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Avallone prioriza trabalho nas CPIs e Comissões Permanentes

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado Carlos Avallone (PSDB) teve atuação destacada no primeiro semestre legislativo, presidindo duas Comissões Permanentes, a de Meio Ambiente e a de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, além de atuar como vice-presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo, como membro da Comissão Especial do Zoneamento Socioeconômico Ecológico e suplente de outras três comissões, as de Constituição e Justiça, Defesa do Consumidor e Trabalho e Administração Pública.

O parlamentar também atua em duas Comissões Parlamentares de Inquérito, como Relator da CPI da Energisa e vice-presidente da CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal, onde também é relator para o segmento de combustíveis. Seu relatório foi concluído em dezembro de 2019 e encaminhado em fevereiro de 2020 ao Executivo com várias recomendações.

MEIO AMBIENTE

Desde janeiro, a Comissão de Meio Ambiente promoveu diversas audiências públicas, oitivas com autoridades e outros depoentes convocados, reuniões técnicas para análise dos principais problemas que afetam o setor e visitas in loco a áreas de preservação como o pantanal mato-grossense. 

O foco principal dos trabalhos foi a proposição e cobrança de medidas de prevenção aos incêndios que devastaram o pantanal em 2020, para evitar sua repetição. Na presidência da Comissão, Avallone continua acompanhando in loco as providências adotadas pelo governo para evitar a ocorrência de novos incêndios, que já estão afetando Mato Grosso do Sul. 

No início de julho, Avallone se reuniu em Poconé com o Corpo de Bombeiros, Secretaria de Meio Ambiente, prefeitura, Câmara de Vereadores e a Associação de Defesa do Pantanal (Adepan) para tratar da prevenção aos incêndios. A comissão cobrou do Executivo a abertura de novos acessos à regiões isoladas para facilitar o trabalho dos Bombeiros e comemorou a instalação este ano de duas novas unidades dos Bombeiros em Poconé e Leverger.

Foto: JOÃO RIBEIRO / Gabinete do deputado Carlos Avallone

Fazendo a interlocução com as autoridades, Avallone conseguiu esta semana a cessão de novos equipamentos como uma Patrol e uma Pá-carregadeira para atuar na melhoria das estradas da região. “O trabalho preventivo tem sido intenso desde o início do ano, proporcionando uma redução de 84% nos focos de calor no Pantanal em relação a 2020”, informou Avallone.

As baías de Chacororé e Siá Mariana, afetadas pela pior seca dos últimos anos, também receberam ações e acompanhamentos por parte da Comissão de Meio Ambiente. A comissão propôs a criação de um programa de revitalização das baías, que já começou com o desassoreamento e desobstrução dos corixos que as alimentam. 

ENERGIA SOLAR

A Comissão de Meio Ambiente também trabalhou pela derrubada do veto do Executivo ao projeto que isenta de ICMS a energia solar. O presidente Avalone lembrou que juristas têm posições distintas a respeito da cobrança, mas a Assembleia se posicionou pela isenção não só por ser uma energia limpa, mas também para estimular o crescimento do setor e a geração de novos empregos. 

O parlamentar ressaltou que o próprio Tribunal de Justiça de MT já decidiu em mais de uma ocasião pela manutenção da isenção. “No momento atual de crise hídrica, precisamos unir esforços para que a geração de energia venha de várias fontes e seja facilitada o máximo possível”, comentou. O veto foi derrubado por 19 votos, com apenas dois votos contrários.

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FISCALIZAÇÃO

Avallone preside uma das comissões mais importantes da Casa, a Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária. “Orçamento é tudo, é o documento que define onde e em que volume serão feitos os investimentos em saúde, educação, segurança, etc. E a fiscalização de sua execução é fundamental para assegurar o direito dos cidadãos a serviços públicos de qualidade”.

Foto: Marcos Lopes

Por isso, a principal decisão da Comissão este ano foi a elaboração de relatórios mensais da situação fiscal de Mato Grosso. “É uma providência já adotada por várias assembleias estaduais e parlamentos de todo o mundo. A Assembleia terá uma consultoria independente e com isso poderá analisar por si só a situação das contas e a execução dos gastos públicos”, afirma o deputado. 

No primeiro trimestre deste ano a arrecadação de ICMS cresceu 24%, acumulando um superávit de R$ 2 bilhões este ano. “A condição fiscal do Estado é positiva e a Assembleia fez parte desse processo, aprovando todas as leis que tornaram isso possível e fiscalizando a execução orçamentária”, destaca Avallone. 

O deputado foi o relator da tramitação de duas mensagens muito importantes aprovadas no semestre passado, que concedem auxílio emergencial para pessoas carentes (Programa Ser Família) e linhas de crédito para micro-empreendedores e pequenas e médias empresas. Ambas foram aprovadas na Comissão e em plenário.

INDÚSTRIA, COMÉRCIO E TURISMO

Vice-presidente da Comissão de Indústria, Comércio e Turismo, Avallone priorizou os trabalhos para garantir a retomada segura das atividades econômicas e a liberação de recursos para o setor, elaborando um planejamento para 2021/2022. A comissão se concentrou em buscar alternativas para a consolidação da industrialização do estado e no fortalecimento da agricultura familiar e do extrativismo sustentável. “Trabalhamos para dar condições de industrialização também aos pequenos produtores”, afirmou Avallone.

Entre outras ações, o deputado articulou várias reuniões com representantes do Sindicato das Empresas de Eventos e Afins (Sindieventos-MT) com objetivo de fortalecer o segmento que sofre uma grave crise desde o início da pandemia.

CPI ENERGISA

Relator da CPI da Energisa, Carlos Avallone destacou o protagonismo da Assembleia contra o reajuste nas tarifas de energia elétrica. Por iniciativa da CPI, a Mesa Diretora da AL solicitou à Agência Nacional de Energia Elétrica a suspensão do reajuste durante a pandemia. 

A ANEEL reconheceu a validade da argumentação da Assembleia e adiou o aumento, mas depois autorizou um reajuste de 7,29%, bem menor que a previsão inicial de 23%. “Mas mesmo assim o reajuste afeta os consumidores de baixa renda e a CPI continuará trabalhando na análise do contrato com a concessionária e propondo alterações para que a população não seja mais penalizada, especialmente durante a pandemia”, adiantou. 

O plenário da Assembleia também derrubou o veto do Executivo ao Projeto de Lei nº 160/2021, que suspendeu por 90 dias o corte no fornecimento de energia para inadimplentes. Outra norma criada permite o parcelamento dos débitos acumulados no período de três meses, para que os consumidores possam se programar.

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CPI RENÚNCIA E SONEGAÇÃO

O tema em destaque na CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal no primeiro semestre foi a mineração. Na condição de vice-presidente, o deputado Avallone vai propor para o relatório final uma parceria entre a Agência Nacional de Mineração a Sema para a fiscalização da exploração mineral, combatendo os garimpos ilegais e a sonegação de impostos. 

Prestes a concluir os trabalhos deste segmento, os membros da CPI já chegaram ao consenso sobre a necessidade de criação de um novo imposto sobre o setor, nos moldes do Fethab. A Comissão também analisou dados da Secretaria de Fazenda sobre a arrecadação, renúncia fiscal e produção de diversos setores da economia do estado, com destaque para o agronegócio, onde a receita gerada para o estado tem aumentado todos os anos.

COVID

Na condição de presidente do Observatório Socioeconômico da ALMT que desde 2020 desenvolve ações de apoio no combate à Covid-19, o deputado Avallone continuou trabalhando pela união de esforços contra a pandemia e no fornecimento da vacina a toda a população. 

A campanha “Oxigênio Solidário”, que reuniu governo do Estado, Assembleia Legislativa e mais de 120 empresários, arrecadou o equivalente a R$ 1,134 milhão em equipamentos e produtos para atender as unidades de saúde. No semestre passado foram entregues 230 cilindros e 720 cargas de oxigênio à secretaria estadual de Saúde.

“A interlocução com o empresariado continua sendo feita pelo Observatório e no primeiro semestre conseguimos milhares de doações de cilindros de oxigênio e medicamentos imprescindíveis para os hospitais municipais”, destacou.

Fundo de Aval

A prioridade ainda é a saúde pública e por isso o Observatório continuou trabalhando não só no combate à pandemia mas também sobre seus efeitos, criando mecanismos de sobrevivência às empresas e a manutenção dos empregos. 

Um dos avanços obtidos no final do primeiro semestre foi a aprovação do projeto que institui o Fundo de Aval Garantidor de Mato Grosso, o MT Garante. “O Fundo vai gerar um crédito significativo para a agricultura familiar e as micro, pequenas e médias empresas, com juros mais baratos, assegurando a manutenção e criação de novos empregos, fundamentais neste momento difícil que afeta a todos”, explicou.

Avallone lembrou que hoje boa parte da arrecadação de impostos vem das micro, pequenas e médias empresas, que também são as que mais geram postos de trabalho. “O governo já fortaleceu a Desenvolve e abriu novas linhas de crédito para as pequenas empresas, mas ainda é preciso mais e estamos trabalhando nestas soluções”, disse.

Capacitação

Uma parceria com o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através do desembargador Orlando Perri, vai possibilitar a instalação de 150 máquinas de costura industriais para capacitação de reeducandos e suas famílias. A intenção é capacitar mais de 2 mil reeducandos em um ano, com o apoio da Associação dos Produtores de Algodão (Ampa), Fiemt e Senai. 

Previdência 

Avallone também participou dos trabalhos da Comissão Especial que estuda as novas regras sobre a contribuição previdenciária para aposentados e pensionistas. A prioridade da comissão é aprovar, logo no retorno dos trabalhos em agosto, a nova legislação de forma a preservar os interesses dos aposentados e pensionistas, que já contribuíram muito com o Estado.

Fonte: ALMT

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Multa para pesca ilegal com rede pode chegar a R$100 mil em Mato Grosso

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Mesmo fora do período de defeso da piracema, algumas práticas de pesca são proibidas nos rios de Mato Grosso. Entre as restrições, a medida dos peixes que podem ser retirados dos rios, quantidade de pescado que pode ser transportado, restrição de pesca em alguns locais e espécies que são protegidas. 

As multas para quem realizar pesca predatória com rede vão de R$ 1 mil a R$ 100 mil, com acréscimo de R$ 20,00 por quilo de pescado apreendido, explica o coordenador de Fiscalização de Flora, Alan Assis Silveira. 

A maior parte das autuações no estado são pelo transporte de quantidade maior que a permitida, ou portanto exemplares de peixe de espécie protegida, ou pelo uso de apetrechos proibidos que configuram pesca predatória. É possível identificar  quando um peixe foi retirado do rio por uma rede de pesca ou armadilha, cuja utilização é proibida. 

“O peixe quando retirado desta forma ele fica com uma característica que a gente chama de ‘malhado’, desta forma, conseguimos identificar que ele ficou preso numa rede. Isso também é a pesca predatória”, afirma o coordenador.

O Coordenador de Fiscalização de flora explica também que no processo de aplicação da multa é avaliado se o pescador era amador, profissional, quantidade que ele possuía, mecanismo que ele utilizou, se apresentava sinais de pesca predatória através de redes ou outras armadilhas. “Então o valor é discricionário conforme as condições que o pescado foi encontrado”, explica. 

As regras estão dispostas na Lei estadual nº 9.096/09, decreto federal nº 6514/2008 e também na Lei Federal nº 9.605/98 , que trata dos crimes contra o meio ambiente. 

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Veja quais práticas são crime ambiental e quais as penalidades para quem pratica pesca ilegal no estado:

Pesca depredatória

Para o caso de pesca predatória, que é com uso de armadilhas proibidas que permitem a retirada de grande quantidade de peixes dos rios, a multa pode ir de R$1 mil a R$100 mil, com acréscimo de R$20,00 por quilo do produto da pesca. O acréscimo por quilo sofreu aumento de R $10,00 para R $20,00 com a publicação da Lei nº   11.406/21.   

Pesca sem licença ou carteira de pesca

A pesca realizada por pessoa sem carteira de pesca, cadastro, autorização, registro ou qualquer outro documento que autorize a pesca emitido pelo órgão competente, recebe uma multa que pode variar entre R$500 a R$10.000, com acréscimo de R $20,00 por quilo ou fração do produto da pesca. 

Transportar, armazenar, beneficiar, industrializar ou comercializar pescados ou produtos originados da pesca sem comprovante de origem ou autorização do órgão competente pode gerar uma multa de R$1 mil a R$100 mil, mais um acréscimo de R$20,00 por quilo do produto do pescado.

Quem for enquadrado também responde um processo criminal, cuja pena varia de seis meses a um ano, e pode ser agravada por algumas situações, como quando a retirada de pescado ocorre dentro de uma Unidade de Conservação, no período proibitivo de defeso da piracema, ou com espécies protegidas, como o Dourado.

Transporte de quantidade superior ao permitido

A quantidade de peixes retirados dos rios permitida para um pescador profissional é de 125 quilos, e para pescador amador com a carteirinha, 5 quilos. Quando o pescador é flagrado de posse de peixes acima destas quantidades, enquadra-se como crime.

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Pesca de exemplares fora da medida permitida

A medida dos peixes que podem ser retirados dos rios depende da espécie e da Bacia Hidrográfica em que está localizado o rio. O objetivo principal é garantir que os peixes fora da medida permitida permaneçam e possam se reproduzir no período da piracema. 

As medidas mínimas dos peixes constam na carteira de pesca do Estado e algumas delas são: piraputanga (30 cm), curimbatá e piavuçu (38 cm), pacu (45 cm), barbado (60 cm), cachara (80 cm), pintado (85 cm) e jaú (95 cm).
Confira a tabela de espécies e medidas permitidas clicando aqui.  

Piracema em Mato Grosso

A pesca é proibida nos rios das Bacias Hidrográficas do Paraguai, Amazonas e Araguaia-Tocantins, em Mato Grosso, durante o período de defeso da piracema, que neste ano será entre o dia 1º de outubro e 31 de janeiro de 2022. O Conselho Estadual da Pesca (Cepesca) antecipa em um mês o período proibitivo, comparado com o período adotado em outros estados, que geralmente se inicia em novembro e segue até fevereiro.

Este processo reforça a proteção aos peixes proibindo a pesca nos rios de Mato Grosso, com exceção apenas da pesca de subsistência que é aquela praticada artesanalmente por populações ribeirinhas ou tradicionais para garantir a alimentação familiar, sem fins comerciais.

Denúncias

O cidadão pode denunciar a pesca depredatória e outros crimes ambientais à Ouvidoria Setorial da Sema pelo telefone: 0800-65-3838. Outros telefones para informações e denúncias: (65) 3613-7393  (Setor Pesca), nas unidades regionais da Sema ou aplicativo MT Cidadão.

Fonte: GOV MT

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