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Dinheiro na mão é vendaval

Whatsapp e Banco Central negociam nova plataforma de pagamento

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Brasil Econômico

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Victor Hugo Silva

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O WhatsApp, do Facebook, está em tratativas com o BC (Banco Central) para ser classificado como iniciador de pagamentos. A iniciativa é uma estratégia para que a ferramenta de  pagamentos do aplicativo comece a funcionar no Brasil. A informação é da Coluna do Broadcast, do Estadão.

Em 15 de junho de 2020, o app lançou uma ferramenta para transferir dinheiro e fazer compras em estabelecimentos por meio do aplicativo de mensagens, com a proteção da plataforma Facebook Pay.

O Banco Central, no entanto, suspendeu o recurso por tempo ilimitado. Em nota, a instituição informou que iria “avaliar eventuais riscos” por temer que, sem análise prévia, a novidade poderia causar “danos irreparáveis” à concorrência no mercado de pagamentos no país.

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Em novembro de 2020, o presidente da autoridade monetária, Roberto Campos Neto, disse que o pagamento via WhatsApp funcionaria “em breve”. Afirmou também que outras big techs, como o Google, estavam conversando com o BC para viabilizar o mesmo serviço.

Primeiros passos

O banco havia regulamentado dias antes uma nova modalidade de empresas que pretendem atuar no sistema de pagamentos: o iniciador. Nessa nova modalidade, o cliente pede à instituição em que é correntista que faça o pagamento diretamente ao comerciante, sem precisar acessar o aplicativo.

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Numa operação atual, o consumidor que pedir comida pelo aplicativo, por exemplo, paga pelo próprio app ou utiliza o cartão para pagar presencialmente.

Agora, o aplicativo poderá direcionar o consumidor a um iniciador de transação de pagamento. Ele poderá solicitar à instituição financeira que transfira o recurso diretamente para a conta do restaurante.

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Fim de casamento pode tornar Melinda Gates a segunda mulher mais rica do mundo

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Após divórcio, Melinda Gates pode se tornar a segunda mulher mais rica do mundo
Matheus Barros

Após divórcio, Melinda Gates pode se tornar a segunda mulher mais rica do mundo

Melinda French Gates apresentou nesta segunda-feira (03) a petição de divórcio de Bill Gates ao tribunal superior de King County em Seattle, nos Estados Unidos. No processo, ela solicita que a fortuna do agora ex-marido e cofundador da Microsoft seja dividida igualmente entre os dois, seguindo as leis do estado de Washington para casais que não possuem acordo pré-nupcial.

A empresária e filantropa, que voltou a adotar o nome de solteira nas redes sociais, poderá receber US$ 73 bilhões (R$ 393 bilhões, na cotação atual) e se tornar a segunda mulher mais rica de todo o mundo , ficando atrás apenas de Françoise Bettencourt Meyers, a proprietária do L’Oreal de 67 anos, cuja fortuna herdada vale cerca de US$ 83 bilhões.

Segundo o índice de bilionários da Bloomberg , Bill Gates é dono de uma fortuna de US$ 146 bilhões (cerca de R$ 786 bilhões), ocupando a posição de quarta pessoa mais rica do mundo.

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Porém, caso a petição de Melinda se conclua, é possível que a fortuna do empresário caia pela metade.

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A história

Melinda e Bill Gates se casaram em 1994 e anunciaram a separação nesta semana, após 27 anos juntos. O casal que teve três filhos e também fundou uma das maiores instituições de filantropia do mundo, a Fundação Bill e Melinda Gates, que busca permitir que todas as pessoas tenham uma vida saudável e produtiva.

O futuro da instituição preocupa diversas pessoas no mundo, pois ainda é incerto se a separação do casal afetará, de alguma forma, os negócios. Formalmente, porém, Bill relatou que ambos seguirão na copresidência da fundação.

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Além dos negócios e de toda a fortuna já mencionada, o casal também possui uma série de propriedades e coleções que chegam a valer milhões de dólares.

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E, de acordo com as leis de Washington, a maioria dos bens adquiridos durante o casamento pertence ao casal e deve ser dividida igualmente após o divórcio.

Melinda e Bill Gates devem ir ao tribunal em abril de 2022 para decidir o futuro da separação de bens.

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