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RECORDAR É VIVER: Ong Moral pede à Polícia Federal investigação sobre compra de combustíveis feita pela Assembleia Legislativa na Amazônia Petróleo. No ano de 2009, quando a empresa passou a ser a fornecedora, o volume de combustível consumido pelos veículos da Assembleia registrou um salto de 245%. De janeiro a dezembro de 2010, segundo a denúncia, a Assembleia registrou o consumo de 1.766.700 litros (média de 147.225 litros/mês)

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Romoaldo Júnior, do PMDB, passou a ser presidente da Assembleia depois que o deputado José Geraldo Riva foi afastado da presidência, como resultado de decisão judicial, adotada pela Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que acatou voto da relatora, desembargadora Maria Erotides Baranjak

Romoaldo Júnior, do PMDB, passou a ser presidente da Assembleia depois que o deputado José Geraldo Riva foi afastado da presidência, como resultado de decisão judicial, adotada pela Terceira Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Mato Grosso que acatou voto da relatora, desembargadora Maria Erotides Baranjak


ONG Moral pede investigação em aquisição de combustíveis
RODRIGO VARGAS
Diário de Cuiabá, 26.nov.2013 
http://www.diariodecuiaba.com.br/detalhe.php?cod=44250526/11/201326/11/201326/11/201326/11/201326/11/2013
 
Representantes da ONG Moral (Movimento Organizado pela Moralidade Pública e Cidadania) encaminharam ontem à Polícia Federal um pedido de investigação sobre supostas irregularidades em um contrato para fornecimento de combustíveis firmado entre a Assembleia Legislativa e a Amazônia Petróleo, pivô da Operação Ararath.
Dados obtidos pela entidade após uma determinação judicial indicam que no ano de 2009, quando a empresa passou a ser a fornecedora, o volume de combustível consumido pelos veículos da casa registrou um salto de 245%.
De janeiro a dezembro de 2010, segundo a denúncia, a Assembleia registrou o consumo de 1.766.700 litros (média de 147.225 litros/mês).
“Não foi informada a quantidade de veículos da AL/MT, mas, se cada veículo rodasse 100 km por dia e cinco dias por semana, seriam necessários 592 automóveis para consumir o que foi adquirido e pago pelos cofres públicos naquele ano”, diz a entidade.
A suspeita, de acordo com a entidade, é que as compras sejam uma “simulação” destinada a lavar dinheiro.
“Há irregularidades no pregão bem como há contratação por preço superfaturado e indícios de utilização de notas frias, ou seja, simulação de fornecimento de combustíveis, tendo em vista os valores extremamente altos de litros de combustíveis”.
Os dados tiveram que ser buscados na Justiça porque, segundo a entidade, a Assembleia usa uma artimanha contábil para impedir seu rastreamento por meio do Fiplab (Sistema Integrado de Planejamento, Contabilidade e Finanças).
No sistema, segundo levantamento feito pelo DIÁRIO, a Amazônia Petróleo consta como credora de empenhos que somaram R$ 12,1 milhões desde 2011. Os valores, porém, não incluem as despesas feitas pela Casa, segundo a entidade.
“Lamentavelmente (…) as despesas de maior valor são contabilizadas no empenho, liquidação e pagamento mencionando como credor a própria AL/MT (credor e devedor são a mesma pessoa jurídica), em evidente intenção de esconder o verdadeiro credor e os valores pagos a estes”.
No ano de 2009, quando a empresa passou a ser a fornecedora, o volume de combustível consumido pelos veículos da Assembleia registrou um salto de 245%. De janeiro a dezembro de 2010, segundo a denúncia, a Assembleia registrou o consumo de 1.766.700 litros (média de 147.225 litros/mês)

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Leia Também:  Nesse momento em que Paulo Prado é reconduzido ao comando do MP Estadual, já está mais do que na hora de fazermos uma autocrítica quanto às suspeitas lançadas contra ele e contra o promotor Marcos Regenold nesse confuso episódio da Operação Ararath. O que se diz é que Prado e Regenold estariam esquemados com Éder Moraes, tentando aliviar as coisas para o lado do Maggi. Um pequeno estudo do que se fez até aqui, todavia, nos mostra que os documentos levantados graças à atuação de Prado e Regenold se constituiram em provas fundamentais para as ações cíveis já formuladas, seja pelo MPF seja pelo próprio MPE, contra Éder, contra empreiteiros e mesmo contra Blairo Maggi

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Magistrados faturam alto no TJ-MT e Ong fala em “corrupção institucionalizada”

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Luis Ferreira, Carlos Alberto e Maria Helena, da cúpula do TJ MT

A reportagem que o jornal O Estado de S.Paulo publica hoje, 20 de janeiro de 2021, sobre o Tribunal de Justiça de Mato Grosso, é o famoso tapa na cara dos cidadãos, eleitores e contribuintes deste Estado.

A revelação do jornalão paulista é que temos um time de 30 desembargadores (em breve serão eleitos mais 9) que vivem à tripa forra, curtindo ganhos astronômicos, às custas dos cofres públicos, sustentados por uma população que, em sua maioria é pobre, semialfabetizada, submetida a uma pobreza constrangedora.

A denúncia vem de São Paulo porque aqui os chamados órgãos de controle parece que fazem ouvidos de mercador para as possíveis patifarias praticadas pelos magistrados, em seu ambiente de trabalho.

Reproduzi a reportagem do Estadão em meu Facebook, e o jornalista Enzo Corazolla veio lá de Alto Paraíso com seu comentário ácido: “O pior é a venda de sentenças, prática habitual. Se gritar pega ladrão…”

Benza Deus. Além dos ganhos nababescos, pelas tabelas oficiais, ainda teríamos um inacreditável ganho por fora que, apesar de muito aventado, não se consegue, com o rolar dos anos, se reprimir.

Espanto. Perplexidade. Raiva. Parece que o patrimonialismo do Estado brasileiro é inescapável, está sempre desabando sobre e nós, e nos cobrando sangue, suor e lágrimas.

Para reforçar os temores do veterano jornalista Corazolla, representantes da Ong Transparência Brasil, ouvidos pelos repórteres do Estadão, cogitam que uma “corrupção institucionalizada” grassaria entre os espertalhões e espertalhonas togadas que atuariam no nosso Tribunal de Justiça.

Como botar em pratos limpos tudo isso, se a Justiça é sempre tão temina, sempre tão inalcançavel?! Os controles de controle, vejam só, não controlam porra nenhuma e, aqui mesmo em Mato Grosso, e nos mesmos espaços de midia nacional, as doutas autoridades do Ministério Público de Mato Grosso já foram deduradas e denunciadas por também engordarem seus ganhos e suas propriedades, com toda sorte de privilégios. Em plena pandemia, que segue matando com destaque os pobres e os filhos dos pobres, promotores e procuradores se divertem com verbas extras para usufluirem da I-phones e seguros de saúde às custas do erário, sempre dilapidado de forma cruel.

Reproduzo, aqui, a matéria do Estadão. E divulgo uma lista com os pretensos ganhos dos desembargadores, em dezembros, que circula pelas redes sociais. E aguardemos novos desdobramentos.

 
LEIA A REPORTAGEM DO JORNAL O ESTADO DE S PAULO: Desembargadores de MT têm extra de até R$ 274 mil – Política – Estadão (estadao.com.br)
 
 

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Lista Com Pretenso Faturamento de Desembargadores Do TJ MT Em Dezembro de 2020 by Enock Cavalcanti on Scribd

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