(65) 99638-6107

CUIABÁ

É bem Mato Grosso

Colegiado define destinação da vacina Pfizer; Cuiabá receberá as 7.020 doses

Publicados

É bem Mato Grosso


A Comissão Intergestores Bipartite de Mato Grosso (CIB-MT) aprovou resolução que estabelece a destinação, o armazenamento e a aplicação das 7.020 doses da vacina contra Covid-19 Pfizer, recebidas nesta segunda-feira (03.05). Por orientação do Ministério da Saúde, o quantitativo será inteiramente destinado ao município de Cuiabá.

As remessas futuras do imunizante Pfizer, que seriam destinadas à Capital, serão redirecionadas para os demais municípios do Estado até equacionar o total pactuado pela Resolução n° 36.

A Resolução determina que as unidades desta remessa sejam utilizadas como primeira aplicação em pessoas com comorbidades, com deficiência permanente, em gestantes e puérperas. O detalhamento das vacinas por público-alvo pode ser acessado no documento em anexo.

As doses da Pfizer ficarão armazenadas na Rede Frio Estadual. O município informou um cronograma de retirada dessas doses, que também pode ser acessado ao final da Resolução.

Uma nova recomendação do Governo Federal definiu que, para a vacina Pfizer, o prazo para a aplicação da segunda dose é de 12 semanas.

Leia Também:  PEDRO DORILEO: Tônia Carrero no palco da UFMT

O município deverá acompanhar os imunizados com a primeira dose para que esses possam receber prioritariamente a segunda dose dentro do período estipulado, sendo de responsabilidade da cidade qualquer alteração ou ajuste realizado quanto ao uso das doses.

A aplicação das doses deve ser obrigatoriamente registrada pelo município no Sistema Nacional do Programa de Imunização (SI-PNI), do Ministério da Saúde.

Até o momento, Mato Grosso já recebeu 940.780 doses de imunizantes contra a Covid-19.

Confira a seguir, em anexo, a quantidade de doses que Cuiabá recebeu.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

É bem Mato Grosso

Delegado da Polícia Federal e presidente de sindicato são ouvidos em reunião de CPI

Publicados

em


Foto: Helder Faria

Em reunião ordinária, nesta segunda-feira (17), a CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso ouviu o delegado da Polícia Federal Cristiano Nascimento dos Santos e o presidente do Sindicato das Indústrias Extrativas de Minérios (Sindiminério), Antônio Silva Toledo Pizza . A oitiva de Cristiano foi presencial. Ele falou dos números de processos de investigações concluídos e em andamento sobre a extração, comercialização e descaminho do ouro em Mato Grosso, desde 2010 a 2021.

De acordo com o delegado, a sonegação de tributos federais do ouro em todo o Brasil, no período compreendido entre janeiro de 2016 e maio de 2019 foi da ordem de R$ 318 milhões. A maior fatia, segundo ele, é do Imposto de Renda que o garimpeiro deixa de pagar, o montante é de R$ 198 milhões. Em relação à exportação do ouro, nesse mesmo período, o valor foi de R$ 434 bilhões.  

Ele disse que o número de investigações encerradas em Mato Grosso até o ano de 2010 foi de 445 e que existem ainda em andamento 101 processos. Isso engloba as quatro Delegacias da Polícia Federal em território mato-grossense. 

“Os municípios que mais existem inquéritos encerrados e em andamento são da região do Pantanal até o município de Aripuanã. As outras delegacias são as de Cáceres e de Sinop. Essas são as três unidade com maior demanda em relação ao combate à extração e comercialização ilegal do ouro”, disse Cristiano Nascimento. 

Leia Também:  Corpo de homem desaparecido na zona rural de Pontes e Lacerda é localizado enterrado em córrego

Cristiano disse à CPI que há diversas formas de transporte ilegal de ouro praticados em Mato Grosso. Uma delas, segundo ele, foi interrompida com a ação da PF no aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande. Mesmo assim, ele não pode afirmar se as exportações ilegais de ouro foram sanadas no estado. “Com essa ação, não é que a atividade ilícita acabou em Mato Grosso, mas conseguimos fechar uma porta, uma barreira com uma estratégia de fiscalização que pode ser difundida e multiplicada a outras agências, órgãos e aeroportos”, explicou Nascimento.

Ele citou que em sua jurisdição há apenas três agentes, um escrivão e o delegado trabalhando, e que o números de pessoas é insuficiente para fiscalizar 45 municípios. “O Estado de Mato Grosso é enorme. Por isso, quanto mais agentes estiverem envolvidos com o processo, a tendência é que o resultado seja mais positivo”, disse Cristiano Nascimento.

O delegado sugeriu à CPI, para combater a sonegação tributária, a criação de nota fiscal eletrônica. “É um instrumento para ter controle maior na cadeia de custódia do ouro, e com isso, tentar garantir que o ouro que sai de uma origem legal, é legal o tempo inteiro, até chegar a seu destino. Isso pode evitar que o ouro seja esquentado. Esse tipo de ouro não contribui com a arrecadação do estado”, explicou Nascimento.   

Leia Também:  Comissão de Saúde dá posse a novos deputados e foca no combate à pandemia

O presidente da CPI, deputado Wilson Santos (PSDB), afirmou que o número reduzido de policiais federais e na Agência Nacional de Mineração contribuiu para a evasão fiscal em Mato Grosso, em três anos e meio, segundo Santos, foi da ordem de R$ 450 bilhões em ouro. 

“Isso foi possível porque não tem fiscalização, como deveria ter. Os órgãos públicos em nível federal e estadual não têm as mínimas condições de realizarem de maneira efetiva essas atividades econômicas”, disse Santos. 

Por isso Wilson Santos disse que vai levar até ao conhecimento da Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) para combater o crime de sonegação fiscal o aperfeiçoamento da legislação na área de exploração do ouro em Mato Grosso. Segundo o parlamentar, o setor precisa ser investigado a fundo. 

“No setor de ouro não há nota fiscal eletrônica. Hoje, a nota fiscal é feita à mão e muitas vezes o há blocos de notas fiscais em branco. Há noticias de ouro que é apreendido em outros estados sem nota fiscal e cuja origem foi Mato Grosso, de pessoa que vêm com até R$ 230 milhões em dinheiro para comprar ouro no Estado. Isso é ilegal e criminoso”, destacou o parlamentar.   

Fonte: ALMT

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA