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Claudinei averigua a habilitação dos leitos UTI Covid-19 no Hospital Regional de Rondonópolis

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Com a previsão da instalação de 20 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Covid-19, no Hospital Regional de Rondonópolis, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) esteve reunido com a diretoria da unidade de saúde, neste sábado (10), para verificar de perto como estão os trâmites para a devida habilitação para início do atendimento dos pacientes infectados nos municípios das regiões sul e sudeste de Mato Grosso.

No encontro, o parlamentar tomou conhecimento que a empresa contratada de Primavera do Leste, vencedora do processo licitatório que firmou contrato de seis meses no valor de R$ 8,6 milhões com o governo estadual, não havia cumprido todas as exigências contratuais. “Esperamos que a empresa contratada possa dar celeridade na regularização das documentações necessárias para não prejudicar as pessoas que necessitam de assistência médica perante essa pandemia que enfrentamos há um ano”, posiciona o parlamentar.

SES – Alguns vereadores de Rondonópolis ficaram na frente da Unidade de Saúde, na última sexta-feira (9), para buscar informações sobre os motivos de os novos leitos do hospital não estarem em funcionamento. Eles também alegaram que foram informados que já seriam inaugurados os leitos para prestar o devido atendimento à população. Diante disso, neste mesmo dia, Claudinei entrou em contato por telefone com o secretário de Saúde (SES), Gilberto Figueiredo, para ter os devidos esclarecimentos.

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“No final da tarde conversei com o secretário Gilberto para saber se realmente estes leitos estavam certinhos para o funcionamento. O problema que ele me apontou foi sobre a empresa contratada que recebe do governo estadual e é responsável pela equipe técnica que envolvem profissionais de saúde que são capacitados para atuar em UTIs. A empresa fica responsável em fazer a contratação de pessoal, fazer as escalas e a aquisição e fornecimento de medicamentos necessários. Infelizmente, a empresa foi notificada por não atender os requisitos técnicos previstos no edital de licitação”, esclarece Claudinei.

A única condição para que os leitos estejam habilitados para o atendimento da população é a empresa contratada cumprir todas as exigências técnicas e, assim, os pacientes infectados pela Covid-19 poderão ser atendidos. De acordo com o parlamentar, a contratada já se comprometeu em solucionar as pendências, sendo que envolve também a necessidade de um médico intensivista para assumir a responsabilidade do contrato e fazer a devida assinatura do documento.

“São mais de 50 integrantes neste contrato para atender estes novos leitos que envolvem médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, psicólogos, técnicos, entre outros. Infelizmente, estamos perdendo vidas. Já são 17 pessoas na fila de espera por um leito de UTI Covid-19. Vamos continuar acompanhando essa situação para que a empresa resolva essa situação contratual”, informa o deputado.

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Também, marcaram a presença no encontro com a diretoria do Hospital Regional, os deputados estaduais Ulysses Moraes (PSL) e Thiago Silva (MDB).

Unidade – O Hospital Regional Rondonópolis é referência na região sul e sudeste de Mato Grosso, sendo que já conta com dez leitos UTI Covid-19 e terá este novo incremento com os 20 que aguardam ser habilitados. A unidade realiza atendimento por meio da Central de Regulação, Secretaria Municipal de Saúde (SMS) ou Unidades Básicas de Saúde (UBS).

Fonte: ALMT

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Comissão de Educação discute ciclo de formação humana e resultados do Ideb

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Foto: Helder Faria

O ciclo de formação humana como política de estado e o elevado nível de aprovação no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), comparado ao baixo nível de aprendizagem dos estudantes mato-grossenses foram os temas discutidos pela Comissão de Educação, Ciência, Tecnologia, Cultura e Desporto da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, durante reunião extraordinária realizada na tarde desta segunda-feira (18).

O encontro faz parte do ciclo de debates que está sendo realizado pela comissão com o objetivo de levantar sugestões para a melhoria da qualidade da educação pública no estado.

A coordenadora do ensino fundamental da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), Juliane Gusmão, apresentou informações acerca do processo de implementação do ciclo de formação humana nas escolas públicas de Mato Grosso, iniciado no ano de 2000, com o objetivo de dirimir o elevado número de retenção e evasão nas escolas seriadas.

O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior afirmou que o Ministério Público Estadual (MPE) ingressou com ação civil pública contra o estado após receber diversas reclamações de que estudantes estavam sendo aprovados automaticamente por idade, sem que houvesse cuidado e reforço com eles por parte das escolas, como preconiza a Resolução 262 do Conselho Estadual de Educação. 

“Os índices de analfabetismo eram muito grandes. Os alunos não tinham competências básicas para seguirem a jornada. Não havia compromisso educacional com os estudantes, identificando suas dificuldades, o que precisava melhorar. Por isso, em 2011 foi feito um ajustamento de conduta homologado judicialmente para que fizesse como forma uniforme em toda rede estadual de ensino o reforço ao aluno”, disse.

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Juliane Gusmão explicou que, de 2000 a 2015, os estudantes eram avaliados por meio de relatório descritivo, sendo substituído em 2016 por objetivos de aprendizagem, que se repetiam nos três anos de cada ciclo. Em 2017, a Seduc constituiu grupos de trabalho para estudar o ciclo de formação humana. 

Como resultado do estudo, a partir de 2019 abriu-se a possibilidade de retenção de estudantes que não atingissem determinados níveis de aprendizagem durante o período de três anos de cada ciclo. “A partir de 2019, o estudante poderá ser reclassificado somente se apresentar resultados satisfatórios”, frisou.

A coordenadora informou ainda que o documento que institui a Política de Educação Básica para Mato Grosso foi construído a partir do que determinam os documentos norteadores dos currículos nacional e estadual. O texto está em fase de revisão e, posteriormente, será disponibilizado para consulta pública.

Entre as ações realizadas pela Seduc, segundo ela, está a implantação do Laboratório de Aprendizagem em todas as unidades escolares, com o objetivo de contribuir para a superação da defasagem de aprendizado dos estudantes.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Wilson Santos (PSDB), destacou a necessidade de tratar o sistema ciclado de ensino como uma política de estado, e não de governo, e de resolver deficiências que ainda se apresentam após duas décadas de implantação do modelo.

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“Desde a implementação do ciclo, os governos o trataram da forma como cada um entendeu. Sem exceção. Por isso chegamos em uma modalidade que, na minha concepção, não é nem seriado e nem ciclo. É um pedaço de cada. O material é de seriado, não é específico para ciclo. Os professores não tiveram formação para a escola ciclada. Não queremos a volta ao modelo seriado, mas queremos que o ciclo seja 100% implantado, coisa que não está”, declarou.

Ricardo Sávio Aguiar de Souza, coordenador de Avaliação da Seduc, apresentou informações sobre os resultados do Ideb registrados no período de 2007 a 2019 e salientou que a qualidade da educação é multidimensional e que Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) leva em consideração sete fatores na análise, sendo o ensino e aprendizagem um deles.

Maria Luiza Zanirato, membro do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público (Sintep-MT), defendeu o funcionamento em tempo integral das escolas nos anos iniciais e ressaltou a importância da organização curricular e da inclusão dos estudantes na educação básica e superior. “A educação faz diferença, sim, na vida das pessoas”, reforçou.

Professora da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Danieli Backes frisou a necessidade de levar em consideração as diferentes realidades dos municípios mato-grossenses para definição de uma política educacional. “Alguns municípios não têm, sequer, uma rede de internet”, lembrou. 

Fonte: ALMT

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