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Governo de MT consegue autorização para vacinar trabalhadores da Assistência Social

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A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) decidiu que a vacinação contra a Covid-19 dos trabalhadores da Assistência Social poderá começar após o término da aplicação da primeira dose dos profissionais da Educação.

A deliberação foi feita em reunião colegiada, na manhã desta sexta-feira (11.06), e será precedida de uma resolução técnica. Ficou decidido que, após a conclusão da vacinação dos trabalhadores da Educação, 20% do quantitativo que chegar para a primeira dose será destinado aos trabalhadores da Assistência Social. 

“A Assistência Social é um serviço essencial e não parou em nenhum momento, pois milhares de pessoas precisam da ajuda do Governo. Os profissionais que trabalham nessa área se expõem ao risco e precisam ter essa garantia da imunização”, disse o governador Mauro Mendes. 

O secretário estadual de Saúde e presidente da CIB, Gilberto Figueiredo, enfatizou que a pactuação é uma vitória para Mato Grosso. “O Estado de Mato Grosso trabalhou para viabilizar a antecipação da imunização desta categoria. Como essa quantidade de doses já está sendo direcionada para o público da Educação, nós iremos apenas redirecionar para outro grupo – o que não vai prejudicar o esquema vacinal de outros públicos que estão sendo imunizados”, esclareceu o gestor.  

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A CIB é composta por membros do Conselho das Secretarias Municipais de Saúde (Cosems-MT) e da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) e as decisões validadas pela Comissão precisam ser unânimes. “Os profissionais da ação social trabalham conosco desde o início da pandemia. É um grande avanço promovido pela CIB”, avaliou o presidente do Cosems, Marco Antônio Norberto Felipe.

Até o momento, não há uma data para o início da imunização, visto que a vacinação dos trabalhadores da Assistência Social está condicionada à conclusão da imunização dos profissionais da Educação. 

A primeira-dama Virgínia Mendes elogiou a iniciativa da CIB. “Recebo a notícia com muita alegria! O papel dos profissionais da assistência social tem sido fundamental no atendimento daqueles que mais sentiram os impactos da pandemia. Considero a área social tão importante quanto a saúde, ambos na sua área atuando na linha de frente contra o coronavírus. Nossos programas sociais conseguem alcançar quem mais precisa graças a esses profissionais. Agradeço e parabenizo o secretário Gilberto Figueiredo e toda a sua equipe pelo belíssimo trabalho!”, disse.

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Atualmente, as equipes técnicas estão empenhadas no levantamento do quantitativo de profissionais da Assistência Social a serem vacinados. A secretária de Assistencia Social e Cidadania, Rosamaria Carvalho, também reforçou que essa é uma grande conquista para o estado de Mato Grosso. 

“É uma conquista muito importante para os trabalhadores do Serviço Único de Assistência Social (Suas). A Assistência Social foi considerada como serviço essencial nas três esferas de governo, e deveria ter sido priorizada na vacinação, assim como foi para a segurança pública e a educação. Durante toda a pandemia continuamos atendendo, principalmente a população mais carente. É na Assistência Social que as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade extrema, agravada pela Covid-19, buscam ajuda. Procuramos garantir a sobrevivência e a segurança alimentar dessas famílias”, concluiu.

Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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