(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

Vale a pena investir nos Estados Unidos com a alta da inflação no país?

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Vale a pena investir nos Estados Unidos com a alta da inflação no país?

Não é só o Brasil que passa por problemas com a Inflação. Os Estados Unidos também vem enfrentando uma taxa inflacionária muito maior do que a de costume.

De acordo com o Departamento do Trabalho norte-americano, o índice de preços ao consumidor subiu 0,4% em setembro, após uma alta de 0,3% em agosto. Além disso, nos últimos 12 meses, o índice teve aumento de 5,4%.

Para Rodrigo Lima, analista de investimentos da Stake, esse cenário pode ser prejudicial para a economia da maior potência do mundo, mas benéfica para alguns investimentos.

Sendo assim, descubra quais investimentos podem se beneficiar desse aumento da inflação nos EUA:

Leia Também

Motivos da alta

Assim como no Brasil, a alta da inflação nos Estados Unidos não tem uma única razão. Isso porque é possível observar uma série de fatores que influenciam o aumento.

Dessa maneira, a própria pandemia é um fator agravante. Além disso, os preços de commodities, por exemplo, aumentaram exponencialmente no mercado mundial, assim como o preço do petróleo , que está bem maior do que o padrão do início de 2021.

Outra questão é o auxílio emergencial liberado pelo presidente Joe Biden durante a pandemia. Este acabou injetando cerca de US$ 800 bilhões na economia norte-americana. Além dela, também houve uma quantia direcionada ao auxílio financeiro de pessoas desempregadas, assim como empréstimos e subsídios fornecidos a proprietários de pequenas empresas.

Vale a pena investir agora?

De acordo com Rodrigo Lima, esse é o momento ideal para começar a investir na maior potência mundial.

Leia Também:  Gasto com militares subiu 4% enquanto gasto com população caiu 2%, diz colunista

“A bolsa americana vinha de uma sequência de altas. Estava há quase sete meses sem uma queda, mas setembro foi um mês bem ruim para os mercados internacionais como um todo. Contudo, o país tem algumas das principais empresas do mundo, com forte geração de caixa, e o S&P 500 ainda está bem distante da máxima de preços de lucro que já chegou a negociar”, afirma o analista.

Saiba mais em 1Bilhão , parceiro do iG.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Black Friday digital bate recorde de clientes com mais de 51 anos

Publicados

em


source
Compras online crescem entre os mais velhos
Unsplash/Bench Accounting

Compras online crescem entre os mais velhos

O crescimento do público sênior no e-commerce representa uma importante tendência do mercado. As pessoas dessa faixa etária, segundo a head de Inteligência da Neotrust, Paulina Gonçalves, começaram a se aventurar mais digitalmente durante pandemia, dadas as restrições no comércio físico e risco maior de complicações com a Covid-19.

Shoppings lotados e carrinhos digitais cheios marcaram a Black Friday híbrida . No e-commerce, mulheres fizeram 57% dos pedidos, e pessoas com 51 anos ou mais tiveram participação recorde de 14,41% nas vendas, segundo a consultoria Neotrust, que acompanha dados de mercado on-line. Jovens entre 26 e 35 anos mantiveram a liderança tradicional na data, concentrando 35,08% das compras pela internet.

A prevalência de mulheres no e-commerce está associada ao menor tíquete médio de consumo, em comparação com homens, segundo Paulina. Ela explica que mulheres preferem gastar valores menores nominalmente, mas compensar em quantidade, enquanto homens fazem compras planejadas mais caras, em menor quantidade.

“A mulher compra várias vezes, mas produtos mais baratos, tanto que temos moda e acessórios e beleza e perfumaria entre os mais comprados. Homens, por outro lado, compram com tíquete mais caro, mas em menor quantidade, como bens de consumo duráveis”, analisa.

Monitoramento prévio de preços

Depois de um ano de adaptações às modalidades remotas de venda, varejistas online podem ter faturamento recorde nesta Black Friday, segundo levantamento da Neotrust. Em 2021, o fluxo de vendas chegou a R$ 4,4 bilhões entre meia-noite de quinta e 19h de ontem, aumento de 6% ante 2020.

A alta no faturamento, porém, é puxada pelo aumento do tíquete médio dos consumidores, chegando a R$ 711,24, e do preço médio dos produtos, com alta de 2,3%, podendo chegar a 2,5% até segunda-feira.

Leia Também:  Ministério da Economia volta atrás e diz que participou da negativa à Pfizer

O reajuste abaixo da inflação, por outro lado, indica a tendência das varejistas em absorver custos para conseguir trazer ofertas mais atrativas aos compradores, analisa Paulina. Outras estratégias adotadas envolvem a redução de frete e a aposta em categorias fora do padrão, como bebidas e alimentos.

Leia Também

Nas lojas físicas, o clima é otimista. No Norte Shopping, a Di Santinni espera aumentar o faturamento em 25% a 30% em comparação com 2020. A Vivo, em 40%. A Utilicasa, de 70% a 80%. O Ponto, em 15%. “A gente está acreditando muito nesse crescimento, pois ao longo de toda a semana já houve uma melhora com a pré-Black Friday. E teve muita gente que não comprou nos últimos dois anos, pois estava muito preocupado”, diz a gerente do Ponto Adriana Ramos.

Adriana conta como a loja se preparou para a campanha: “Conseguimos abastecer todas as áreas da loja, estamos com pilhas de produtos e nada falta. Os fornecedores do grupo atenderam bem. E hoje conseguimos ter promoção de TV de 50 polegadas a R$ 2.499, preço que não tem sido visto no mercado”.

O monitoramento prévio de preços auxilia os consumidores na hora de identificar se os descontos são reais ou não. E a lista de compras evita que gastem por impulso. É assim que a maioria dos consumidores agem, como Thayani Sousa, de 36 anos. Ela, que perdeu renda durante a pandemia por ser motorista de transporte escolar. Voltou a comprar nesta Black Friday, mas com cautela.

“A TV da sala estava com fantasma há três meses e dando dor de cabeça. Mas esperei a Black Friday para comprar. Fiquei monitorando preço até agora, pela internet e até presencialmente. Eu estava vendo na faixa de R$ 4.999, e agora achamos por R$ 3.999. Então vou levar”, afirma.

Em geral, as lojas esperam ter resultados apenas um pouco abaixo dos obtidos na campanha pré-pandemia, em 2019. Uma das exceções é o segmento de telefonia, que viu crescer na pandemia a demanda por celulares por causa do home office.

“A loja ficou fechada até maio por causa da pandemia. Mas reabriu em junho e vendeu mais em 2020 com a interrupção do que nos 12 meses de 2019. Então a Black Friday 2020 foi melhor do que a 2019 para a gente. E este ano aumentamos a meta em 40% em relação ao ano passado”, conta a gerente da Claro Amanda Abreu.

Na Utilicasa, o problema do fornecimento não foi resolvido integralmente nesta da Black Friday. “Artigos de metal ainda faltam por ausência de matéria-prima no mercado. Não chegou tudo que queríamos de decoração de árvore, guirlanda. Mas a campanha ainda vai ser bem melhor do que a do ano passado. As pessoas estão saindo com menos medo. Desde quinta, o movimento aumentou muito, principalmente em busca de itens de decoração, cama, mesa e banho. E considerado novembro inteiro, se comparado a outro mês do ano, o faturamento fica 40% maior”, afirma a gerente Fernanda Araújo Santana.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA