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Após denúncias, Sema fiscaliza mortes de jacarés que teriam sido provocadas por visitantes

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) fiscalizou a região de Porto Jofre, no Pantanal, após denúncia de jacarés mortos por visitantes.

A equipe de Fiscalização de Fauna percorreu a região de barco nesta quarta-feira (09.06), em Poconé, para monitorar o local das ocorrências e encontraram 9 jacarés mortos.

O grupo suspeito não se encontrava mais na região, porém a equipe vai continuar monitorando a fauna local para que crimes ambientais como esse sejam devidamente punidos e não se repitam.

O Coordenador de Fiscalização de Fauna, Jean Holz, afirma que a Sema busca fazer fiscalização cada vez mais frequente na região e que os agentes estão encarando esse caso como um fato isolado.

“Há muito tempo não tinha ocorrência dessa natureza naquela região. O jacaré é um animal silvestre muito importante e que faz parte da cadeia alimentar do Pantanal. A sua caça é proibida, prevista em lei 9.605/98 dos crimes ambientais”.

Como denunciar crimes ambientais

O cidadão pode fazer a denúncia de crimes ambientais pela Ouvidoria da Sema. As denúncias são sempre anônimas, com absoluto sigilo. A orientação é que se descreva os fatos de forma específica e com detalhes, identificando data de ocorrência, tipo da ocorrência e local.

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Para registrar uma denúncia na Ouvidoria da Sema, basta acessar um dos canais de atendimento disponíveis por telefone, e-mail ou pessoalmente.
Telefone: 0800 065 3838
E-mail: [email protected]
Endereço: Centro Político e Administrativo, Rua C, S/N, Cuiabá – MT.

*Supervisão de texto de Renata Prata

Fonte: GOV MT

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ALMT realiza I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Assembleia Legislativa realizou, nesta quinta-feira (24), o I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso. O evento foi organizado pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB), em parceria com a Câmara Setorial Temática da Pessoa com Deficiência, e contou com a participação de representantes dos governos federal e estadual e palestrantes de Mato Grosso e dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Goiás e Paraná.

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, e a secretária nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Priscila Gaspar, destacaram a relevância do tema e apresentaram algumas das ações realizadas pelo governo federal em prol das mulheres surdas, como a disponibilização de atendimento em Libras, feito por videochamada, na Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos. “O atendimento funciona 24 horas por dia e, com isso, a mulher surda tem a oportunidade de usar os canais da ouvidoria para denunciar todo tipo de violência, seja contra si ou contra terceiros, exercendo, assim, a sua cidadania”, declarou a ministra.

A professora da rede municipal de ensino, Indira Isis Bernardes, relatou parte das dificuldades que enfrentou ao longo de sua vida enquanto mulher negra e surda e reivindicou a criação de uma associação estadual das mulheres surdas. Destacou ainda a necessidade da presença de intérpretes e tradutores de Libras nas instituições públicas, como a Delegacia da Mulher. “Muitas mulheres sofrem violência e não conseguem denunciar porque não podem se comunicar. Por isso, os profissionais que estão nesses lugares precisam ter conhecimento da língua de sinais”, disse.

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Solicitação semelhante foi feita por Riguel Brum de Paula, representando a comunidade surda. “É importante que se crie uma central de denúncias que seja acessível a essas pessoas”, pediu.

Pró-reitora de Assistência Estudantil da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Lisiane Pereira de Jesus parabenizou a Assembleia Legislativa por promover discussão sobre o tema e afirmou que a universidade “trabalha intensamente na implantação de políticas para inclusão dos estudantes”.

O acesso de pessoas surdas à educação e ao mercado de trabalho também foi discutido durante o evento. A tradutora e intérprete de Libras Flávia Lima afirmou que muitos empregadores optam por contratar pessoas que não apresentam dificuldades de comunicação e, nas escolas, os estudantes que apresentam deficiência auditiva não têm acesso às mesmas informações que os demais. A formação continuada de professores e a presença de tradutores e intérpretes nas salas de aula, em sua avaliação, seriam de suma importância.

A professora Shirley Vilhalva defendeu a aprovação do Projeto de Lei 4.990/2020, em tramitação na Câmara dos Deputados, que objetiva garantir o direito à educação de educandos surdos, surdocegos, com deficiência auditiva sinalizantes, surdos com altas habilidades ou superdotação ou com deficiências associadas.

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O deputado Wilson Santos (PSDB) assegurou a inclusão do tema nos debates promovidos pelo Parlamento estadual, bem como o suporte necessário para criação da associação estadual das mulheres surdas. “Queremos constituir políticas públicas que possam amenizar o sofrimento dessas pessoas. Vamos encaminhar um conjunto de propostas para fazer cumprir a legislação e aperfeiçoá-la”, frisou.

A programação do I Seminário de Políticas Públicas para a Mulher Surda de Mato Grosso continuará nesta sexta-feira (25), durante todo o dia, no Plenário de Deliberações da Assembleia Legislativa.

Fonte: ALMT

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