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Encontro Estadual debate respeito e responsabilidade no trânsito

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O Estado de Mato Grosso realizará o 2º Encontro Estadual de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito, em alusão ao Maio Amarelo. O tema central do evento é “Respeito e Responsabilidade. Pratique no Trânsito”. O encontro começa nesta segunda-feira (17.05), com programação online transmitida pelo canal do YouTube da Escola de Saúde Pública, a partir das 14h30.

Outros módulos do evento ocorrerão nos dias 24 e 31 de maio, a partir do mesmo horário, no período da tarde. O evento vai abordar o respeito e responsabilidade no trânsito, as morbimortalidades e agravos do trânsito em Mato Grosso e as alterações vigentes no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

A coordenadora do setor de Promoção e Humanização da Saúde da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), Rosiene Rosa Pires, esclarece que os debates se relacionam às demais temáticas de conscientização. “Essas pautas dialogam com outras orientações já bastante divulgadas, como: se beber não dirija; criança só no banco de trás e na cadeirinha adequada; não use celular ao dirigir; reduza a velocidade”, explica.

De acordo com dados do Sistema Único de Saúde (SUS), os atendimentos de urgência e emergência na Rede Pública de Saúde são sobrecarregados com 60% da demanda oriunda de acidentes de trânsito, além do alto número de óbitos e pessoas com sequelas, que geram alto custo para o SUS.

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Diante desta realidade, que atinge todo o mundo, a Organização das Nações Unidas (ONU) lançou um plano decenal – de 2011 a 2020 – de enfrentamento à morbimortalidade e aos acidentes no trânsito, estabelecendo como meta para todos os países signatários, a redução em 50% dos óbitos oriundos dos acidentes de trânsito.

O Brasil não atingiu a meta e, em fevereiro de 2021, a ONU relançou a mesma meta decenal – de 2021 a 2030 –, fato que possibilita aos países uma nova oportunidade para atingirem o objetivo pactuado.

Em Mato Grosso, a Coordenadoria de Promoção e Humanização da Saúde, assumiu o serviço elencado nessas Pactuações Federais e Estaduais, rearticulando as ações relacionadas à temática destacada e constituindo o Comitê Intersetorial de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito de Mato Grosso e a Comissão de Coleta e Análise de Dados e Tecnologia da Informação.

Vidas perdidas no trânsito

Cerca de 1.200 óbitos ocorrem anualmente em Mato Grosso por negligências no trânsito, tais como: excesso de velocidade, uso de bebida alcoólica associado ao volante, uso de celular e falta de manutenção em veículos.

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No Estado, o número de pessoas com sequelas por acidentes no trânsito chega a ser três vezes maior do que o número de óbitos por outras razões, fator que resulta em exorbitantes gastos para a Rede Pública de Saúde.

Serviço

Para cada dia de atividade do 2º Encontro Estadual de Mobilidade Segura e Vida no Trânsito será disponibilizado um link específico, que permitirá a certificação da participação na Plataforma Virtual de Aprendizagem da Escola de Saúde Pública de Mato Grosso.

Acesso aos links de cada dia do evento:

  • “Respeito e Responsabilidade. Pratique no Trânsito” – 17 de maio de 2021, às 14h (horário local). Link da Transmissão via Youtube: https://youtu.be/ziRWbXEXMjM

Ambiente Virtual do Evento: http://moodle.espmt.saude.mt.gov.br/moodle/course/view.php?id=77

  • “Morbimortalidades e Agravos no Trânsito de Mato Grosso” – 24 de maio de 2021 às 14h (horário local). Link da Transmissão via Youtube: https://youtu.be/V1pJI1f3lvw  

Ambiente Virtual do Evento: http://moodle.espmt.saude.mt.gov.br/moodle/course/view.php?id=77

  • “Alterações Vigentes no Código de Trânsito Brasileiro” – 31 de maio de 2021 às 14h (horário de Cuiabá – Mato Grosso). Link da Transmissão via Youtube: https://youtu.be/54or0tNxQxk  

Ambiente Virtual do Evento: http://moodle.espmt.saude.mt.gov.br/moodle/course/view.php?id=77

Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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