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Gefron recupera duas caminhonetes roubadas e prende três por roubo e um foragido da Justiça

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Equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), que atuam na Operação Hórus-Vigia MT, prenderam nas últimas 24hs, em ações distintas, três suspeitos de roubos e um por tráfico de droga. Também recuperam duas caminhonetes tomadas em assaltos.

Dois dos presos estariam envolvidos em roubo, no qual as vítimas foram mantidas em cárcere privado, enquanto o outro detido dirigia um veículo roubado horas antes. O quarto suspeito era foragido da Justiça e estava com mandado de prisão em aberto por tráfico.

Na noite de sexta-feira (20.05), por volta das 20hs, na rodovia MT-265, próximo à fronteira Brasil-Bolívia, no município Porto Esperidião (326 km de Cuiabá), foi abordada uma caminhonete Fiat Strada e presos seus dois ocupantes. O veículo seguia em alta velocidade, supostamente com a intenção de cruzar a fronteira.

Enquanto revistava o veículo, os agentes receberam informações sobre um roubo corrido no município de Lambari d’Oeste, no qual as vítimas foram mantidas em cárcere privado. As características bateram com as da Fiat Strada e os dois homens receberam voz de prisão.

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Pouco antes, durante patrulhamento na zona rural de Figueirópolis d’Oeste (390 km de Cuiabá), outra equipe do Gefron apreendeu uma Hilux branca, uma arma de fogo (revólver calibre 38 com seis munições) e prendeu o condutor. Os policiais haviam recebido alerta sobre veículos roubados em municípios da região, entre os quais a caminhonete abordada.

Na BR-174, no município de Porto Esperidião, o condutor de veículo Gol ainda chegou a manobrar o veículo e tentou entrar em uma área de mata, próximo a ponte sobre o Rio Jauru, para fugir da abordagem policial, mas foi interceptado. A checagem de seu nome apontou um mandado de prisão em aberto por tráfico de droga.

Os presos e os produtos apreendidos foram levados para as delegacias da Polícia Judiciária Civil das respectivas regiões.  

Fonte: GOV MT

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Projeto da Sema Mato Grosso leva práticas agrícolas sustentáveis para famílias de nove comunidades

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O Assentamento Antônio Conselheiro, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), recebeu, nesta quarta-feira (30/06), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, materiais para uso no plantio e colheita de itens da agricultura familiar. O Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF) acontece em nove comunidades e assentamentos de Mato Grosso.

Os municípios atendidos são Peixoto de Azevedo, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Poconé e Nossa Senhora do Livramento. São projetos comunitários implementados para a  implantação de hortas ecológicas comunitárias, viveiros e recuperação de nascentes.

“Este projeto possibilitou aos participantes o reconhecimento da importância da conservação ambiental, além de, principalmente, possibilitar a geração de renda com práticas sustentáveis”, explica a superintendente de Educação Ambiental da Sema-MT, Vânia Montalvão.

Marinalva Tavares de Souza, moradora do assentamento, trabalha na agricultura familiar diretamente  com o PEAAF, plantando horta e produzindo leite. Ela destaca o material recebido – utensílios para uso na plantação, como enxadas, pás e carrinho de pneu – que lhe permite produzir mais e melhor.  

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“O projeto, para mim, é muito viável. Desde o início, na formação, já deu para aprender muita coisa. Valorizo muito o trabalho feito aqui, muito importante para nós”, diz.

 
 

Na comunidade de Faval, em Nossa Senhora do Livramento, o projeto possibilitou a educação ambiental por meio de horta comunitária, produção de mudas de árvores nativas e frutíferas do cerrado, para reflorestar as nascentes.

“Hoje, posso falar que sou uma agente de educação ambiental. Aprendi a preservar e, por isso, a conscientizar a população sobre o valor de manter o meio ambiente equilibrado”, afirma Cícera Aparecida da Silva Seni, 35 anos, professora. 

Emprego e renda – O PEAAF também incentiva o extrativismo sustentável de castanha cumaru na Comunidade Quilombola de Capão Verde, em Poconé. Natan José Campos de Oliveira, 22 anos, mora na comunidade, composta por 28 famílias. Eles trabalham com produtos, que não só têm grande aceitação no mercado como contribui para a preservação do bioma Pantanal.

“Este projeto vem para ajudar o nosso trabalho, que, sem recursos, fica muito difícil. Com ele, vai melhorar a renda. Recebemos materiais que ajudam, e muito, no processo de coleta e no processamento da castanha do cumaru”, avalia Natan.

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Fonte: GOV MT

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