(65) 99638-6107

CUIABÁ

Dinheiro na mão é vendaval

União consegue R$ 3,3 bi em leilão de aeroportos; expectativa era de R$ 6,1 bi

Publicados

Dinheiro na mão é vendaval


source
Leilão de 22 aeroportos brasileiros aconteceu hoje
Raphael Magalhães

Leilão de 22 aeroportos brasileiros aconteceu hoje

O governo federal arrecadou R$ 3,3 bilhões em outorga com o leilão de concessão de 22 aeroportos  nesta quarta-feira (7), um ágio médio de 3.822% em relação aos valores exigidos no edital. O certame ocorre em meio à maior crise da história do setor aéreo , causado pela pandemia do coronavírus.

A concessionária CCR saiu como vencedora de dois dos três blocos de aeroportos concedidos . A companhia vai administrar pelos próximos 30 anos os ativos do lote Sul, o mais cobiçado do certame, e do Central.

A Vinci, que já administra o aeroporto de Salvador, foi a vencedora do bloco Norte, formado por sete aeroporotos e que tem como principal ativo Manaus.

A CCR fez propostas agressivas no certame. Levou o bloco Sul com a proposta de outorga fixa de R$ 2,128 bilhões, que representa ágio de 1.534% sobre o valor mínimo previsto no edital.

Você viu?

A concessionária disputou os ativos com a espanhola Aena, que fez o segundo maior lance, de R$ 1,050 bilhão, e com o consórcio formado pela gestora de fundos Pátria e o aeroporto de Houston.

O lote Sul era considerado pelo mercado o mais atraente por ter entre seus ativos os aeroportos de Curitiba, Foz do Iguaçu e Navegantes, com maior potencial turistico.

O bloco Central, que tem como principal aeroporto o de Goiânia, era tido como menos atrativo e exigia outorga mínima de apenas R$ 8,15 milhões. A CCR venceu o leilão com um lance agressivo, de R$ 754 milhões, o que representou um ágio de 9.156%.

O lance da CCR foi significativamente superior aos dados pelas concorrentes Inframérica e Socicam, que não fizeram contraproposta. As duas deram ofertas de  R$ 9,787 milhões e R$ 40,327 milhões nos consórcios que lideravam, respectivamente.

Já a Vinci disputou com o consórcio liderado pela francesa ADP a concessão do bloco Norte, composto por sete aeroportos e que tem como principal ativo o de Manaus. A companhia levou o lote com a oferta de R$ 420 milhões, um ágio de 777% em relação a outorga mínima exigida no edital, que era de 47,86 milhões.

Leia Também:  Abono salarial, Casa Verde Amarela e Pnae caem no pente-fino do governo

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Dinheiro na mão é vendaval

Gasolina apresenta alta de 40% nas bombas em 2021 e GLP atinge R$ 100 em média

Publicados

em


source
Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira
Reprodução: iG Minas Gerais

Dados foram divulgados pela ANP nesta segunda-feira

O preço médio da gasolina, do diesel e do gás de botijão voltaram a subir na última semana, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo (ANP).

No caso da gasolina, o preço médio do litro subiu 3,33% nas duas últimas semanas, passando de R$ 6,117 para R$ 6,321. É, assim, a décima primeira semana seguida entre altas e estabilidade nos preços. No ano, acumula alta de 40,9%.

Em alguns estados do Brasil, a gasolina já é vendida a R$ 7,499, como no Rio Grande do Sul.  Ao todo, a  gasolina também já é encontrada acima dos R$ 7 em seis estados. Além do Rio Grande do Sul, estão na lista Rio de Janeiro (R$ 7,399), Piauí (R$ 7,159), Minas Gerais (R$ 7,179), Mato Grosso (R$ 7,047) e Acre (R$ 7,3).

No diesel, a alta foi de 0,3% nas duas últimas semanas, passando de R$ 4,961 para R$ 4,976, destacou a ANP. No ano, a alta chega a 37,99% na bomba.

GLP acima de R$ 100 em 19 estados

No GLP, o preço médio do botijão de treze quilos ultrapassou a marca de cem reais. Na semana passada, o valor chegou a  R$ 100,44, alta de 1,79% ante a semana anterior, de R$ 98,67. 

Leia Também:  Luiza Trajano volta a negar que será candidata à presidência em 2022

No ano, o GLP acumula alta de 34,36% no ano. Assim, o gás de botijão já ultrapassou os R$ 100 em 19 estados, diz a ANP.  O maior preço médio está em Mato Grosso, onde é vendido em média a R$ 120,16.

Em  Mato Grosso, Rondônia e Rio Grande do Sul, o preço do botijão já é encontrado a R$ 135. No Rio de Janeiro, o preço máximo chega a R$ 110.

Leia Também

Economistas ressaltam que o valor dos combustíveis sobe, principalmente, de acordo com as cotações do preço do petróleo no mercado internacional e do dólar. Além disso, o preço varia entre estados por conta da tributação e dos custos logísticos das distribuidoras para distribuir o combustível.

Dados da Petrobras indicam que, entre janeiro e outubro, o preço do litro do diesel acumula alta de 51% nas refinarias; e o da gasolina já subiu 61,9% nas refinarias desde janeiro.

Mas, apesar dos reajustes feitos pela Petrobras nos preços de gasolina e diesel entre o fim de setembro e início de outubro, analistas afirmam que ainda existe uma defasagem em relação aos valores cobrados no mercado internacional e que a estatal terá de anunciar novos aumentos.

Mas dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis (Abicom) apontam que o diesel vendido pela Petrobras ainda está 15% abaixo do que é vendido no exterior na primeira quinzena de outubro.

O aumento nos preços ocorre em meio às discussões do projeto que muda o ICMS sobre combustíveis. O projeto, que já teve aval da Câmara dos Deputados, vai para o Senado. Se aprovado, a perda em arrecadação estimada para estados e municípios será de R$ 24 bilhões, nos cálculos do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz).

Hoje, o preço de referência em que incide o ICMS é um preço médio do combustível atualizado a cada 15 dias, que varia conforme o estado. Como o petróleo e o dólar têm subido bastante nos últimos meses, essa média tem subido também, o que pesa no orçamento dos brasileiros.

O projeto da Câmara daria um alívio no bolso em 2022, ano eleitoral, mas poderia pressionar os preços em 2023. O impacto nos cofres públicos sera imediato tanto para governos estaduais como para prefeituras, pois os municípios recebem 25% da receita do tributo estadual.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

MATO GROSSO

POLÍCIA

Economia

BRASIL

MAIS LIDAS DA SEMANA