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Dinheiro na mão é vendaval

Uma das antigas queridinhas da bolsa pode dar volta por cima

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Dinheiro na mão é vendaval


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Uma das antigas queridinhas da bolsa pode dar volta por cima
Luccas Florencio

Uma das antigas queridinhas da bolsa pode dar volta por cima

CIEL3

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Fonte plataforma ProfitPro

CIEL3 fez um fundo arredondado no gráfico semanal após uma longa tendência de baixa. Compradores mostraram interesse construindo um movimento de força e agora realiza o primeiro Pivot, após a reversão do fundo arredondado.

O ativo deixou uma barra conhecida como Martelo, acima da zona de suporte do fundo arredondado, por volta da região de preço de $ 2,20.

O ativo ativou uma compra acima de $ 2,61 com stop abaixo de $ 2,25 e alvo para buscar $ 2,81 (61%), $ 3,16 (100%) e $ 3,71(161,8%).

A entrada ainda é válida já que o preço está acumulando força no ponto de entrada.

ENGI11

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Fonte plataforma ProfitPro

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ENGI11 Mostrou interesse comprador dia 09/03, com o maior volume dos últimos dias. Descansou na média de 200 períodos e agora deixa um padrão de possível continuidade.

O rompimento de $ 43,41 tem como objetivo o alvo de $ 45,00. A proteção para o ativo fica abaixo de $ 42,21.

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O ativo precisa ter continuidade e interesse comprador novamente confirmando a faixa de preço de $ 43.

PETR4

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Fonte plataforma ProfitPro

PETR4 sentiu o peso da correção das commodities e das notícias em relação ao aumento do combustível aqui no Brasil. Graficamente houve um sinal forte de reversão no dia 07/03 e a confirmação da continuidade, no engolfo do dia 11/03.

Mas na data de 15/03 o ativo configurou um padrão de candle que mostra dúvida, indecisão e falta de continuidade, isso significa que a Petr4, rompendo a máxima do Doji (padrão de candlestick) $ 31,54 pode realizar uma correção para a região da média de 20 períodos, em $ 33,13 e se segurar nessa faixa de preço pode voltar a testar a máxima do movimento lateral, $ 35,25.

Para que isso tenha confirmação, o ativo não pode perder a mínima de 15/03, faixa de preço de $ 30,47.

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Dinheiro na mão é vendaval

MP que autoriza exploração de urânio por empresas privadas é aprovada

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Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares
Divulgação/Eletrobras

Usina de Angra 3. Exploração privada pode abastecer combustível para usinas nucleares

O governo Jair Bolsonaro publicou nesta sexta-feira uma medida provisória (MP) que libera a mineração de urânio para empresas privadas, por meio de parcerias com o setor público. Atualmente, a mineração de urânio no país é feita apenas pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).

A Constituição Federal diz que compete exclusivamente à União “explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa, a lavra, o enriquecimento e reprocessamento, a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados”.

Por isso, as atividades de pesquisa, lavra, enriquecimento, industrialização e comércio de minérios nucleares e derivados são exercidas exclusivamente pela INB. A empresa atua em toda cadeia produtiva: da mineração à fabricação do combustível que gera energia elétrica para as usinas nucleares brasileiras.

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A MP permite que sejam feitos novos modelos de associação entre a INB e empresas privadas para exploração de jazidas de minérios nucleares e também a produção, a conversão e o enriquecimento do material.

O texto publicado nesta sexta-feira permite que a INB firme contratos com companhias para a exploração de urânio em todos os níveis da cadeia e remunere essas empresas com o percentual do valor arrecadado na comercialização do produto da lavra; com o direito de comercialização do minério associado; com o direito de compra do produto da lavra com exportação previamente autorizada; ou outros arranjos definidos em contrato.

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“Com a atualização da legislação, espera-se que a INB, em parceria com o setor privado, aumente investimentos em pesquisa e lavra e a capacidade de produção nacional de urânio”, informou em nota o Ministério de Minas e Energia.

Atualmente, quando o titular de autorização para pesquisa ou de concessão de lavra encontra elementos nucleares associados a uma substância mineral, ele é obrigado a comunicar à Autoridade Nacional de Segurança Nuclear (ANSN), à Agência Nacional de Mineração (ANM) e à INB. Caso os elementos nucleares tenham valor econômico superior a outra substância mineral, toda a jazida é incluída no monopólio estatal e o titular perde a autorização de pesquisa ou concessão de lavra. Com a edição da MP, independentemente do valor econômico dos elementos nucleares presentes numa jazida mineral, será possível parcerias entre o minerador e a INB, para o aproveitamento de todos os recursos minerais presentes na jazida.

A MP autoriza ainda que a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional S.A. (ENBpar) passe a ser controladora da INB. A ENBpar foi criada para controlar as usinas nucleares de Angra e a hidrelétrica de Itaipu, antes pertencentes a Eletrobras e que não podem ser privatizadas.

“Com responsabilidade socioambiental, a MP busca atrair capital privado e desonerar o contribuinte, gerando emprego e renda para a população e consolidando o Brasil como um porto seguro para investimentos”, afirma o MME.

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O Brasil é dono da sétima maior reserva de urânio no mundo, segundo a INB. São 309.000 toneladas do minério distribuídas entre os estados da Bahia, Ceará, Paraná e Minas Gerais. Porém, o governo estima que as reservas brasileiras sejam ainda maiores, já que menos de um terço do território nacional foi alvo de pesquisas em busca do minério.

Embora estando entre as dez maiores reservas de urânio do mundo, Brasil vem importando tudo o que consome de países como Estados Unidos, Alemanha, Holanda e Reino Unido. Outros países com grandes reservas são Austrália, Canadá e Rússia.

No Brasil, a exploração desse mineral ocorria na mina de Caetité, na Bahia, a mais de 600 quilômetros de Salvador. A produção nacional parou em 2015 e voltou em 2020. Agora, a INB tenta buscar recursos para voltar a explorar o minério em novas minas na região e em outras áreas.

O urânio é matéria-prima, principalmente, para a geração da energia nuclear. Ele passa por um processo químico, gerando um pó amarelo (chamado de yellow cake), que posteriormente é enriquecido para permitir a geração de energia elétrica nas usinas nucleares. No Brasil, há duas usinas desse tipo em operação: Angra 1 e 2. O governo também tenta concluir Angra 3, em construção há décadas. A Constituição também determina que a energia do urânio só pode ser usada no país para fins pacíficos. Além da produção de eletricidade, a energia nuclear vem sendo utilizada em outras áreas: na medicina, no meio ambiente, na engenharia, na produção de radiofármacos e na agricultura.

Fonte: IG ECONOMIA

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