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Centro de Triagem Covid completa um ano de funcionamento com mais de 200 mil atendimentos

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Aberto ao público desde o dia 22 de julho de 2020, o Centro de Triagem da Covid-19, instalado na Arena Pantanal, completa nesta quinta-feira (22.07) um ano com 203.492 atendimentos realizados e diversos serviços prestados a população.

A unidade especializada é pioneira no país e foi criada pelo governo do Estado com o objetivo de auxiliar a Atenção Básica dos municípios da Baixada Cuiabana no enfrentamento à pandemia, com a detecção e tratamento da doença.

Em visita ao Centro de Triagem Covid-19, o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo conversou com os gestores, servidores e pacientes. “Todo esse trabalho está coroado de êxito e, com excelente avaliação da população, com mais de 90% de aprovação. Com a existência do Centro de Triagem Covid-19 na baixada cuiabana, salvamos muitas vidas. Esse serviço fez a diferença, pois não precisou demandar um número maior de pacientes para uma assistência hospitalar mais especializada”, destaca Gilberto Figueiredo.

O gestor estadual ainda agradeceu a equipe de profissionais pela dedicação ao trabalho realizado ao longo de um ano de atendimento. “No currículo de todos nós, gestores e servidores, existe um capítulo especial sobre essa experiência ao longo de um ano que passou. Portanto, agradeço a todos da equipe que se dedicaram e contribuíram para a realização de mais esse serviço e com qualidade”, disse o secretário.

Eficácia no atendimento

A aposentada Aparecida Fraga Pereira, paciente que testou positivo para a Covid-19, avaliou o atendimento no Centro de Triagem Covid-19. “Eu nunca tinha entrado aqui no Centro de Triagem e fiquei impressionada com a qualidade do serviço, a higienização está ótima, todos usando máscara, muito maravilhoso o atendimento aqui. Fui bem atendida e estou satisfeitíssima”.

Carla Cenira Soares Ribeiro foi atendida pela primeira vez na unidade e testou negativo para o Covid-19, apresentando sintomas de gripe. A paciente disse que o ambiente é limpo, asseado e com cuidado rigoroso para evitar a contaminação. “Nem todos tem condição de passar pela testagem e tratamento e, graças a Deus, aqui a gente tem esse apoio. Não tenho o que reclamar do serviço, pelo contrário somente agradecer”.

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Rosalino Gomes de Souza Junior também consultou pela primeira vez e disse que o atendimento foi rápido, seguro e eficaz. Feliz com o resultado negativo do teste, ele destaca a importância do Centro de Triagem para as pessoas que não têm condição de pagar uma consulta e o exame na rede particular.

Projeto pioneiro

De acordo com a secretária adjunta de Gestão Hospitalar, Caroline Dobes, a criação do Centro de Triagem foi pensada para ser um socorro imediato para a população no momento de agonia, pois não se sabia até onde a situação poderia chegar. O local começou, em julho de 2020, atendendo 500 pessoas por dia e logo foi preciso ampliar para 900 atendimentos por dia. Na unidade, a população é atendida desde a triagem para o diagnóstico, passa por exames, por consulta médica, recebe medicamentos e, se for necessário devido ao seu quadro de saúde, também é feito o encaminhamento para a internação hospitalar.

“Estamos funcionando sem nenhuma intercorrência e sem faltar condições de atendimento à população que procura pelos serviços, bem como para os trabalhadores da saúde que trabalham no Centro de Triagem. A cada 15 dias são realizados o controle de sua saúde dos trabalhadores, por meio do protocolo de testagem, além de passarem por atendimentos médico e assistencial”, informa Carolina Dobes.

O enfermeiro Ozéas Barroso dos Santos, coordenador de enfermagem da unidade há um ano, destaca que o fluxo de atendimento foi pensado para desafogar a rede hospitalar pública e particular na capital e nos municípios da baixada cuiabana. “Esse objetivo foi atingido com sucesso”, comemorou o profissional.

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Balanço dos atendimentos

Os dados mais recentes mostram que, de 22 de julho de 2020 a 20 de julho de 2021, 203.492 pessoas foram atendidas na unidade, 34.992 testaram positivo para o novo coronavírus, 115.880 tiveram o resultado negativo e 52.710 apresentaram quadro suspeito da Covid-19.

No mesmo período, foram realizadas 13.321 tomografias, exame de avaliação dos pulmões que auxilia no diagnóstico e tratamento da doença.

Para o tratamento dos pacientes que testaram positivo ou que apresentaram a suspeita de coronavírus, a farmácia da unidade já entregou 87.612 medicamentos. Os remédios são fornecidos após realização de consulta e prescrição médica.

O Centro de Triagem utiliza o teste rápido de pesquisa de antígeno, considerado ideal para o diagnóstico de pessoas com a Covid-19. Em vez de uma análise do sangue, como no teste rápido convencional, o antígeno faz a análise da secreção da nasofaringe.

Essa secreção é extraída com o swab e colocada numa solução de soro, para que seja dissolvida a amostra. Cinco gotas deste líquido são adicionadas à placa de teste e em 15 minutos sai o resultado.

Como funciona o Centro de Triagem

O atendimento no Centro de Triagem funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. São entregues até 900 senhas por dia, sendo 500 emitidas pela internet – por meio do link  triagem.mt.gov.br – e 400 senhas presenciais entregues das 6h às 6h45.

É obrigatório o uso de máscaras de proteção e as equipes do Corpo de Bombeiros monitoram o local para garantir a organização do espaço durante a entrega das senhas. O Centro de Triagem na Arena Pantanal fica localizado na Av. Agrícola Paes de Barros, s/n – Verdão, em Cuiabá.

Fonte: GOV MT

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Multa para pesca ilegal com rede pode chegar a R$100 mil em Mato Grosso

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Mesmo fora do período de defeso da piracema, algumas práticas de pesca são proibidas nos rios de Mato Grosso. Entre as restrições, a medida dos peixes que podem ser retirados dos rios, quantidade de pescado que pode ser transportado, restrição de pesca em alguns locais e espécies que são protegidas. 

As multas para quem realizar pesca predatória com rede vão de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20,00 por quilo de pescado apreendido, explica o coordenador de Fiscalização de Flora, Alan Assis Silveira. 

A maior parte das autuações no estado são pelo transporte de quantidade maior que a permitida, ou portanto exemplares de peixe de espécie protegida, ou pelo uso de apetrechos proibidos que configuram pesca predatória. É possível identificar  quando um peixe foi retirado do rio por uma rede de pesca ou armadilha, cuja utilização é proibida. 

“O peixe quando retirado desta forma ele fica com uma característica que a gente chama de ‘malhado’, desta forma, conseguimos identificar que ele ficou preso numa rede. Isso também é a pesca predatória”, afirma o coordenador.

O Coordenador de Fiscalização de flora explica também que no processo de aplicação da multa é avaliado se o pescador era amador, profissional, quantidade que ele possuía, mecanismo que ele utilizou, se apresentava sinais de pesca predatória através de redes ou outras armadilhas. “Então o valor é discricionário conforme as condições que o pescado foi encontrado”, explica. 

As regras estão dispostas na Lei estadual nº 9.096/09, decreto federal nº 6514/2008 e também na Lei Federal nº 9.605/98 , que trata dos crimes contra o meio ambiente. 

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Veja quais práticas são crime ambiental e quais as penalidades para quem pratica pesca ilegal no estado:

Pesca depredatória

Para o caso de pesca predatória, que é com uso de armadilhas proibidas que permitem a retirada de grande quantidade de peixes dos rios, a multa pode ir de R$1 mil a R$100 mil, com acréscimo de R$20,00 por quilo do produto da pesca. O acréscimo por quilo sofreu aumento de R $10,00 para R $20,00 com a publicação da Lei nº   11.406/21.   

Pesca sem licença ou carteira de pesca

A pesca realizada por pessoa sem carteira de pesca, cadastro, autorização, registro ou qualquer outro documento que autorize a pesca emitido pelo órgão competente, recebe uma multa que pode variar entre R$500 a R$10.000, com acréscimo de R $20,00 por quilo ou fração do produto da pesca. 

Transportar, armazenar, beneficiar, industrializar ou comercializar pescados ou produtos originados da pesca sem comprovante de origem ou autorização do órgão competente pode gerar uma multa de R$1 mil a R$100 mil, mais um acréscimo de R$20,00 por quilo do produto do pescado.

Quem for enquadrado também responde um processo criminal, cuja pena varia de seis meses a um ano, e pode ser agravada por algumas situações, como quando a retirada de pescado ocorre dentro de uma Unidade de Conservação, no período proibitivo de defeso da piracema, ou com espécies protegidas, como o Dourado.

Transporte de quantidade superior ao permitido

A quantidade de peixes retirados dos rios permitida para um pescador profissional é de 125 quilos, e para pescador amador com a carteirinha, 5 quilos. Quando o pescador é flagrado de posse de peixes acima destas quantidades, enquadra-se como crime.

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Pesca de exemplares fora da medida permitida

A medida dos peixes que podem ser retirados dos rios depende da espécie e da Bacia Hidrográfica em que está localizado o rio. O objetivo principal é garantir que os peixes fora da medida permitida permaneçam e possam se reproduzir no período da piracema. 

As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).
Confira a tabela de espécies e medidas permitidas clicando aqui.  

Piracema em Mato Grosso

A pesca é proibida nos rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, em Mato Grosso, durante o período de defeso da piracema, que neste ano será entre o dia 1º de outubro e 31 de janeiro de 2022. O Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) antecipa em um mês o período proibitivo, comparado com o período adotado em outros estados, que geralmente se inicia em novembro e segue até fevereiro.

Este processo reforça a proteção aos peixes proibindo a pesca nos rios de Mato Grosso, com exceção apenas da pesca de subsistência que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema pelo telefone: 0800-65-3838. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7393  (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT

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