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Defensor da independência econômica em terras indígenas, Cattani visita lavoura de etnia Bakairi

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Deputado Gilberto Cattani visitou a Terra Indígena Santana

Foto: Daniel Silva / Assessoria de Gabinete

Defensor do desenvolvimento da agricultura sustentável em terras indígenas e da independência econômica dos índios, o deputado estadual Gilberto Cattani (PSL) visitou, nesta quinta-feira (22), a Terra Indígena Santana, no município de Nobres (280 km de Cuiabá), e viu de perto a produção de arroz realizada pelos agricultores da etnia Bakairi.

A ida até a lavoura também contou com as presenças dos deputados federais José Medeiros (Podemos) e Neri Geller (Progressistas), assim como do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Xavier.

Para Cattani, a iniciativa que é incentivada pelo presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) está trazendo dignidade aos indígenas e representa uma nova fase na história do Brasil.

“Conhecemos a lavoura, só que o diferencial é que é cultivada pelos índios da etnia Bakairi. Eles estão colhendo arroz de primeira qualidade, com alta tecnologia, produzido pelos indígenas. Vieram também o Neri Geller e o Medeiros para dar apoio a isso, que é uma nova fase da história do nosso país e para todos nós, promovida por um governo que realmente se preocupa com seus cidadãos. O índio é um cidadão como qualquer outro e isso está sendo provado”, disse o parlamentar.

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“Nesta aldeia os índios plantam arroz. O Governo Bolsonaro está fazendo de tudo para que o índio tenha sua dignidade também. Temos como exemplo os índios da etnia Parecis, em Campo Novo, que já fazem isso e estão conseguindo dar dignidade a suas famílias e estão conseguindo suas independências”, afirmou.

O deputado federal Neri Geller, que também é produtor rural, se mostrou bastante satisfeito com o trabalho que está sendo desenvolvido pelos indígenas, com o apoio da Funai, e parabenizou a atuação de Cattani, que tem sido uma voz na defesa de assentados, assim como da independência econômica dos povos indígenas, na Assembleia Legislativa.

“Estou muito satisfeito. Estamos conseguindo no Congresso Nacional, junto com o Medeiros, dar sustentação ao presidente Bolsonaro, para que se implemente esta fórmula de fazer com que o índio tenha a opção de escolher o modelo de desenvolvimento. Se quiser viver de uma forma primitiva, que o faça, mas com a opção de poder produzir e se desenvolver. Parabéns Cattani por sua atuação na Assembleia Legislativa, saímos daqui bastante felizes”, declarou.  

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Já o deputado federal José Medeiros afirmou que o modelo já aplicado pelo povo Bakairi, como por outras etnias em Mato Grosso, é uma revolução. “Isso é uma verdadeira revolução, uma mudança de modelo que até agora, o que se pensava era o índio tutelado. Agora não, temos que agradecer muito ao presidente Jair Bolsonaro, pois é uma revolução que ele está fazendo neste país. Os índios se sentem cidadãos e com dignidade”, frisou.

A produção de arroz realizada pelos indígenas da etnia Bakairi tem o apoio da Coordenação Regional da Funai de Cuiabá, que disponibiliza maquinário e fornecimento de combustível.

A plantação do alimento possui cerca de 72 hectares, sendo que a área total do território indígena é de aproximadamente 35.470 hectares.

Fonte: ALMT

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Governo de MT decide manter aulas não presenciais na rede estadual

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O Governo de Mato Grosso, por meio da por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), determinou o retorno dos professores ao trabalho presencial. Permanecem em teletrabalho apenas os profissionais considerados dos grupos de risco ao novo coronavírus. A nova portaria, no entanto, não determina o retorno das aulas presenciais.

Conforme o documento, nº 333/2021, que será publicado no Diário Oficial do Estado que circula nesta segunda-feira (17.05), serão retomados apenas os plantões pedagógicos por agendamento, com a presença de, no máximo, cinco alunos por sala e com a adoção de todas as medidas de biossegurança.

As mudanças são apenas em relação aos profissionais que estavam, desde o início de março, dando aulas remotas em teletrabalho.

Também será retomado 100% do trabalho presencial na área administrativa das escolas estaduais, nas Diretorias Regionais de Ensino, nas assessorias pedagógicas e no Centro de Apoio e Suporte à Inclusão da Educação Especial de Mato Grosso (Casies).

Na sede da Seduc-MT, em Cuiabá, o retorno 100% presencial dos servidores já ocorreu no início de maio com jornada das 8h às 18h.

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Vacina

A portaria também estabelece que os servidores enquadrados nos grupos de risco só devem retornar ao trabalho presencial 15 dias após o recebimento da segunda dose ou dose única de qualquer vacina imunizante contra a Covid-19.

Sistema híbrido

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) estuda a possibilidade do retorno das aulas na rede estadual de ensino, no sistema híbrido, para o início de junho, respeitando as medidas de biossegurança para evitar a disseminação do coronavírus. Por causa da pandemia, desde o final do mês de março de 2020 as atividades de ensino ocorrem de maneira não presencial, com aulas online e uso de material didático impresso.

As escolas já estão preparadas para receber os estudantes com segurança, mas a data de retorno está condicionada à situação epidemiológica no Estado. A ideia é que a volta ocorra com 50% dos alunos em sala de aula, alternando a presença dos estudantes e dando prioridade aos anos iniciais.

Lei aprovada pela Assembleia Legislativa e sancionada pelo governador Mauro Mendes, que coloca a educação como serviço essencial durante a pandemia, prevê que os primeiros a retornarem às salas de aula serão os alunos que não possuem acesso à internet.

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Aos pais está garantido o direito de escolher se o filho vai retornar à escola, ou continuar os estudos apenas de forma não presencial.

Sete estados já retomaram ou determinaram o retorno das aulas no sistema híbrido: Espírito Santo, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe.

Fonte: GOV MT

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