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Zenpreendedorismo é mais humano, diz Bellino sobre novo método de empreender

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Zenpreendedorismo é método um mais humano, segundo o empresário Ricardo Bellino
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Zenpreendedorismo é método um mais humano, segundo o empresário Ricardo Bellino

O Brasil Econômico ao Vivo desta sexta-feira (10) recebeu Ricardo Bellino, empreendedor serial e fundador da Escola da Vida, para conversar sobre o modelo de empreendedorismo zen, comum entre os maiores empresários do mundo. Ele foi um dos pioneiros dessa modalidade de empreendedorismo no Brasil, e já até escreveu livros sobre o assunto, como por exemplo “11 dias na Estrada de Bellino”. 

Segundo Bellino, o Zenpreendedorismo é relacionado a forma de enxergar as oportunidades e se posicionar. “É um velho jeito que eu tenho adotado ao longo da minha trajetória como empreendedor. É a união do Zen Budismo, como um estilo de vida, e do empreendedorismo”.

Ele criticou o acesso de informações ao qual estamos sujeitos atualmente. “Eu chamo isso de obesidade intelectual. É algo que gera mais frustração, ansiedade e depressão, do que orientação para se ter mais chances de sucesso no empreendedorismo”.

O empresário comentou a importância de estar sempre se atualizando e aberto a aprender. “O Zen é o estudo de si, é silenciar, esvaziar. A tríade fundamental de hoje é: aprender a desaprender para reaprender de novo. É tanta informação, e informação que não se atualiza, a própria educação formal não se renova, que não forma as pessoas para enfrentar os desafios que vivemos hoje no mercado de trabalho, para ocupar os cargos das novas profissões, afinal muitos trabalhos aparecem e desaparecem todos os dias”.

De acordo com a filosofia do Zenpreendedorismo, a felicidade precede o sucesso. Exercitar essa capacidade de colocar a felicidade em primeiro lugar é fundamental, isso é jeito zen de empreender.

“Não é verdade que você vai ser feliz ao ficar rico, porque as vezes o preço que você paga para ficar rico é tão caro, que vai te levar a perder saúde, família, amigos. Você vai ter só dinheiro, isso não é o passaporte para a felicidade. A felicidade é aquela que você compartilha com outras pessoas”, disse Bellino.

“Se eu não conseguir responder a uma pergunta muito simples: Porque eu estou empreendendo na Escola da Vida? E se a resposta não for, ajudar a transformar a vida de outras pessoas para que elas possam ser mais felizes, você está empreendendo sem uma missão, sem propósito, o que é grande problema nos dias de hoje”, completou.

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O empresário ressaltou que o propósito precisa conectar pessoas para que sejam mais humanas. “Nós precisamos ser mais humanos, hoje muito mais do que nunca. Não vamos nos tornar apenas operadores de computadores, quem nos quer convencer disso, quer nos transformar em produtos. Tem que tomar cuidado com qual tipo de informação te inspira”.

Você viu?

O empreendedor contou um pouco de sua experiência e falou sobre o momento em que decidiu mudar seu estilo de vida, aderindo ao Zenpreendedorismo. “Eu tinha tudo que o dinheiro pode comprar. Após um tempo eu passei a ter a sensação de viver em uma gaiola de ouro. Quando a gente tem excesso de conforto, isso é um problema. Eu precisava encontrar um propósito, transformar aquele estilo de vida não em algo superficial, onde você gera mais inveja do que admiração. Foi naquele momento que eu mergulhei no processo de autoconhecimento, para poder empreender através da construção da Escola da Vida, que compartilha experiências práticas. O sucesso inspira, mas o que realmente ensina é o fracasso”.

Costumes e valores

Bellino evidenciou que esse tipo de empreendedorismo é baseado nos seus costumes e valores, é um estilo de vida onde você investe no interior para depois modificar o mundo ao seu redor. “Ter a capacidade de exercitar o momento de meditação, de introspecção, reflexão, de silenciar. o zen propõe o encontro com o vazio, ao invés de mergulhar em um oceano de informações. Isso permite que você possa enfrentar os desafios e encontrar soluções criativas para tirar proveito até de grandes crises”

Jack Dorsey, CEO e fundador do Twitter, que no seu aniversário de 42 anos viajou para Mianmar onde passou 10 dias em silêncio meditando. O homem mais rico do mundo, Jeff Bezos, fundador do império Amazon disse que sua prosperidade vem de um dos fundamentos do Zen budismo : manter a mente aberta. Todos eles dizem que veem na meditação a melhor forma de balancear a rotina intensa com a paz interior.

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Evento com empresários

Do dia 28 de setembro ao dia primeiro de outubro, Bellino estará em um evento em Vitória, Espírito Santo, no mosteiro Morro da Vargem, com outros empresários para falar sobre o Zenpreendedorismo. “Acabo de voltar ao Brasil, com a motivação de assumir o comando da Wizarbell, a Escola da Vida, junto com meu parceiro Carlos Wizard. Para celebrar, decidi voltar ao lugar que me inspirou, o mosteiro Morro da Vargem, no Espírito Santo. Lá, vou promover esse programa de imersão, que se chama Zenpreendedorismo. Basicamente, o objetivo é compartilhar a experiência dessa disciplina monástica, para que as pessoas possam absorver os conceitos e conselhos, além de aproveitar o momento de ócio criativo para meditarem sobre os desafios que vivem, para transformar suas vidas”, explicou.

Quem quiser conhecer mais sobre o assunto, pode acessar o link  (https://ricardobellino.com.br/zenpreendedorismo/).

Conselhos para quem vai entrar no mundo dos empreendedores

O setor empresarial está cada vez mais complicado, principalmente em meio à crise econômica. Bellino deu dicas sobre como empreender de um jeito zen e ter sucesso mesmo nesse cenário.

“Primeiro, assumir que a felicidade precede o sucesso. Além disso, você deve saber o seu propósito, o porquê você está fazendo isso, e o que isso vai trazer de benefício para outras pessoas antes de se lançar em qualquer novo projeto”, destacou.

“Quando você percebe que gatilhos mentais são usados inescrupulosamente para vender promessas falsas de enriquecimento milagroso e mentiroso, isso não existe. Se você quiser ter uma vida equilibrada, você vai empreender, vai trabalhar, errar e acertar”, completou.

Live do Brasil Econômico

Semanalmente, a redação do Brasil Econômico entrevista especialistas para aprofundar temas relevantes do noticiário econômico. As lives podem ser acompanhadas pelo YouTube, Facebook e Twitter do iG, e conta com a participação dos internautas.

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Bolsonaro pediu “banho frio”, mas Brasil consumiu mais energia em 2021

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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque
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Ministro de Minas e Energia Bento Albuquerque

Em 2021 o Brasil enfrentou a pior crise hídrica dos últimos 90 anos, o que acendeu um alerta no governo federal que decidiu apelar para a população pedindo que reduzisse o consumo de energia elétrica. O presidente Jair Bolsonaro chegou a sugerir  “banho frio” e uso de escadas ao invés de elevadores. O temor de apagões e racionamento, no entanto, não fez com que o brasileiro gastasse menos energia, segundo mostra um levantamento da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) divulgados nesta quarta-feira (19). 

O Brasil fechou o ano passado com consumo de energia 4,1% maior em relação ao ano anterior, alcançando 64.736 megawatts (MW) médios, mostra a CCEE.

“Com a retomada gradual da economia, em 2021 o consumo de energia elétrica mostrou recuperação em grande parte do País na comparação com o ano anterior”, escreve a entidade em nota.

“Retornamos ao ritmo habitual de crescimento do mercado de energia, o que nos mostra que a atividade econômica do país também está sendo retomada, após os períodos mais críticos de isolamento social e paralisações”, diz Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE, em comunicado .

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Veja o consumo por setor

A indústria automotiva foi o segmento com o maior aumento no consumo de energia no ano passado no mercado livre. Quando eliminados do cálculo as unidades consumidoras migradas para o ambiente nos últimos 12 meses, o setor de veículos apresentou uma alta de 21%. Em seguida, destacam-se o ramo têxtil, com crescimento de 20% e metalurgia e produtos de metal, com aumento de 12%.

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Consumo por região

Na análise por regiões, em 2021 apenas o Acre, o Amazonas e o Mato Grosso do Sul registraram redução no consumo de energia, com recuo de 1% em ambos. Os demais estados avançaram, com destaque para o Ceará, Pará e Santa Catarina, além de Bahia, Paraná, Rio Grande do Norte e Sergipe. 


Ministro pediu redução em rede nacional. Relembre: 

Em agosto, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, pediu um “esforço inadiável” a todos os setores da economia para que reduzissem o gasto com energia. 

“Para aumentar nossa segurança energética, é fundamental que, além dos setores do comércio, de serviços e da indústria, a sociedade brasileira participe desse esforço, evitando desperdícios no consumo de energia elétrica. Com isso, conseguiremos minimizar os impactos no dia a dia da população”.

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