João Celestino repudia “sujeirada” nos bastidores da OAB-MT

  O advogado João Celestino Corrêa da Costa distribuiu nesta segunda-feira, 16 de abril,  via e-email, a seguinte nota da esclarecimento:

Prezados Senhores,

Infelizmente existem pessoas que vieram ao mundo para nada construir. As pessoas que estão repassando o e-mail apócrifo, abaixo reproduzido, é um exemplo claro disto. Trata-se de uma publicação apócrifa (sem autoria) e imoral de alguem que se esconde atras do email [email protected], vejam que coisa? A mentira começa pelo emissor do e-mail que tenta induzir o leitor ao erro, de que se trata de um documento editado pela OAB/MT. Mentira. Nada tem a ver com a entidade. Me aponta o referido e-mail como plagiador, mas não tem sequer a coragem de se identificar. Tudo mentira. Mais uma vez se aproximam as eleições da OAB/MT, meu nome e lembrado e já começa a sujeirada da mentira e do desespero dos adversários. Mas eu vou aqui aproveitar a oportunidade para lembrar aos senhores alguns fatos importantes do momento que vive nossa classe de advogados, e importa muito a toda sociedade.

De fato, a situação da OAB/MT é péssima, e eles, os dirigentes e parte do grupo que comnada a nossa entidade estao comprometidos ate os dentes. Veja só: O Presidente da OAB/MT e alguns dirigentes, inclusive o Sr. Francisco Faiad, conselheiro federal, e sua esposa advogada Tania Faiad, estão sendo investigados pelo MPF sobre a participação fraudulenta em licitações em orgaos publicos federais, carta convites, onde o escritorio do Sr. Faiad ganhou diversos anos consecutivos a mesma licitação, assim como outra dirigente da OAB/MT , Sra. Fabiana Curi, para outro orgao federal (UNISElVA- Fundaçào da UFMT e EPE). Agora o MPF esta puxando o fio da meada e esta encontrando outros participes nas licitaçoes e tb em outros orgaos. Já existe 2 inqueritos civis abertos pelo MPF para tratar do assunto.

Importante anotar que um dos inqueritos existe desde novembro do ano passado, mas só agora uma pessoa foi encontrada para falar e contar toda a verdade: A sra Luciana Serafim, advogada, ex-secretaria geral da oab/mt da administraçao do Faiad Presidente (2006/2009), quando então trabalhou tanto no escritorio do Dr. Faiad quanto no escritorio de Fabiana Curi. O depoimento dela ao MPF é uma pérola de detalhes. Daí o desespero de todos da oab/mt. A coisa é seria e muito grave.

As noticias e artigos com a indignação dos advogados podem ser vistos na internet, por exemplo na site: http://paginadoenock.com.br/?s=oab%2Fmt&op.x=20&op.y=17. Como meus colegas advogados me lançaram candidato e estao metendo a boca na atual administração, claro q não vou passar incolume por isso. Sei como funciona esta guerra. Já fui 2 vezes vice presidente da OAB/MT e diversas vezes candidato a diversos cargos.

Assim, como o desespero das pessoas que estão hoje dirigindo a oab/mt é grande, vão falar qualquer coisa q vier a ser possivel contra minha pessoa, inclusive muitas mentiras. Quem montou esta papagaiada vai responder criminalmente, pq eu vou atrás, e tenho a indicação de vários colegas q recebram este e-mail de onde partiu toda esta cafajestada. Seja quem for vai ser devidamente processada criminalmente por espalhar esta inverdade contra minha pessoa. Para vc ter ideia, os autores do delito tentam se esconder atras da materia de um suposto informativo da oab que não existe, é uma e-mail montado por alguem q fez a materia de q haveria plagio em meu artigo. Quem faz a materia sobre o plágio nào assina? Ninguem? Ninguem assina a materia! Interessante né?

A tentativa deles é esta mesma, desestabilizar a nossa candidatura a qualquer preço. E outras mentiras virão, nossos adversários jogam muito baixo.

Vejam que já tentaram em outras oportunidades calarem nossa colega Luciana Serafim. Lembram dos fatos:  http://paginadoenock.com.br/radicaliza-se-o-confronto-entre-situacao-e-oposicao-na-oab-conselho-apoia-diretoria-e-veta-uso-da-sede-por-advogados-trabalhistas-advogada-luciana-serafim-sera-levada-ao-tribunal-de-etica-francisco/ ; http://paginadoenock.com.br/luciana-serafim-renuncia-ao-cargo-de-secretaria-geral-da-oab/ ; que agora resolveu contar tudo que sabe.

É uma baixaria sem precedentes. Eles são de fato profissionais em tentar enlamear o nome dos adversários. Nenhuma novidade.

De fato a eleição este ano será uma guerra. Mas nós estamos preparados para tudo, inclusive para as mentiras, afinal não será a primeira vez que vamos para o embate com esse tipo de gente: baixa. Mas baixa demais.

Me desculpem o inconveniente, mas as mentiras não serão tidas como verdades enquanto ao menos restar um advogado vivo.

Abraços a todos e boa semana.

João Celestino Corrêa da Costa Neto

Corrêa da Costa Advogados
[email protected]
Rua Pedro Celestino, 441.
Cuiabá-MT 78.005-010
Secretária: (65) 36176300
Fax (65) 36176390
Conheça nosso Escritório http://www.ccosta.com.br
———————-

CONFIRA, ABAIXO, O TEXTO COM ATAQUES CONTRA JOÃO CELESTINO DISTRIBUIDO ATRAVÉS DE E-MAIL APÓCRIFO

De: informativo oabmt <[email protected]>
Data: 14 de abril de 2012 10:52:42 AMT
Assunto: Informativo OBMT

Em artigo sobre normas éticas, advogado de Mato Grosso comete crime de plágio

O advogado João Celestino Corrêa da Costa, que já foi vice-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil e juiz do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) representando a classe dos advogados, mas indicado pelo próprio Judiciário, pode ter cometido  crime de plágio ao escrever, assinar  e fazer publicar em diversos canais de notícias de Mato Grosso  um artigo  sobre “Sustentabilidade e Normas Éticas”. Ele infringiu os dispositivos que tratam de direito autoral ao copiar vários trechos de um texto do Conselho Nacional de Autoregulamentação  Publicitaria, de junho de 2011, sem sequer atribuir a fonte. Celestino é um dos nomes cotados para ser candidato a presidente da OAB.

Ao defender a tese de que a “preocupação com o meio ambiente atrai cada vez mais gente”, João Celestino se utilizou de pelo menos 1/3 do texto publicado pelo Conselho, sem, ao menos, fazer qualquer menção sobre a publicação.

“O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância” –destaca um dos trechos assinados pelo advogado, extraído do artigo original, sem citação.

Em outro momento, o artigo de Celestino frisa: “As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos”. A exemplo do trecho anterior, também não alterou uma palavra sequer.

A situação causa indicação, especialmente partindo de um advogado que sempre pontua como sendo um dos mais renomados do Estado.  O plágio é crime tipificado no artigo 184 do Código Penal e com cominação de pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano, ou multa.

Confira o texto de João Celestino. Em grifo está as partes em que supostamente teria plagiado o artigo original, datado de junho de 2011 e que pode ser encontrado no endereço: http://www.conar.org.br/html/noticias/070611.html

———————————-

Sustentabilidade e normas éticas
POR JOÃO CELESTINO CORREA DA COSTA NETO

A preocupação com o meio ambiente atrai cada vez mais gente

A preocupação com o meio ambiente, que levou os países da Organização das Nações Unidas a assinarem o protocolo de Kyoto, em dezembro de 1999, estipulando um controle sobre as intervenções humanas no clima está se transformando num lucrativo mercado que atrai um sem número de pessoas todos os dias, com as mais diferentes intenções e propostas, de olho apenas nos números que esse novo nicho pode gerar, sem o menor conhecimento de causa.

O documento prevê que entre 2008 e 2012, os países desenvolvidos reduzam suas emissões em 5,2%, em relação aos níveis medidos em 1990, surgindo daí a ideia de criar os créditos de carbono, ou Redução Certificada de Emissões (RCE), certificados emitidos quando ocorre a redução de emissão de gases do efeito estufa (GEE). Uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) equivalente corresponde a um crédito de carbono.

Este crédito pode ser negociado no mercado internacional. Aredução da emissão de outros gases que contribuem para o efeito estufa também pode ser convertida em créditos de carbono, certificados que autorizam países a continuar poluindo ou reduzir a sua poluição a níveis aceitáveis, evitando desse modo a estagnação da sua atividade econômica.

Desta forma, nasceu um mercado com potencial de US$ 6,5 bilhões, já que os certificados de créditos estão sendo comercializados por US$ 5 a US$ 10 a tonelada de carbono e vários são os projetos que já estão sendo propostos no Brasil, entre eles, de reflorestamento, pesquisas com fontes alternativas de energia e redução da poluição causada pela emissão de gases produzidos pela biodigestão de dejetos suínos e de lixões urbanos.

Porém, nenhum deles têm ainda a aprovação do governo brasileiro, podendo não ser elegíveis para o MDL (Mecanismo de Desenvolvimento Limpo), uma exigência do protocolo de Kyoto.

Pouca gente, até mesmo profissionais da área de publicidade, têm conhecimento que algumas regras bastante rígidas foram criadas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade, inclusive o próprio Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

O Código Brasileiro de Publicidade já continha recomendações sobre o tema, mas elas foram inteiramente revisadas.

O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banalizá-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.

Portando, um anúncio que cite a sustentabilidade deve conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas.

As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos.

Em outras palavras, significa a não banalização da informação, principalmente em um tema de tamanha seriedade e que não deve e não pode apenas ser utilizado como uma nova fonte geradora de riquezas para quem quer que seja.

JOÃO CELESTINO CORREA DA COSTA NETO é advogado em Cuiabá.

[email protected]

—————————

Agora, o artigo do Conar, com os grifos em que houve o plágio. Da mesma forma, foram grifados as partes extraídas do artigo, sem que houvesse sequer a citação da fonte – o que configura o crime de plágio

Normas éticas para apelos de sustentabilidade na publicidade

O Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, Conar divulgou hoje em São Paulo, novas normas para a publicidade que contenha apelos de sustentabilidade.

O Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária, documento que, desde 1978, reúne os princípios éticos que regulam o conteúdo das peças publicitárias no país, já continha recomendações sobre o tema mas elas foram inteiramente revisadas, sendo reunidas no artigo 36 do Código e detalhadas no Anexo U.

O sentido geral das novas normas é reduzir o espaço para usos do tema sustentabilidade que, de alguma forma, possam banaliza-lo ou confundir os consumidores. Além de condenar todo e qualquer anúncio que estimule o desrespeito ao meio ambiente, o Código recomenda que a menção à sustentabilidade em publicidade obedeça estritamente a critérios de veracidade, exatidão, pertinência e relevância.

Um anúncio que cite a sustentabilidade deve, assim, conter apenas informações ambientais passíveis de verificação e comprovação, que sejam exatas e precisas, não cabendo menções genéricas e vagas.

As informações devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados e o benefício apregoado deve ser significativo, considerando todo seu ciclo de vida.

As novas normas incorporam o princípio que orientou a revisão, em 2006, das regras éticas para a publicidade de produtos e serviços que visam crianças e adolescentes, que considera que a publicidade deve ser fator coadjuvante na formação dos cidadãos.

Este princípio está resumido nas frases que servem de introdução ao Anexo U:

“É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários. O Conar encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável”.

As novas normas entram em vigor em 1º de agosto e valem para todos os meios de comunicação, inclusive a internet.

Confira a íntegra das novas normas:

“Artigo 36 do Código

A publicidade deverá refletir as preocupações de toda a humanidade com os problemas relacionados com a qualidade de vida e a proteção do meio ambiente; assim, serão vigorosamente combatidos os anúncios que, direta ou indiretamente, estimulem:

a poluição do ar, das águas, das matas e dos demais recursos naturais;

a poluição do meio ambiente urbano;

a depredação da fauna, da flora e dos demais recursos naturais;

a poluição visual dos campos e das cidades;

a poluição sonora;

o desperdício de recursos naturais.

Parágrafo único

Considerando a crescente utilização de informações e indicativos ambientais na publicidade institucional e de produtos e serviços, serão atendidos os seguintes princípios:

veracidade – as informações ambientais devem ser verdadeiras e passíveis de verificação e comprovação;

exatidão – as informações ambientais devem ser exatas e precisas, não cabendo informações genéricas e vagas;

pertinência – as informações ambientais veiculadas devem ter relação com os processos de produção e comercialização dos produtos e serviços anunciados;

relevância – o benefício ambiental salientado deverá ser significativo em termos do impacto total do produto e do serviço sobre o meio ambiente, em todo seu ciclo de vida, ou seja, na sua produção, uso e descarte.

Anexo U – Apelos de sustentabilidade

É papel da Publicidade não apenas respeitar e distinguir, mas também contribuir para a formação de valores humanos e sociais éticos, responsáveis e solidários.

O CONAR encoraja toda Publicidade que, ao exercer seu papel institucional ou de negócios, também pode orientar, desenvolver e estimular a sociedade objetivando um futuro sustentável.

REGRA GERAL

(1) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade da Responsabilidade Socioambiental e da Sustentabilidade” toda a publicidade que comunica práticas responsáveis e sustentáveis de empresas, suas marcas, produtos e serviços.

(2) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade para a Responsabilidade Socioambiental e para a Sustentabilidade” toda publicidade que orienta e incentiva a sociedade, a partir de exemplos de práticas responsáveis e sustentáveis de instituições, empresas, suas marcas, produtos e serviços.

(3) Para os efeitos deste Anexo, entender-se-á por “Publicidade de Marketing relacionado a Causas” aquela que comunica a legítima associação de instituições, empresas e/ou marcas, produtos e serviços com causas socioambientais, de iniciativa pública ou particular, e realizada com o propósito de produzir resultados relevantes, perceptíveis e comprováveis, tanto para o Anunciante como também para a causa socioambiental apoiada.

Além de atender às provisões gerais deste Código, a publicidade submetida a este Anexo deverá refletir a responsabilidade do anunciante para com o meio ambiente e a sustentabilidade e levará em conta os seguintes princípios:

1. CONCRETUDE

As alegações de benefícios socioambientais deverão corresponder a práticas concretas adotadas, evitando-se conceitos vagos que ensejem acepções equivocadas ou mais abrangentes do que as condutas apregoadas.

A publicidade de condutas sustentáveis e ambientais deve ser antecedida pela efetiva adoção ou formalização de tal postura por parte da empresa ou instituição. Caso a publicidade apregoe ação futura, é indispensável revelar tal condição de expectativa de ato não concretizado no momento da veiculação doanúncio.

2. VERACIDADE

As informações e alegações veiculadas deverão ser verdadeiras, passíveis de verificação e de comprovação, estimulando-se a disponibilização de informações mais detalhadas sobre as práticas apregoadas por meio de outras fontes e materiais, tais como websites, SACs (Seviços de Atendimento ao Consumidor), etc.

3. EXATIDÃO E CLAREZA

As informações veiculadas deverão ser exatas e precisas, expressas de forma clara e em linguagem compreensível, não ensejando interpretações equivocadas ou falsas conclusões.

4. COMPROVAÇÃO E FONTES

Os responsáveis pelo anúncio de que trata este Anexo deverão dispor de dados comprobatórios e de fontes externas que endossem, senão mesmo se responsabilizem pelas informações socioambientais comunicadas.

5. PERTINÊNCIA

É aconselhável que as informações socioambientais tenham relação lógica com a área de atuação das empresas, e/ou com suas marcas, produtos e serviços, em seu setor de negócios e mercado. Não serão considerados pertinentes apelos que divulguem como benefício socioambiental o mero cumprimento de disposições legais e regulamentares a que o Anunciante se encontra obrigado.

6. RELEVÂNCIA

Os benefícios socioambientais comunicados deverão ser significativos em termos do impacto global que as empresas, suas marcas, produtos e serviços exercem sobre a sociedade e o meio ambiente – em todo seu processo e ciclo, desde a produção e comercialização, até o uso e descarte.

7. ABSOLUTO

Tendo em vista que não existem compensações plenas, que anulem os impactos socioambientais produzidos pelas empresas, a publicidade não comunicará promessas ou vantagens absolutas ou de superioridade imbatível. As ações de responsabilidade socioambiental não serão comunicadas como evidência suficiente da sustentabilidade geral da empresa, suas marcas, produtos e serviços.

8. MARKETING RELACIONADO A CAUSAS

A publicidade explicitará claramente a(s) causa(s) e entidade(s) oficial(is) ou do terceiro setor envolvido(s) na parceria com as empresas, suas marcas, produtos e serviços.

O anúncio não poderá aludir a causas, movimentos, indicadores de desempenho nem se apropriar do prestígio e credibilidade de instituição a menos que o faça de maneira autorizada.

As ações socioambientais e de sustentabilidade objeto da publicidade não eximem anunciante, agência e veículo do cumprimento das demais normas éticas dispostas neste Código.”

Texto original de: http://www.conar.org.br/

20 Comentários

Assinar feed dos Comentários

  1. - IP 189.114.53.39 - Responder

    Dr. João Celestino, lhe recomendo uma gramática, uns bons livros jurídicos e menos facebook e twitter! Eles estão acabando com seu português.

    • - IP 177.116.17.239 - Responder

      E verdade meu querido! Mas aqui nao e cartorio nem tribunal! Um abco!

      • - IP 177.116.17.239 - Responder

        Sem deixar de mencionar o calor da hora e do debate meu caro!

  2. - IP 189.114.53.39 - Responder

    Até o Ralf Leite escreve melhor!!

  3. - IP 187.123.1.222 - Responder

    Obrigado pelas informações Dr João, mas e questão do plágio, você não vai explicar?

  4. - IP 177.41.92.170 - Responder

    Explicar que bom, nada!
    Plágiador. Vamos ver se esse sitio tem responsabilidade com a verdade

    • - IP 177.116.17.239 - Responder

      Respondendo aos srs que nao se dispuseram a ler meu artigo e nem mesmo as imputacoes falsas, no meu sentir, qto a originalidade do artigo tenho a dizer que
      O artigo em questão teve como
      objetivo mostrar que a questão ambiental, principalmente no que se refere aos
      créditos de carbono está atraindo cada vez mais ESPERTALHÕES e GOLPISTAS que
      agem igualmente aos autores desse maquiavélico e-mail apócrifo criado apenas
      para atender a conveniência daqueles que sempre TREMERAM NAS BASES quando meu
      nome é lembrado para a presidência da OAB-MT, puro desespero.

      É claro e evidente que usei
      informações do Conar, além de informações contidas na Resolução e que não podem
      ser alteradas na sua forma escrita e aprovada, senão, de que forma iria saber
      das mudanças? Agora, daí, a acusar-me de plágio vai um abismo muito grande.
      Quem me aponta o dedo e faz a acusação deveria ter a coragem de fazer como faço
      aparecer, mostrar a cara, não se esconder sob o manto do anonimato de um
      endereço fictício na internet. Não deixei de mencionar a fonte
      das informações como sendo o Conselho Nacional de Autorregulamentação
      Publicitária (CONAR). Citei, inclusive que O Código Brasileiro de Publicidade já
      continha recomendações sobre o
      tema, mas elas foram inteiramente revisadas. Portanto, srs., nao ha plagio algum!

      • - IP 177.28.237.181 - Responder

        Se explicar tudo bem, mais imputar culpa sem ter provas, ja e demais, o pior de tudo isso e chegar na hora H e nem se candidatar a nenhuma vaga diretiva… DESESPERO de quem.

  5. - IP 187.123.1.222 - Responder

    Muito bem Dr Joao, mas e a questao do plagio, voce nao vai explicar???

  6. - IP 187.24.107.161 - Responder

    Não podemos ser insensatos diante disso, insensíveis em relação à falsidade que se esconde hipocritamente, covardemente. É preciso ter muito claro, especialmente neste mundo do lusco-fusco, que aquele que só vê a cópia, não pode connhecer a originalidade da criação. Precisamos desesperadamente dizer aos jovens que COPIAR É NEGAR A SI MESMO ! Um educador que respeite sua função não pode tolerar que jovens aprendizes aprendam negando a si mesmos. NINGUÉM VIVE PLENAMENTE SE SÓ CONVIVE COM A MENTIRA.

  7. - IP 187.68.58.236 - Responder

    Dr. João, me solidarizo com o Senhor, esses emails apócrifos têm a mesma cara daqueles que traziam o título “Fonte Sigilosa” na eleição passada. Não se deixe abater, o Senhor é o legítimo representante da oposição.

    • - IP 177.116.17.239 - Responder

      Obrigado! Quero registrar que nao temos medo nem temor da luta! Especialmente quando estamos de alma limpa!

  8. - IP 187.25.177.251 - Responder

    Sou jovem advogada e não entendendo nada sobre eleições de OAB, mas não me parece correto que o colega João Celestino se defenda da conduta reprovável de plagiar uma obra com a singela alegação de serem anônimos os emails. Apócrifos ou não, defenda-se quanto ao mérito Doutor !

  9. - IP 216.218.254.18 - Responder

    “É claro e evidente que usei informações do Conar, além de informações contidas na Resolução e que não podem ser alteradas na sua forma escrita e aprovada,…”. Deveria então o nobre causídico ter citado a fonte, e não assinar como seu o texto de terceiros. Tivesse usado “conforme o Conar……”, antes do ctrl+C/ctrl+V, estaria tudo bem. Professores reprovam alunos quando o Google aponta tais desvios. No mínimo mandam repetir o trabalho e não aceitam a reincidência em tal comportamento. É mais um aviso aos advogados do nosso estado, caso alguns tenham realmente em mente ( o que, sinceramente, duvido) que seria por ventura conveniente ter o Dr. João Celestino, legítimo representante do mais atrasado e obsoleto coronelismo do estado ( A Família Campos de Várzea Grande) na OAB. No mais, o teor e a forma do texto sob acusação de plágio realmente estavam incompatíveis com a forma e a cultura do Dr. João Celestino. Basta compará-lo aos comentários de autoria do próprio que se encontram nesse espaço.

  10. - IP 200.140.9.187 - Responder

    Caros Colegas.

    É rísivel, não tenho outra palavra, a atitude não só de quer criar uma cortina de fumaça e para tanto se usar de um email falso como se fosse informativo da OAB, mas fazer de uma mera citação o cavalo de batalha.

    Tal atitude não é digna de um dirigente da OAB/MT, mas sim uma posição honrada de afastamento, pois o que realmente importa ainda não foi esclarecido: como que somente escritórios dos atuais dirigentes participaram destas licitações (UNISELVA, EPE e etc…), nas quais cada qual ganha uma?

    Saudações à todos por uma OAB/MT Democrática e Ética.

    Bruno Boaventura.

  11. - IP 189.120.161.219 - Responder

    A matéria postada neste blog se refere ao plágio e não a gestão da OAB, para qual tem se tentado, desesperadamente, desviar o foco do crime cometido.

  12. - IP 200.96.142.114 - Responder

    O plagiador não é pre candidato coisa nenhuma … isso ai é pra enganar a galera … ta morto politicamente desde 2003 … o sonho dele é ser conselheiro federal da turma do Faiad…

    • - IP 201.22.172.202 - Responder

      Morto politicamente desde 2003 e o seu passado meu caro.. tenha a humildade de mostrar a sua cara primeiro ao inves de falar besteira…. vc vai tomar couro junto com todos os outros ….viva a democracia, isso tudo e sinonimo de desespero…

      • - IP 177.41.93.81 - Responder

        Falta apenas ser enterrado

  13. - IP 177.41.93.81 - Responder

    E a explicação? Nada.. ACho que o senhor Celestino não tem cerebro para tudo aquilo que escreveu. Dai a descoberta. Fraco..

Deixe seu Comentário

Seu endereço de email não será publicado.
Campos com * são obrigatórios.

13 − nove =