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Governo de Mato Grosso destina novas viaturas ao Corpo de Bombeiros Militar

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O Governo do Estado entregou, por meio da Secretaria de Segurança Pública (Sesp-MT), em solenidade realizada na manhã desta segunda-feira (03.05), 4 novas viaturas que reforçarão a frota do serviço operacional do 1° Batalhão do Corpo de Bombeiros Militar (1°BBM). O lote inclui uma viatura Auto Rápida modelo Duster e 3 Unidades de Resgate modelo Master.

As viaturas poderão ser utilizadas em ocorrências de salvamento e serviços pré-hospitalares, dando melhores condições de trabalho aos servidores além de melhorar o atendimento à sociedade durante os chamados de urgências e emergências.

A cerimônia de entrega foi realizada apenas para autoridades, respeitando protocolos de biossegurança contra a Covid-19.

O comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Alessandro Borges, destacou que as novas viaturas vão proporcionar um melhor atendimento às vítimas socorridas pelos militares do CBM-MT, além de gerar mais economia com manutenção.

“Os maiores beneficiados dessa atualização da frota é a população Mato-grossense que receberá um atendimento com mais qualidade. Além disso, essas novas viaturas demandam menos manutenção e consequentemente menos custos ao Estado. As viaturas poderão ser utilizadas imediatamente em ocorrências e salvamento de atendimentos pré-hospitalares”.

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Além disso, o comandante-geral adjunto, Coronel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa, afirmou “que o Governo está investindo e trabalhando garantir uma boa estrutura para os atendimentos de resgate a sociedade mato-grossense”.

A solenidade contou com a presença do secretário de estadual de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, o secretário adjunto Carlos George de Carvalho Davim, comandante-geral do CBMMT, Coronel BM Alessandro Borges Ferreira, o comandante-geral adjunto, Coronel BM Ricardo Antônio Bezerra Costa e demais coronéis da corporação.

Fonte: GOV MT

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Delegado da Polícia Federal e presidente de sindicato são ouvidos em reunião de CPI

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Foto: Helder Faria

Em reunião ordinária, nesta segunda-feira (17), a CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso ouviu o delegado da Polícia Federal Cristiano Nascimento dos Santos e o presidente do Sindicato das Indústrias Extrativas de Minérios (Sindiminério), Antônio Silva Toledo Pizza . A oitiva de Cristiano foi presencial. Ele falou dos números de processos de investigações concluídos e em andamento sobre a extração, comercialização e descaminho do ouro em Mato Grosso, desde 2010 a 2021.

De acordo com o delegado, a sonegação de tributos federais do ouro em todo o Brasil, no período compreendido entre janeiro de 2016 e maio de 2019 foi da ordem de R$ 318 milhões. A maior fatia, segundo ele, é do Imposto de Renda que o garimpeiro deixa de pagar, o montante é de R$ 198 milhões. Em relação à exportação do ouro, nesse mesmo período, o valor foi de R$ 434 bilhões.  

Ele disse que o número de investigações encerradas em Mato Grosso até o ano de 2010 foi de 445 e que existem ainda em andamento 101 processos. Isso engloba as quatro Delegacias da Polícia Federal em território mato-grossense. 

“Os municípios que mais existem inquéritos encerrados e em andamento são da região do Pantanal até o município de Aripuanã. As outras delegacias são as de Cáceres e de Sinop. Essas são as três unidade com maior demanda em relação ao combate à extração e comercialização ilegal do ouro”, disse Cristiano Nascimento. 

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Cristiano disse à CPI que há diversas formas de transporte ilegal de ouro praticados em Mato Grosso. Uma delas, segundo ele, foi interrompida com a ação da PF no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Mesmo assim, ele não pode afirmar se as exportações ilegais de ouro foram sanadas no estado. “Com essa ação, não é que a atividade ilícita acabou em Mato Grosso, mas conseguimos fechar uma porta, uma barreira com uma estratégia de fiscalização que pode ser difundida e multiplicada a outras agências, órgãos e aeroportos”, explicou Nascimento.

Ele citou que em sua jurisdição há apenas três agentes, um escrivão e o delegado trabalhando, e que o números de pessoas é insuficiente para fiscalizar 45 municípios. “O Estado de Mato Grosso é enorme. Por isso, quanto mais agentes estiverem envolvidos com o processo, a tendência é que o resultado seja mais positivo”, disse Cristiano Nascimento.

O delegado sugeriu à CPI, para combater a sonegação tributária, a criação de nota fiscal eletrônica. “É um instrumento para ter controle maior na cadeia de custódia do ouro, e com isso, tentar garantir que o ouro que sai de uma origem legal, é legal o tempo inteiro, até chegar a seu destino. Isso pode evitar que o ouro seja esquentado. Esse tipo de ouro não contribui com a arrecadação do estado”, explicou Nascimento.   

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O presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), afirmou que o número reduzido de policiais federais e na Agência Nacional de Mineração contribuiu para a evasão fiscal em Mato Grosso, em três anos e meio, segundo Santos, foi da ordem de R$ 450 bilhões em ouro. 

“Isso foi possível porque não tem fiscalização, como deveria ter. Os órgãos públicos em nível federal e estadual não têm as mínimas condições de realizarem de maneira efetiva essas atividades econômicas”, disse Santos. 

Por isso Wilson Santos disse que vai levar até ao conhecimento da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para combater o crime de sonegação fiscal o aperfeiçoamento da legislação na área de exploração do ouro em Mato Grosso. Segundo o parlamentar, o setor precisa ser investigado a fundo. 

“No setor de ouro não há nota fiscal eletrônica. Hoje, a nota fiscal é feita à mão e muitas vezes o há blocos de notas fiscais em branco. Há noticias de ouro que é apreendido em outros estados sem nota fiscal e cuja origem foi Mato Grosso, de pessoa que vêm com até R$ 230 milhões em dinheiro para comprar ouro no Estado. Isso é ilegal e criminoso”, destacou o parlamentar.   

Fonte: ALMT

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