especializada na remoção de maquinários pesados, custeados com recursos do Programa REM-MT. 

Tolerância Zero contra o desmatamento ilegal

O Governo de Mato Grosso implantou a política da tolerância zero com o desmatamento ilegal, e está investindo no monitoramento e fiscalização para prevenir as ilicitudes. Ao identificar a alteração de vegetação por imagens de satélite precisas, o Estado avisa por e-mail ao produtor sobre o alerta, e providencia a fiscalização in loco para proceder com a penalização do infrator.

Com o objetivo de reduzir o desmatamento ilegal, o Estado aplica multas, embarga áreas, e apreende equipamentos e maquinários utilizados na ação criminosa, descapitalizando os infratores para evitar a reincidência. Atualmente, em parceria com o Ministério Público do Estado (MPE), e Ministério Público Federal (MPF), quem desmata ilegalmente responde também nas esferas criminal e civil, além de processo administrativo.

Fonte: GOV MT

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PM orienta sobre como se proteger de golpes virtuais e clonagem de WhatsApp

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Devido ao isolamento social por causa da pandemia, a população passou a acessar ainda mais a internet, seja no celular ou computador. Ficar mais tempo em casa, é sinônimo de mais tempo online. A Polícia Militar por meio da Diretoria de Agência Central de Inteligência (Daci), orienta as pessoas a ficarem atentas ao receberem SMS, e-mails com links estranhos e mensagens de ajuda nos aplicativos de mensagens; pois criminosos estão se aproveitando da crise para aplicar golpes virtuais como a clonagem do aplicativo de celular WhatsApp.

De acordo com o tenente-coronel, Vitor Sakata da Diretoria de Agência Central de Inteligência da PMMT, as quadrilhas se aproveitam que o aplicativo de mensagem está sendo um grande aliado da população para evitar sair de casa para arrancar dinheiro dos contatos com a clonagem do App.

“Identificamos um aumento de crimes de estelionato e outras fraudes no estado. Neste primeiro trimestre de 2021 foram registradas mais 2.297 ocorrências de pessoas que foram vítimas destes criminosos. Neste mesmo período, em 2020, registramos 420 ocorrências de golpes virtuais. As quadrilhas tentam arrancar dinheiro das vítimas em sites de compras e clonando o aplicativo WhatsApp; se passando por familiar, amigo, conhecido para conseguir dinheiro”, relata o militar.

O militar diz ainda a polícia já identificou que os golpistas elaboram uma espécie de engenharia social para aplicar os golpes; para cada situação e vítima eles tentam aplicar uma fraude diferente. 

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“Devido a pandemia, a população para seguir com o distanciamento social, passou a utilizar ainda mais o aplicativo de mensagem para trabalhar, comprar, estudar e até mesmo se divertir em grupos de conversas entre amigos online. Com mais tempo no aplicativo, vamos deixando rastros como informações pessoais e dados; o que facilita para os golpistas adotarem métodos que a vítima passa a acreditar que está ajudando um familiar, amigo ou conhecido; mas não é”, alerta Vitor Sakata.

O policial diz ainda que as quadrilhas tentam de diferentes formas ter acesso ao código do aplicativo da vítima. “Os criminosos para clonarem o WhatsApp eles enviam falsas pesquisas sobre a Covid-19, emitem notificações para a pessoa atualizar os dados cadastrais de bancos, auxílio emergencial, site de compra e venda; operadoras telefônicas e até as incluem em falsos sorteios, promoções e até brindes; tudo para obter esse código que permite que eles acessem o App”, explica o tenente-coronel Sakata. 

A primeira orientação da PM para a população é sempre desconfiar e prevenir, não deixar dados pessoais salvos (CPF, RG, endereço, números de cartão) salvos em sites, redes sociais, blocos de anotações virtuais e no histórico de conversas do aplicativo.

A PM orienta que se a pessoa percebeu que o aplicativo no seu celular foi clonado, ela deve imediatamente desinstalar o APP. Em seguida, a vítima deve aguardar alguns instantes e reinstalar a ferramenta; somente após receber um novo código de acesso, deve -se tentar restaurar o aplicativo. Se possível repita a operação até o bloqueio do aplicativo e faça a ativação em duas etapas nas configurações do WhatsApp.

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Para recuperar a conta do aplicativo, a polícia orienta que a vítima deve enviar um e-mail para [email protected]; solicitando que seja desativada a conta, o número de telefone deve ser incluído no corpo do e-mail com o código do país (+55). Assim que a empresa receber a informação, ela irá desativar a conta que poderá ser acessada após sete dias.

Ao perceber o golpe, a vítima deve comunicar aos seus contatos do aplicativo através de outro número e telefone que o App foi clonado, porque os criminosos costumam se passar pela vítima com mensagem ‘preciso de ajuda, você pode depositar o valor X? quando você vai me pagar? Esse é o boleto para você pagar! Me ajuda, faz um depósito com a quantia Y?

O tenente-coronel Vitor Sakata orienta as vítimas a registrarem o boletim de ocorrência, pois através deste comunicado oficial, as forças de segurança podem identificar e elaborar ações enérgicas para combater a prática criminosa.

Quer saber mais?

Confira o oitavo episódio do PMCAST que traz relatos inéditos de vítimas da fraude e um bate papo com o policial da DACI/PMMT especialista no assunto. No Spotfy ; Google ou no site da PMMT.

Fonte: GOV MT

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