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Veja como se preparar para os concursos do INSS e da Receita Federal

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INSS e Receita Federal: veja como estudar para concursos com 1.699 vagas
Marcelo Camargo (Agência Brasil)

INSS e Receita Federal: veja como estudar para concursos com 1.699 vagas

O Governo Federal autorizou, na última segunda-feira (13), a realização de dois concursos públicos. O  Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) poderá oferecer 1 mil vagas para o cargo de técnico do seguro social, que exige nível médio, e a Receita Federal terá 699 vagas , sendo 469 para analista tributário e 230 para auditor fiscal, ambos postos que exigem nível superior. Os editais devem sair em seis meses, mas já é possível começar a se preparar para as seleções.

Os servidores do INSS e da Receita Federal têm escopos de trabalho bem diferentes. Mas há conteúdo programático em comum entre os concursos dos órgãos (veja abaixo). E as cobranças podem ser mais similares para os cargos de técnico do INSS e analista tributário da Receita Federal. Mesmo assim, os especialistas em preparação recomendam foco.

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“A matéria Língua Portuguesa é em média a matéria que mais reprova em concursos públicos, mas no caso do INSS a matéria que mais reprova é Direito Previdenciário, uma vez que é 60% da prova. É a matéria mais importante neste concurso, e nada do estudo vai ser aproveitado para o concurso da Receita Federal”, afirma Elias Santana, professor do Gran Cursos Online.

A remuneração inicial para o cargo de técnico do INSS é prevista em R$ 5.447. O de analista da Receita, em R$ 11.684.

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Já a seleção para o cargo de auditor fiscal, com remuneração inicial estimada em R$ 11.684, possui o conteúdo programático mais extenso e complexo. Mesmo cobrando as mesmas disciplinas nos processos para seus dois cargos disponíveis, a Receita Federal exige níveis diferentes de conhecimento dos concurseiros. E é necessário decidir a qual posto vai concorrer, já que este ano as provas serão no mesmo dia.

“A escolha, eu recomendo que seja baseada muito no conhecimento do concurseiro a respeito das matérias que vão cair na prova. Se o candidato já está estudando há um tempo, passou da fase inicial do ciclo básico da área fiscal e está em um nível intermediário para avançado, dá para arriscar e começar a estudar as matérias mais complexas do cargo de auditor e prestar esse concurso, que tem uma remuneração maior. Agora, se o aluno é iniciante e está entre a fase básica para intermediária de estudos, é melhor prestar o concurso para analista”, explica Victor Tanaka, especialista em concursos públicos do Estratégia Concursos.

O que esperar

Segundo a professora Viviane Rocha, da Central de Concursos.

Bancas organizadoras – Para o concurso da Receita Federal, com vagas de auditor fiscal e analista tributário, as bancas consideradas são: Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação Carlos Chagas (FCC) e Cebraspe, antigo Cespe/UNB. Já o concurso do INSS para o cargo de técnico do seguro social deve ser organizado pelo Cebraspe.

Disciplinas cobradas – No concurso da Receita Federal, os candidatos aos dois cargos devem ser avaliados por questões de Língua Portuguesa; Inglês ou Espanhol; Direitos: Constitucional, Administrativo e Tributário; Contabilidade Geral (e Avançada, no cargo do cargo de auditor fiscal); Raciocínio Lógico; e Auditoria. Além disso, disciplinas específicas podem aparecer, com maior peso para nota, cobrando Legislação Aduaneira e Tributária, Comércio Internacional e Tecnologia da Informação. O concurso de analista tributário, no entanto, tem cobranças um pouco menos aprofundadas. No concurso do INSS para o cargo de técnico do Seguro Social, a prova deve solicitar conhecimentos de Língua Portuguesa; Direitos: Constitucional e Administrativo; Raciocínio Lógico; Informática; Lei 8.112/90 e, claro, Direito Previdenciário. Vale salientar que essas são disciplinas básicas e específicas importantes para os certames, que podem guiar o início dos estudos, mas outras podem e devem aparecer.

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Como estudar já

As dicas são do Gran Cursos Online.

Estude o conteúdo dos últimos editais dos concursos com atenção às normas atualizadas.

Se você já estiver bem nas disciplinas que caíram nos últimos concursos e optar por arriscar a inclusão de mais alguma disciplina, uma sugestão é Tecnologia da Informação; no caso dos concursos da Receita Federal.

Foque na resolução de questões das bancas mais cogitadas para ambos os concursos.

A prova deve ser realizada ainda neste ano, portanto, o tempo é muito curto para se preparar para concursos deste nível de dificuldade. A regra máxima é aproveitar cada minuto e manter o foco nos estudos. Se possível, guarde as férias no trabalho para os últimos dias antes da prova e, claro, dedique-se nos feriados e finais de semana.

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Auxílio Brasil: fila é o dobro do anunciado pelo Ministério

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Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente
Agência Brasil

Sancionada MP que torna o Auxílio Brasil em R$400 permanente

Novos dados compilados pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontam que a demanda reprimida pelo Auxílio Brasil em maio era mais que o dobro da fila oficial do governo. De acordo com informações da entidade, naquele mês havia 1,8 milhão de famílias esperando o benefício, enquanto o Ministério da Cidadania apontava que eram quase 765 mil.

A diferença ocorre porque o levantamento da CNM leva em conta as inscrições de famílias no Cadastro Único (CadÚnico) que atendem ao critério para ingresso no programa — renda mensal per capita inferior a R$ 210 — e tiveram os dados atualizados há menos de 24 meses. Para entrar na fila oficial do Ministério da Cidadania, no entanto, é preciso passar por outros filtros.

Os invisíveis do Auxílio Brasil Cresce número de brasileiros que teriam direito ao benefício Em maio, 18,1 milhões de famílias recebiam o benefício de R$ 400, de acordo com os dados do governo. Mas o anúncio de que haverá uma ampliação no valor (para R$ 600) e no número de beneficiados pelo programa fez com que a procura por atendimento nos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) crescesse. A CNM se preocupa com a pressão na estrutura desses postos, o que vem sobrecarregando os municípios, conforme destaca o presidente da entidade, Paulo Ziulkoski. 

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“O programa Auxílio Brasil está passando por alterações preocupantes, como a elevação de R$ 400 para R$ 600 do benefício, que só dura até o final do ano. E depois?”, questiona ele.

R$ 12,2 bi a mais por mês

Aliado a esse movimento, o período de atualização cadastral de quem já estava inscrito no CadÚnico também sobrecarrega os municípios. Ao longo da pandemia, a averiguação dos dados foi suspensa para não penalizar as famílias que não tinham condições de confirmar os dados pessoalmente e não colocar os servidores da assistência social em risco, pois havia uma série de restrições sanitárias.

“A pressão dessa averiguação cadastral recai sobre os municípios. Como os servidores da assistência social não estão dando conta da fila de quem está nessa atualização cadastral, como é que vão fazer busca ativa para identificar as famílias que estão em situação de pobreza, por exemplo?”, pondera Ziulkoski.

Os retrocessos no Brasil em 2022 Em seu relatório, a CNM pontua que os novos acessos ao programa estavam ocorrendo em ritmo mais lento que os cadastros. A entidade critica, no entanto, o pagamento linear, por não considerar a situação de vulnerabilidade das famílias.

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Se houvesse uma focalização maior, seria possível atender mais famílias, distribuindo melhor os valores de acordo com as necessidades delas.

A CNM ainda estima que seria necessário um gasto mensal de R$ 12,2 bilhões para o período entre agosto e dezembro de 2022 para zerar a demanda reprimida do programa. “O valor estimado é 66% superior à média mensal (R$ 7,4 bilhões) de gasto do programa até julho deste ano”, diz a entidade.

Para ampliar o programa este ano, o governo aprovou a proposta de emenda à Constituição (PEC) Eleitoral, que driblou as regras fiscais e eleitorais e permitiu o pagamento de um benefício maior a mais famílias. A partir de terça-feira, serão atendidas 20,2 milhões de famílias, que receberão um benefício de R$ 600. O Orçamento de 2022 previa R$ 90 bilhões para o programa. Com a PEC, foi liberado um extra de R$ 26 bilhões para a ação.

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Fonte: IG ECONOMIA

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