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Mato Grosso é estado mais eficiente do País na vacinação contra febre aftosa

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Mato Grosso é o estado pertencente à área habilitada para exportação à União Europeia que obteve o melhor resultado de eficiência de vacinação contra a febre aftosa – 99,99%. O resultado foi divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no “Estudo sorológico de avaliação da imunidade vacinal da população bovina contra a febre aftosa nas unidades federativas habilitadas para exportação de carne bovina à União Europeia”.

“Este resultado mostra que na pecuária de Mato Grosso todos ganham. Produtores rurais tem seu produto valorizado, os frigoríficos mantêm esse importante e exigente mercado aberto. Enfim, de maneira geral, as certificações sanitárias são fundamentais para o crescimento de Mato Grosso que hoje tem o maior rebanho do país e se aproxima de ser o maior exportador de carne bovina do Brasil”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

O mínimo de eficiência estipulado pelo bloco econômico é 85%. As amostras foram coletadas em 54 estabelecimentos rurais selecionados aleatoriamente em 54 municípios do estado. As equipes do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT) colheram amostras de bovinos de 13 a 24 meses de idade para análise sorológica em laboratório oficial do Mapa.

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Para a presidente do Indea MT, Emanuelle de Almeida, esta é uma certificação comemorada por todos. “Desde lojas veterinárias encarregadas da adequada conservação das vacinas armazenadas até o produtor rural, interessado em aplicar a vacina com todo cuidado para imunizar seu rebanho, todos têm sua parcela de participação neste resultado. Destacamos ainda a importante contribuição da Famato, Sindifrigo, Acrimat e Fesa, que sempre apoiaram a campanha”, diz.

O Ministério e o Indea MT são encarregados da normatização, controle, registro e fiscalização da comercialização de vacina e vacinação, bem como atividades de educação sanitária e comunicação.

Fonte: GOV MT

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A partir de janeiro, ICMS da energia elétrica será de 17%; conta de luz pode ficar até 12% mais barata

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A cobrança da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da energia elétrica deixa de ser 25% e 27% e passa a ser de 17% em Mato Grosso, a partir de janeiro de 2022. A Lei 708/2021, do maior pacote de redução de impostos do país foi sancionada pelo governador Mauro Mendes, nesta terça-feira (07.12).

O impacto dessa redução poderá significar contas de luz até 12% mais baratas. Isso porque, a carga tributária do imposto, será de R$ 36,50 no consumo de 400 kWh e de até R$ 117 no consumo de 1000 kWh. Um corte de 39% e 45% no ICMS, respectivamente.

O presidente do Sindicato da Construção, Geração, Transmissão e Distribuição de Energia Elétrica e Gás no Estado de Mato Grosso (Sindenergia), Tiago Vianna de Arruda, afirmou que o pacote de redução de impostos sancionado pelo governador Mauro Mendes vai trazer justiça econômica para a sociedade.

A avaliação de Vianna passa pelo impacto que a medida irá produzir no setor da energia elétrica. No total, com a lei, o Governo de Mato Grosso deve deixar de arrecadar cerca de R$ 1,2 bilhão por ano, valor que permanece no bolso dos contribuintes, aliviando o orçamento doméstico de milhares de pessoas e também de empresas.

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“Essa medida chega em boa hora, no momento em que os brasileiros mais estão precisando, trazendo liquidez tributária para toda a população. E é importante frisar que dos R$ 1,2 bilhão de redução que está previsto, R$ 732 milhões são referentes ao ICMS da energia elétrica. Ou seja, 60% do pacote de redução de impostos do Governo de Mato Grosso está circunscrito à taxa de ICMS sobre a energia. Isso é muito importante porque a energia elétrica é um insumo caro, que está presente na vida de todo mundo – seja na nossa residência, no comércio, na indústria -, então qualquer redução de imposto nesse sentido vai incentivar e tornar a nossa economia mais justa para todo mundo”, avaliou Tiago Vianna.

A redução significativa também vai ser sentida nos setores da comunicação, do gás industrial e dos combustíveis.

Fonte: GOV MT

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